Estuprada, engravidou e matou o recém-nascido. Ela foi condenada. O estuprador, não

Estuprada, engravidou e matou o recém-nascido. Ela foi condenada. O estuprador, não

01/08/2012

01/08/2012 | 13:17 | ISABEL CLEMENTE | ATUALIDADES | ABORTO, ESTUPRO, GRAVIDEZ NÃO-DESEJADA, VIOLÊNCIA

No dia 23 de fevereiro de 2003, a jovem Romina Tejerina, então com 18 anos, matou com 21 facadas seu bebê recém-nascido. Condenada a 14 anos por homicídio qualificado, ela cumpriu dois terços da pena e foi liberada há poucos dias, reacendendo um debate que dividiu a Argentina nos últimos anos.

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Moradora de uma província pobre do norte do país, Romina denunciou ter sido vítima de um estupro. A gravidez não desejada foi levada adiante. Em entrevista ao jornal La Nación, pouco depois da tragédia, ela disse que só se lembrava do choro do bebê e da cara do estuprador. Era uma tentativa de colocar em palavras o inexplicável.

A recente liberação de Romina foi criticada pelos argentinos nas redes sociais. O crime de Romina mobilizou a sociedade argentina como poucos, conta Veronica Smink, jornalista da BBC, em artigo recém-publicado.

Grande parte da sociedade apoiou o veredicto, no entanto, os militantes dos direitos das mulheres, apoiados por artistas e legisladores, seguiram protestando, afirmando que Romina também era vítima das circunstâncias, segundo relato da jornalista.

Não recebeu cuidados e atenção, vinha de uma origem humilde, não tinha ferramentas para lidar com uma gravidez não desejada. Ainda teve que lutar só contra a vergonha que o papel de violada lhe impunha. Estudiosos argentinos afirmam que, na província natal de Romina, a taxa de estupros está 70% acima da média nacional e que, não raro, as mulheres são acusadas de ter provocado o estupro. No caso de Romina, um dos argumentos usados contra ela foi o fato de ela estar dançando de minissaia na fatídica noite da violência sexual. Parece filme, mas é a infeliz realidade ainda, dos nosso vizinhos, do nosso quintal. O vizinho acusado do estupro tinha o dobro da idade de Romina e chegou a ser preso, mas o crime nunca foi provado. Não fizeram exame de DNA no suspeito, não exumaram o corpo do bebê, não houve produção de provas.

O caso Romina, a meu ver, é o exemplo de uma situação que se perpetua sem fronteiras. Um crime não justifica outro, você deve estar pensando, e eu concordo. A história é triste do início ao fim e todos os possíveis caminhos a partir da violência seriam igualmente difíceis. Lamentável Romina não ter tido apoio legal e psicológico para evitar a gestação decorrente de uma violência. No Brasil, um dos dois casos de aborto sem punição é justamente a violação. O tema é polêmico e não estou dizendo aqui que eu, com certeza, abortaria. São decisões pessoais, forjadas em cima de crenças e das condições físicas, psicológicas e também financeiras de cada mulher. Não sou militante de causa alguma, mas eu me pergunto por que Romina não teve acesso à pílula do dia seguinte. Por que o crime sexual não foi punido? Por que as mulheres ainda sentem vergonha de uma situação da qual são vítimas?

Medidas simples e eficazes – entre as quais destaco em primeiríssimo lugar condenação rígida de crimes sexuais para desestimular os loucos de plantão – teriam evitado o pior: o cruel assassinato de um bebê indefeso.

A história trágica de Romina acabou sendo um divisor de águas na Argentina. Em março de 2012, a suprema corte ratificou a legalidade dos abortos em caso de violação. Mas a falta de apoio a mulheres nessas situações continua em aberto.

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estuprada engravidou matou condenada estuprador nao 02  Isabel Clemente é editora de ÉPOCA no Rio de Janeiro. 

Fonte: http://colunas.revistaepoca.globo.com/mulher7por7/2012/08/01/estuprada-engravidou-e-matou-o-recem-nascido-ela-foi-condenada-o-estuprador-nao/

 

 

Escudo contra estupradores

Escudo contra estupradores

02/08/2012

A violação tornou-se um problema endêmico na África do Sul, então uma técnica da área médica, chamada Sonette Ehlers desenvolveu um produto que imediatamente chamou a atenção nacional. 

Ehlers nunca se esqueceu de uma vítima de estrupo que lhe disse “Se ao menos eu tivesse dentes lá em baixo.”

Algum tempo depois, um homem chegou ao hospital no qual Ehlers trabalha com uma dor terrível, por conta do zipper que havia fechado sobre seu pênis. Ehlers misturou as duas imagens e desenvolveu um produto chamapo Rapex. O produto parece um tubo, com fisgas dentro. A mulher o coloca como um absorvente interno, através de um aplicador, e qualquer homem que tentar estuprar a mulher irá rasgar-se com as fisgas e precisará ir a um hospital para remover o Rapex. Quando os críticos reclamaram que se tratava de uma punição medieval, Ehlers respondeu, “Uma punição medieval para uma atitude medieval.”

 

escudo contra estupradores

 

 

Contra o aborto mas a favor da pena de morte

Contra o aborto mas a favor da pena de morte

23/03/2013

Por 

No Brasil, muitos são contra o aborto ao mesmo tempo em que são a favor da pena de morte. O que não faz sentido algum. Veja, por exemplo, aquele assassino em série que hoje é julgado por muitos que não se conformam ao vê-lo preso e vivo, já foi um inocente feto no ventre de sua amada mãe. Desta forma, o que afinal é o direito à vida? É proteger um feto, e favorecer a morte de alguém que agiu extremamente errado aos olhos de quem o julga? Quem somos nós para julgar alguém? E ao mesmo tempo, quem somos nós para acreditar que temos o direito de influenciar drasticamente na vida de uma mulher que não quer ser mãe, apesar de estar grávida? Quem garante que este feto ao nascer, será uma pessoa feliz com a sua “família”? Será que ele vai ter uma boa educação? Uma mãe e um pai de 13, 15 anos serão pais capazes de gerar uma pessoa adulta que saiba o que é a vida? Isso se os pais assumirem o seu “papel”, visto que nestes casos, quem acaba sendo responsável são os avós.

É muito fácil exclamar: Nossa! Só um monstro é capaz de querer tirar a vida do próprio filho! Eu sou contra o aborto! Quem a mandou não tomar cuidado! É… Julgar é mesmo muito bom afinal, pimenta nos olhos dos outros é refresco, certo? Da mesma forma é muito bonito parecer herói ao dizer: Sou a favor da pena de morte! Quem poderá viver em paz enquanto aquele assassino estiver vivo?


Pois digo uma coisa, a sensação que se tem ao parecer o mocinho (a) da história deve ser mesmo muito boa, afinal, é tão boa pessoa aquela que defende o direito à vida, e julga aquele que age errado… Luis Fernando Veríssimo disse uma vez, e eu particularmente, concordo: “É “de esquerda” ser a favor do aborto e contra a pena de morte, enquanto direitistas defendem o direito do feto à vida, porque é sagrada, e o direito do Estado de matá-lo se ele der errado”. Ou seja, é “papel do protagonista” tirar o direito à vida de gente que comete erros graves , e defender a vida de alguém que não será bem-vindo à vida. A vida de cada um é algo a qual não nos compete decidir o direito de ser ou não vivida. Por estas, e outras, não acho que o aborto deva ser visto como ação monstruosa da parte de alguém, enquanto muitos por aí se acham no direito de matar. É claro, muito deve ser analisado, e pensado. Afinal, se o aborto for legalizado, corre-se o risco deste País sem educação moral e social, se transformar em um mar de sangue fetal, ao qual já corre bastante sangue de outras “causas”.

Recentemente, no Uruguai o aborto foi legalizado, e a seguinte frase foi dita pela senadora Monica Xavier, presidente da Frente Ampla à BBC Brasil: “Este é um primeiro passo de avanço. Entre 1934 e 1938, o aborto foi legal no Uruguai. E, desde a reabertura democrática (1985), todas as legislaturas apresentaram projetos a respeito. Sentimos que se trata de uma questão de direito, estamos convencidos de que se deve continuar com a luta pela autonomia da mulher”. Os procedimentos necessários incluem a ida da gestante ao médico para que este a analise e a encaminhe a um psicólogo, ginecologista, e assistente social. Tendo sido analisada pelos médicos responsáveis, depois de cinco dias de reflexão, está deverá apresentar a decisão e o aborto será realizado de maneira imediata, em hospitais públicos ou privados, sem maiores problemas.

Mas quando começa a vida humana? Tal resposta é influenciada por fatores e princípios religiosos, morais, jurídicos, científicos, etc. Enquanto para alguns, a vida se inicia no momento da fecundação, para outros, se iniciaria somente com a fixação do embrião na parede do útero, ou, ainda, somente com o desenvolvimento do sistema nervoso. Por fim, subsistem aqueles para quem a vida somente se inicia com o nascimento.

Se for dever da sociedade proteger o direito à vida (e ao nascer), porque a pena de morte é tão sugerida por muitos que concordam com o direito à vida? Será que realmente aqueles que se julgam tão bons ao lutarem pelo direito à vida estão realmente criando asas de anjos ao serem também a favor da pena de morte? O radicalismo nunca foi a maneira mais inteligente de se pensar, por isso, o Brasil, dentre muitos outros países, precisa muito ter determinadas conceitos mais do que revisados.

Fonte: HypeScience

 

Congresso uruguaio aprova legalização do aborto

Congresso uruguaio aprova legalização do aborto

17/10/2012

Nova lei permite o aborto durante as primeiras 12 semanas de gestação

17/10/2012 – 16h00 | O Globo


Uruguaios protestam contra a aprovação da lei que legaliza o aborto, aprovada pela Câmara dos Deputados em setembro, e pelo Senado nesta quarta-feira
Foto: AP Photo/Matilde Campodonico/Arquivo

Uruguaios protestam contra a aprovação da lei que legaliza o aborto, aprovada pela Câmara dos Deputados em setembro, e pelo Senado nesta quarta-feira AP Photo/Matilde Campodonico/Arquivo

 MONTEVIDÉU Após uma sessão de cinco horas, o congresso uruguaio aprovou nesta quarta-feira, por uma pequena margem de diferença, uma lei que permite o aborto durante as primeiras 12 semanas de gestação, tornando-se o terceiro país da América Latina a legalizar a interrupção da gravidez. A lei determina que cidadãs uruguaias que queiram pôr fim à gravidez nesse período sejam submetidas a um comitê formado por ginecologistas, psicólogos e assistentes sociais, que lhe informarão sobre riscos e alternativas ao aborto. Se a mulher desejar prosseguir com o procedimento mesmo assim, poderá realizá-lo imediatamente em centros públicos ou privados de saúde.

A norma – que recebeu 17 votos a favor e 14 contra no Senado – havia sido aprovada na Câmara dos Deputados em setembro. Na época, o Partido Nacional foi o único que manteve a integridade no que foi acordado com seus deputados. Todos votaram contra o projeto e disseram que, se o presidente José Mujica aprovasse a norma, iriam promover um referendo popular sobre a polêmica. Mujica, por sua vez, já anunciou que a lei será promulgada. Em 2008, o então presidente Tabaré Vázquez vetou uma iniciativa similar aprovada pelo Congresso.

A nova lei também permitirá o aborto em casos de riscos à saúde da mulher, de estupros ou de má-formação fetal, até 14 semanas de gestação. O Congresso uruguaio ainda discute dois temas polêmicos: a legalização do consumo da maconha e o casamento entre homossexuais.

– Com esta lei entramos no rol dos países desenvolvidos que, em sua maioria, adotaram critérios de liberação do aborto, reconhecendo o fracasso das normas penais que tentaram evitar a interrupção da gravidez – disse o senador oficialista, Luis Gallo, durante a sessão.

Entre 1934 e 1938, o aborto foi legal no Uruguai. E, desde a reabertura democrática, em 1985, todas as legislaturas apresentaram projetos a respeito.

– Sentimos que se trata de uma questão de direito, estamos convencidos de que se deve continuar com a luta pela autonomia da mulher – disse à BBC Brasil a senadora Monica Xavier, presidente da Frente Ampla.

Fonte: 

http://moglobo.globo.com/integra.asp?txtUrl=/mundo/congresso-uruguaio-aprova-legalizacao-do-aborto-6428918

 

 

CFM defende liberação do aborto até 3º mês de gestação

CFM defende liberação do aborto até 3º mês de gestação

21/03/2013

Colegiado enviará ao Senado um documento em que apoia a legalização do procedimento até 12ª semana sem necessidade de autorização médica

Feto humano

CFM defende liberação do aborto até 3º mês de gestação (Thinkstock)

O Conselho Federal de Medicina (CFM) decidiu enviar à comissão do Senado que cuida da reforma do Código Penal um documento em que defende a liberação do aborto até a 12.ª semana de gestação, a exemplo do que já ocorre nos casos de risco à saúde da gestante ou quando a gravidez é resultante de estupro.

O gesto tem um claro significado político. “”Queremos deflagrar uma nova discussão sobre o assunto e esperamos que outros setores da sociedade se juntem a nós””, afirmou o presidente do CFM, Roberto D’ ’Ávila. A entidade nunca havia se manifestado sobre o aborto. Em 2010, durante a campanha que a levaria à Presidência, Dilma Rousseff firmou um compromisso de que não adotaria nenhuma medida para incentivar novas regras em relação ao aborto durante seu governo.


O comportamento da secretária de Políticas para Mulheres, Eleonora Menicucci, é um exemplo do quanto o compromisso vem sendo seguido à risca. Conhecida por ser favorável ao aborto, em sua primeira entrevista depois da posse ela avisou: sua posição pessoal sobre o assunto não vinha mais ao caso. “”O que importa é a posição do governo””, afirmou à na época. A decisão da entidade foi formalizada na quarta-feira, dia em que Dilma se encontrou com o papa Francisco, em Roma.

Leia também: Aborto de anencéfalos: a causa correta, no lugar errado

Por enquanto não há sinais de que uma nova onda de manifestos favoráveis possa mudar a estratégia do governo. O Ministério da Saúde disse que a discussão do tema cabe ao Congresso. A ministra Eleonora, por sua vez, afirmou que não se manifestaria.

“Não podemos deixar que esse assunto vire um tabu. O país precisa avançar””, afirmou D’ ’Ávila. Ele argumenta que mulheres sempre recorreram ao aborto, sendo ele crime ou não. Para o conselho, a situação atual cria duas realidades: mulheres com melhores condições econômicas buscam locais seguros para fazer a interrupção da gravidez. As que não têm recursos recorrem a locais inseguros. O CFM sustenta que a mulher tem autonomia para decidir. “E essas escolhas têm de ser respeitadas.”

A proposta do CFM vai além do texto da comissão do Senado, que também permitia o aborto até a 12.ª semana, mas desde que houvesse aprovação médica. ““Seria uma burocracia desnecessária. Sem falar de que poderia começar a ocorrer fraude com tais laudos” ”, avaliou D’ Ávila.

Legislação – D’ Ávila é enfático ao dizer que o CFM não é favorável ao aborto. ““O que defendemos é o direito de a mulher decidir”.” A divulgação do manifesto, diz, não mudará em nada a forma como o conselho trata acusações de médicos que realizaram aborto ilegal. ““Não estamos autorizando os profissionais a fazer a interrupção da gravidez nos casos que não estão previstos em lei. Queremos é que a lei seja alterada”.” O presidente do CFM reconhece haver resistência a essa alteração. “”Vivemos em um estado laico. Seria ótimo que as decisões fossem adotadas de acordo com o que a sociedade quer e não com o que alguns grupos permitem”.

Críticas – “A liberação do aborto representaria evitar um mal com outro mal”, afirmou o representante da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Clóvis Bonfleur. “”Isso nunca será a solução. É preciso formar a juventude, garantir o acesso à informação. Essas medidas, sim, é que podem proteger a mulher””, observou.

Bonfleur também questionou a representatividade da decisão do CFM. “”Isso não é a opinião da classe, pois certamente eles não ouviram todos os médicos””, disse. ““Essa é a posição apenas dos integrantes do colegiado”.” Para o representante da CNBB, o argumento de que a liberação do aborto protegeria mulheres economicamente menos privilegiadas é questionável. “”Não há nada que prove que mulheres com recursos são submetidas ao procedimento com segurança, ficando o risco de vida apenas às mais pobres””, completou.

Leia no blog de Reinaldo Azevedo:
Doutor D’Ávila é médico. Salvar vidas é a essência do compromisso ético de sua profissão. Das duas uma: ou ele não concorda com isso, ou acha que u feto não vive. Não há uma terceira hipótese.

“Precisávamos dizer isso ao Senado”, afirma ele. Ao Senado? Ele está se referindo àquele projeto aloprado de reforma do Código Penal, elaborado por uma comissão formada pelo senador José Sarney (PMDB-PA), que tramita na Casa. É aquele texto que considera mais grave abandonar um cachorro do que abandonar uma criança. É aquele texto que, ao definir uma quantidade que caracterizaria tráfico de drogas, acaba, na prática, por legaliza-lo. É aquele texto que banaliza a eutanásia (parece que doutor D’Ávila nada tem a dizer a respeito). É aquele texto que reconhece como legítimas ações terroristas praticadas por movimentos sociais. É aquele texto que quer mandar para a cadeia quem desfaz um ninho de passarinho, mas deixa sem punição quem mata fetos humanos. Donde se conclui que, para seus formuladores — e, desconfio, também para o doutor D’Ávila —, existe uma hierarquia entre o ovo do pardal e o ovo de gente…

(Com Estadão Conteúdo)

Fonte: Veja 

Bebê é resgatado de tubulação de esgoto na China

Bebê é resgatado de tubulação de esgoto na China

28/05/2013

Recém-nascido foi jogado no vaso sanitário. Resgate durou cerca de uma hora.

Da AP 

Um bebê foi encontrado em uma tubulação de esgoto do vaso sanitário de um prédio residencial no leste da China

Moradores ouviram o choro de uma criança no banheiro do quarto andar e chamaram os bombeiros. O bebê abandonado ainda estava ligado à placenta quando foi encontrado.

A operação de resgate durou cerca de uma hora. O cano de onde ele foi retirado tem apenas cerca de 10 centímetros de diâmetro. O bebê foi encaminhado a um hospital da região e passa bem.

A polícia investiga o caso como tentativa de homicídio. Os pais do recém-nascido não se apresentaram às autoridades.

Clique aqui e assista ao vídeo.

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Recém-nascido havia sido jogado no vaso sanitário (Foto: Reuters)

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Polícia investiga o caso como tentativa de homicídio (Foto: Reuters)

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Resgate durou cerca de uma hora (Foto: AFP)

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Bombeiros cortam cano para retirar bebê (Foto: AFP)

Fonte: G1

 

Aborto: uma questão de racionalidade

Aborto: uma questão de racionalidade

27/03/2015

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Conheça a RACIONAL opinião de INRI CRISTO

 

‘Aborto de anencéfalos é a interrupção de um sofrimento’

‘Aborto de anencéfalos é a interrupção de um sofrimento’

26/09/2012

Entrevista com Mayana Zatz, diretora do Centro de Estudos do Genoma Humano e professora Titular de Genética Humana da USP

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/jornal-da-cbn/2012/04/11/ABORTO-DE-ANENCEFALOS-E-A-INTERRUPCAO-DE-UM-SOFRIMENTO.htm

 

Veja uma droga que faz os viciados apodrecerem vivos

Veja uma droga que faz os viciados apodrecerem vivos

05/01/2013

Uma droga barata e viciante de fácil obtenção que apodrece a carne deixando os ossos do usuário expostos, transforma as pessoas em um verdadeiro zumbi. A droga russa conhecida como Krokodil é real e apavorante.

O que é Krokodil?
Krokodil é um substituto para uma droga cara, a heroína. O princípio ativo do Krokodil, é a “desomorphine” que é vendida em alguns países da Europa (especialmente a Suiça) como substituto da morfina e é conhecida pela farmacologia desde 1932. A desomorphine é de 8 a 10 vezes mais potente do que a morfina. Trata-se de um opiáceo sintético que possui estrutura quase idêntica à da heroína. 

Veja como a GE Healthcare ajuda a cuidar da saúde dos brasileiros.

A Codeína, um narcótico disseminado pelo mundo inteiro e de fácil acesso pode ser transformado em desomorphine com algumas reações químicas relativamente baratas. Ela então é dissolvida e injetada pelo utilizador. Considerando que a heroína custa 150 dólares cada dose e o Krokodil pode ser obtido por menos de 10 dólares fica fácil entender a razão de sua existência.

Qual a razão do Krokodil apodrecer a carne de quem usa?
O problema não é necessariamente o vício na desomorphine, a substância em si não é tão nociva, tanto que é comercializada em alguns países. O fato é que a reação que transforma codeína em desomorphine pode ser feita numa cozinha, a maioria das apreensões da droga mostrou produtos com excesso de impurezas.

Aos fabricantes de Krokodil muitas vezes faltam materiais, e, portanto, usam gasolina como solvente, utilizam também fósforo vermelho, iodo, e ácido clorídrico como reagentes para sintetizar a desomorphine a partir de comprimidos de codeína. Não há um controle de qualidade e o produto sai diretamente do “fogão para a veia”, causando estragos irreparáveis no corpo dos drogados.

Fonte:

http://brasil.issoebrasilia.com.br/2013/01/veja-uma-droga-que-faz-os-viciados.html?m=1

 

Uso prolongado de aspirina é ligado a tipo de cegueira

Uso prolongado de aspirina é ligado a tipo de cegueira

22/01/2013

Pessoas que tomam aspirina por muito tempo podem desenvolver forma úmida de doença macular

Pessoas que tomam aspirina por muito tempo podem desenvolver forma úmida de doença macular.

Pessoas que tomam aspirina por muitos anos, como pacientes cardíacos, por exemplo, são mais suscetíveis a desenvolver um determinado tipo de cegueira, revelaram cientistas.

Um estudo com 2.389 pessoas, publicado na revista científica JAMA Internal Medicine, indicou que o uso prolongado do ácido acetilsalicílico, principal substância do medicamento, dobra os riscos do surgimento da forma úmida da degeneração macular relacionada à idade.

A doença deteriora a chamada retina central, ou mácula, causando perda de visão no centro do campo visual do paciente.

Os pesquisadores, entretanto, não souberam dizer quais mudanças seriam necessárias na ingestão do remédio para evitar a cegueira.

O estudo, conduzido na Universidade de Sydney, na Austrália, reuniu participantes com idades em torno de 65 anos. Um a cada dez deles usava o medicamento pelo menos uma vez por semana.

Os pacientes foram submetidos a testes oftalmológicos a cada cinco, dez e 15 anos.

Ao final do estudo, os pesquisadores concluíram que 9,3% dos pacientes que tomavam aspirina desenvolveram o tipo úmido da degeneração macular relacionada à idade, contra uma taxa de 3,7% entre os pacientes que não faziam uso da medicação.

Segundo o relatório, “o aumento do risco da forma úmida da degeneração macular relacionada à idade foi detectado apenas 10 ou 15 anos depois, indicando que a dose prolongada tem um papel importante”.

“Dado o uso generalizado da aspirina, qualquer risco de condições anormais será significativo e afetará muitas pessoas.”

A forma úmida da degeneração macular relacionada à idade é causada pelo crescimento dos vasos sanguíneos. Isso provoca o inchaço e o sangramento da retina.

O processo pode acontecer muito rapidamente, com a visão sendo danificada em dias. Idade, fumo e histórico familiar são os principais fatores de risco.

Alto risco

Já há relatos na literatura médica dos riscos da aspirina, como os sangramentos internos. Para a equipe que conduziu o experimento, o risco de dano à visão “também deve ser considerado”.

Os pesquisadores reconheceram, no entanto, que para a maior parte dos pacientes, há “pouca evidência” para mudar a prescrição do medicamento.

Eles também indicaram que o uso da droga seja reavaliado em pacientes de alto risco, como aqueles que já possuem a doença em um de seus olhos.

Segundo o professor Jie Jin Wang, especialista em olhos da Universidade de Sydney, a descoberta pode fazer com que os médicos rediscutam a ingestão do medicamento com seus pacientes.

A Macular Society, entidade britânica ligada à área, disse: “A evidência está aumentando sobre a associação da aspirina e da forma úmida da degeneração macular; entretanto, ainda há um longo caminho a percorrer neste tema.”

“Para pacientes que sofrem de cardiopatias, os riscos para a saúde com a interrupção ou não prescrição da aspira são muito maiores do que o desenvolvimento da doença ocular.”

“Pacientes que estão tomando aspirina não devem interromper seu uso antes de falar com seus médicos.”

Fonte: BBC Brasil

http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2013/01/22/uso-prolongado-de-aspirina-e-ligado-a-tipo-de-cegueira.htm