Parábola dos ALPINISTAS

O alpinista místico e o alpinista social no Reino de DEUS  

Assim falou INRI CRISTO:

“Todos os seres humanos que, sob a égide da Divina Providência, conseguem atravessar o túnel trevoso repleto de aranhas, lacraias, escorpiões, serpentes, crocodilos, chacais, hienas etc. para enfim estar frente a frente com o Filho do Homem que vos fala, tornam-se alpinistas, sejam eles discípulos eclesiásticos, ecléticos, beneméritos ou seguidoresTodavia, considerando a busca de cada filho de DEUS na atual encarnação, existem distinções. Dessa forma, há os alpinistas místicos e os alpinistas sociais. 

Os alpinistas místicos são aqueles que tem na busca como único foco a evolução, a ascensão espiritual, a simbiose com o ALTÍSSIMO, conscientes de que o destino último do ser humano é transcender, escalar a montanha mística rumo ao Infinito. Eles se acercam do Filho do Homem e, dotados de um caráter firme, forte, não permitem que nada nem ninguém abale a certeza do ideal de vida que escolheram. Investidos da segurança divina, da convicção inquebrantável em servir o SENHOR, eles vêm ‘com tudo’. Quando conseguem ascender ao status de discípulo eclesiástico, tornam-se blindados, inabaláveis colunas do Reino de DEUS; ninguém do mundo profano consegue abduzi-loscooptá-los. Os alpinistas místicos dedicam-se de corpo e alma à causa de meu PAI, SENHOR e DEUS, sabem onde estão, porque vieram e para onde irão, por isso andam eretos, mirando o Infinito.

Já os alpinistas sociais, via de regra, são vulneráveis, estão à mercê de abdução por integrantes da sociedade iníqua, corrupta e moribunda deste mundo caótico, que podem, e não raro conseguem, lentamente plantar ideias de ascensão social em suas cabeças. Permanecem seduzidoshipnotizados pelas ofertas e possibilidades de ascensão social, desconhecendo que a ambição é um ‘saco sem fundo’, e o instinto para querer mais e mais os impede de vislumbrar que eram felizes quando viviam sob a égide da Divina Providência no Reino de DEUS.

Estes que se deixaram hipnotizar tinham predisposição para o mundo profano, nutriam ambição pessoal, almejavam obter um título, uma posição social elevada, distante da periferia onde viviam. Esse desejo pode ficar latente por anos até o alpinista encontrar um meio de concretizar suas aspirações profanas através de abdutores de diversas áreas, que por vezes adentram as cercanias da SOUST. Porém, aqui é o Reino de meu PAI, SENHOR e DEUS, onde todos que estão só podem permanecer por Ele, por amor a Ele. Eu já adverti há milênios: “Quem não junta comigo espalha” (Mateus c.12 v.30). Então, quando um profano consegue cooptar, abduzir alguém de volta para o mundo, pode de repente pensar, inspirado pelas trevas, que conseguiu uma vitória; ledo engano. Desconhecendo os desígnios de DEUS, ignora que só o SENHOR permite que alguém seja abduzido, posto que estava predestinado a ser integrante da Parábola do Filme, que há décadas meu PAI ordenou proferir e inserir na literatura da SOUST.

De minha parte, continuo sempre incluindo-os em minhas orações, pois continuam sendo meus filhos. Em que pese olvidando-se do SENHOR do destino, eles fizeram uso consciente ou inconsciente do livre-arbítrio. E porque tenho consciência de que nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS, compreendo que eles cumpriram a missão durante o tempo determinado pelo meu PAI. Olharei cada um deles sempre com muito amor considerando o período de suas vidas que dedicaram ao Reino de DEUS. Existem as exceções: aqueles que, mesmo retornando ao mundo, continuam conectados fervorosamente dedicando-se à Causa Divina, passando a integrar a Confraria dos Beneméritos

Vale lembrar de casos em que os alpinistas permaneceram longe de mim por algum tempo, e quando perceberam que foram abduzidosseduzidosinduzidos pelo maligno, retornaram arrependidos. Certa feita, houve um alpinista social que ficou aproximadamente um ano distante de mim; ele havia deixado de frequentar a SOUST e passou a visitar um templo farisaico. Quando voltou, indaguei-lhe ante os presentes na audiência: “Por que tu voltaste? Por que não ficaste lá?” Ao que ele respondeu: “Depois que a verdade entra, não cabe mais nada. Eles diziam ‘Jesus! Jesus! Aleluia!’ Eu olhava para um lado e para o outro e não te via. O Senhor não estava lá, eu não te senti lá; senti apenas o oco, o vácuo da tua ausência. Por isso voltei” (Vide Parábola do Barco Náufrago). Eis um exemplo de que é preciso manter-se vigilante a fim de permanecer na rota do PAI e não seguir o fantasioso e largo caminho da perdição (Mateus c.7 v.13).

Meus queridos e benditos filhos, alpinistas do meu coração, lembrai-vos sempre que o ALTÍSSIMO, das culminâncias do Infinito, a tudo e a todos contempla; Ele é o Supremo CRIADOR, único Ser incriado, único Eterno, único Ser digno de adoração e veneração, Onipresente, Onisciente, Onipotente, único SENHOR do Universo. Portanto, a união com o PAI Celeste será sempre a meta mais elevada, o objetivo mais sublime, o cume da realização humana, principalmente de quem foi destinado pelo SENHOR para ser príncipe de Seu Reino de Luz”.

 Brasília, 22 de março de 2015.

 

0 respostas

Deixe uma resposta

Want to join the discussion?
Feel free to contribute!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *