Parábola do TESOURO

Assim falou INRI CRISTO:

“Imaginai, meus filhos, um homem abastado cuja riqueza é tão imensa que necessita de diversos cofres a fim de neles depositar ouro, diamantes, joias, pedras preciosas, enfim, as incontáveis riquezas amealhadas durante toda a vida. À medida que acrescenta riquezas, mais ele fica de olhos atentos, mais ele tem zelo e amor pelos cofres, que são o depósito de seu tesouro, fruto de longos anos de suor e árduo trabalho.

Da mesma forma sucede convosco, meus filhos. Para mim e aos olhos de meu PAI, SENHOR e DEUS, cada um de vós que sois meus discípulos e na extensão meus seguidores se assemelha a um dos cofres onde deposito a riqueza celestial, que é diferente da riqueza dos homens.

Esta riqueza de que vos falo são os ensinamentos ministrados por mim da parte de meu PAI, transcritos nas parábolas e circulares estojadas no livro DESPERTADOR, fiel depositário da doutrina do Reino de DEUS, as experiências de vida que adquiri nos longos anos de peregrinação sobre a terra e que agora vos relato a fim de que também tenhais conhecimento e, sobretudo, segurança (“Entesourai para vós tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem a traça os consomem, e onde os ladrões não perfuram as paredes nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” – Mateus c.6 v.20 e 21).

Cada vez que deposito mais riquezas nos cofres, ou seja, quanto mais vos transmito os ensinamentos, a luminosa sabedoria emanada do ALTÍSSIMO, sendo fiéis guardiões do tesouro de meu PAI, mais eu vos amo, mais sereis fortes e felizes, dignos das bênçãos celestiais e de serdes chamados de filhos de DEUS. Vós, meus filhos, que sabeis quem sou e tendes consciência de minha identidade, sois o maior bem, a maior riqueza, a maior dádiva que meu SENHOR e meu DEUS concedeu-me desde o jejum em Santiago do Chile, quando me revelou que sou o Primogênito e vós sois meus descendentes (“Ó PAI, quero que, onde eu estou, estejam também comigo aqueles que me deste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo. PAI justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste” – João c.17 v.24 e 25).

Portanto, quando guardais e zelais pelas riquezas celestiais, mais amor mereceis de minha parte e da parte de meu PAI, que me reenviou a este mundo. Dentro da lei da igualdade, que, convém uma vez mais ressaltar, consiste unicamente em distribuir-se desigualmente a desiguais na medida em que se desigualam, quanto mais vós sois fiéis depositários do tesouro celestial na condição de discípulo, seguidor, benemérito, ou seja qual for o vínculo com o Reino de DEUS, mais vossos olhos brilharão, mais estará registrado em vosso semblante que sois dignos de meu amor, de minha afeição, de meu carinho e da bênção de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim.”

 

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