A arte transcendental de distinguir os pensamentos

A arte transcendental de distinguir os pensamentos

A  prudência é a mestra dos bem-sucedidos

Assim falou INRI CRISTO:

‘Manifesta o teu pensamento, ainda que sob o rugir das procelas humanas (…)’. Vós podeis e deveis manifestar sim o pensamento, mas o vosso pensamento ou o inspirado pelo ALTÍSSIMO, não permitindo jamais que os miasmas externos interfiram. Antes de externar o pensamento, a princípio deveis distinguir, raciocinar se ele veio de vós, se fora inspirado pelo PAI ou emanado das trevas.

Como identificar a origem dos pensamentos? A resposta é simples: ‘Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora ao teu PAI em segredo. E teu PAI, que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa’ (Mateus c.6 v.5 e 6). Após um colóquio íntimo com o PAI, Ele vos dará a saber a origem do pensamento, vós logo sentireis. E qual a finalidade de saber a origem de vossos pensamentos? Identificando a origem, conscientes da lei divina, ireis externá-los ou não.

Ao aceitar uma interferência externa no neurometafísicosistema, e vos sentirdes impelidos a emitir um pensamento do maligno, estareis empreendendo uma viagem sem volta, uma vez que ele produzirá prejuízos irreversíveis no vosso ambiente, e não podereis recolher de volta as palavras proferidas. Na verdade, não era o vosso pensamento, e sim alguém de fora que vos induziu a pensar. Se decidirdes, consciente ou inconscientemente, emitir o pensamento negativo, traduzido em palavras, estareis obedecendo ao agente das trevas, consequentemente, gerar-se-ão danos irreparáveis em vosso ambiente, pois o pensamento emitido, transformado em som, produz efeitos maléficos… ‘Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que disto passa procede do maligno’ (Mateus c. 5 v. 37).

Lembrai-vos sempre: se não emitirdes o pensamento do maligno, a energia negativa não será gerada, logo, não será propagada. Por exemplo, declarar profanos sentimentos amorosos ao vosso semelhante, em estando comprometidos com o ALTÍSSIMO ou no exterior do Reino de DEUS, consorciado com quem quer que seja, outrossim, é emitir a vontade do maligno, uma vez que o amor verdadeiro não carece ser declarado, basta por si só, vibra de coração para coração, em harmonia com o SENHOR do Amor. Por outro lado, quando emitirdes pensamentos inspirados pelo ALTÍSSIMO, podereis vos beneficiar e a outrem resultando em boas obras, culminando com relações sociais amistosas…

Reitero uma vez mais: na dúvida, a única forma de saber a origem do pensamento é orar ao PAI, no quarto com a porta fechada (Mateus c.6 v.6). Quando perceberdes ou pressentirdes um pensamento fora do trivial, considerando um juízo de valor, então recolhei-vos no vosso aposento e buscai no SENHOR a resposta; só então sentireis se o pensamento é fruto de inspiração emanada dEle. Ao contrário, se externais um pensamento oriundo do maligno, após emitido pelos vossos corpos, sereis os responsáveis, tereis que arcar com as consequências das palavras que proferistes, pagareis o preço por terdes sido portadores, agentes do pensamento, cavalgaduras do maligno.

A voz do povo diz: ‘o peixe morre pela boca’. Por várias vezes vi pessoas caluniando outras, ofendendo, propagando pensamentos das trevas. Por isso, vós deveis sempre vigiar para não receberdes, não serdes portadores da energia maligna, que vos fará externar pensamentos que não são vossos. Podeis pensar o que quiserdes, mas não deveis externar o pensamento negativo. Não é hipocrisia evitar falar algo que vos ocorreu sem terdes convicção da origem, e sim, prudência. Obviamente, o melhor é sempre pensar positivamente, jamais permitindo interferências negativas.

É lícito externar os vossos pensamentos ou os emanados do PAI, com honestidade a fim de praticar boas obras. Todavia, lembrai-vos: ‘Quem diz o que quer, ouve o que não quer’. Neste caso, o principal é não emitir o pensamento, quando não tiverdes certeza absoluta da origem; buscai sempre distinguir se sois vós que estais a pensar. Reitero uma vez mais: ‘Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que disto passa procede do maligno (Mateus cap. 5 vers. 37).

Enfim, meus filhos, protegei-vos, mantei-vos unidos ao PAI, conscientes do perigo de emitir o pensamento de origem trevosa, uma vez que ao externá-lo, vos tornareis responsáveis pelas consequências.

Que a paz seja convosco!”

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