A árvore-símbolo do Reino de DEUS

Como e por que o ALTÍSSIMO escolheu a árvore símbolo do Reino de DEUS

Em 1983, quando INRI CRISTO estava em Beauvais, département de l’Oise, na França, o ALTÍSSIMO ordenou-lhe que colocasse no papel o que viria a ser a 1ª Reforma Estatutária da SOUST. Nesta ocasião, Geneviève e Allain Faivre albergavam o Filho do Homem em sua casa, que era anexa à École Maternelle Paul Eluard, situada coincidentemente em frente à sinagoga. Ambos dormiam no quarto de hóspedes e deixavam que INRI CRISTO se alojasse no quarto sede. Neste alojamento, bem em frente à cama, havia uma árvore que INRI nunca tinha visto e cujo nome desconhecia; estava enterrada num vaso e suas frondosas ramificações atingiam o teto. Quando INRI recebeu do SENHOR a reforma e começou a rascunhá-la (rascunhava de uma maneira peculiar porque não é letrado), conta-nos haver percebido – ninguém é obrigado a crer – que o papel no qual escrevia chegou a ficar quente, conforme atestaram a posteriori seus anfitriões. O único ser vivo a testemunhar quando INRI rascunhou esta reforma estatutária foi a árvore Ficcus, que estava no alojamento. Posteriormente INRI CRISTO voltou ao Brasil e cumpriu as ordens do SENHOR, oficializando a Reforma do Estatuto, onde consta que Brasília é a Nova Jerusalém.

Por haver sido o único ser vivo a testemunhar aquele momento, INRI pediu aos franceses que trouxessem uma muda desta árvore quando viessem ao Brasil visitar a Casa do SENHOR, na então sede provisória da SOUST em Curitiba. INRI CRISTO determinou que aquela árvore fosse deixada num alojamento onde pudesse vê-la todos os dias. Tempos depois, caminhando pela Rua das Flores em Curitiba, passando em frente a uma floricultura, INRI CRISTO deparou com uma árvore igual àquela. Perguntou o nome e a procedência. Disseram ser a árvore Ficcus, oriunda de regiões de clima tropical, como o Brasil. Ironicamente, INRI CRISTO mandou vir da França uma árvore que existe aqui; todavia, segundo nos conta, pensou: “O SENHOR tem os seus motivos”.

Um dia “por acaso”, INRI escutou na rádio Educativa de Curitiba o depoimento de um engenheiro florestal. O entrevistador perguntava-lhe qual era a árvore que mais causava problemas com as raízes. Ele respondeu que era a árvore Ficcus porque ela se infiltra, penetra nas calçadas, invade tubulações, manilhas, enfim, é a árvore mais perseverante, mais invasora de todas as árvores. Então INRI compreendeu que seu PAI, SENHOR e DEUS escolheu justo essa para ser a árvore símbolo do Reino de DEUS porque a SOUST se impregna, penetra nas almas dos habitantes da Terra de tal forma que ninguém consegue remover; e assim ela vai avassalando, vai invadindo sem pedir licença. Coincidentemente, quando o SENHOR determinou a transferência da sede da SOUST para Brasília (que estava prevista desde a fundação em 1982, no artigo 14 dos Estatutos), a espécie de árvore que mais existia no local reservado pelo SENHOR para ser a nova sede eram justamente enormes árvores-símbolo. E este lugar não foi escolhido por INRI CRISTO; foram os discípulos, mais precisamente as discípulas, inspiradas por DEUS. Quando INRI chegou para tomar posse, já existiam aquelas enormes árvores-símbolo à sua espera. E justo porque as raízes crescem sem pedir licença, passados uns meses foi necessário podar as árvores da Casa do SENHOR como demanda a natureza. INRI CRISTO autorizou que contratassem uma equipe de profissionais para podar essas árvores, discipliná-las, pois estavam crescendo de forma muito agressiva.

Logo após a poda destas árvores, o escritor Pedro Lusz, auto do livro Furacão sobre o Vaticano, esteve em Brasília na sede da SOUST e pediu que INRI falasse sobre a poda dessas árvores relacionando-a à disciplina do Reino de DEUS.

arvore-simbolo-2Assim falou INRI CRISTO:

“A paz da Casa do SENHOR está entesourada na disciplina, na observância das Leis do SENHOR. Assim como foi necessário podar, disciplinar as árvores símbolo, meu PAI disse que, como diligente jardineiro, tenho a missão de podar, disciplinar os meus filhos, pois às vezes é preciso parar, conter alguns lados da vida para que outros se manifestem. Enquanto o ser humano não tem uma disciplina muito segura, definida, precisará ser podado, ou podada, para que as forças, as ações se equilibrem. No caso dos seres humanos, a poda é a forja à qual necessitam ser submetidos… ao contrário, outros galhos jamais teriam a chance de brotar, crescer e gerar frutos. Ou seja, outros aspectos da vida seriam impedidos de se manifestar e transformar-se em aprendizado e experiência.

Lembrai-vos sempre que nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS. O destino de cada um de vós está nas mãos do SENHOR do destino; mesmo quando Ele vos der a experimentar o amargo cálice da dor, da perda, da aflição… que são as podas da vida, bebei-o com paciência e humildade, pois assim como no fogo se experimenta o ouro, é no sofrimento que se conhecem o interior dos seres humanos e as verdadeiras intenções. Na poda, no sofrimento, na forja, os grandes espíritos elevam-se acima de si mesmos e praticam atos louváveis e os espíritos mesquinhos se revelam, desnudando a falsa indumentária de bondade. Se mantiverdes vossa confiança no SENHOR, mais adiante Ele vos mostrará que as oportunidades de crescimento e aprendizado estão justamente atreladas às situações mais difíceis, às turbulências e tempestades, aos momentos de angústia… é justamente nessas horas que se despertam as sementes do amadurecimento, purificação e evolução de vossas almas. Portanto, confiai plenamente no SENHOR do destino; só assim sobrepujareis os abrolhos dos caminhos e atravessareis serenamente as tribulações que fazem parte do destino de cada um de vós”.

Brasília, 15 de julho de 2007.

Curiosidade: O estabelecimento do Estado de Israel em 1948 é o florescimento da figueira?

Não há a menor dúvida entre os estudiosos da Bíblia de que o estabelecimento do Estado de Israel, em 14 de Maio de 1948, é o cumprimento da profecia da figueira. Ao longo da Bíblia, refere-se a Israel como sendo a figueira. Oséias 9:10 diz: “Encontrei Israel como cachos de uva no deserto; vi os seus pais como os primeiros frutos da figueira, que aparecem no cimo dela”.

Após descrever seu retorno, em Mateus c.24 v.32 a 34, Cristo diz isto: “Compreendei isto por uma comparação tirada da figueira: quando os seus ramos estão tenros e as folhas brotam, sabeis que está perto o estio; assim também, quando virdes tudo isto, sabei que o Filho do Homem está perto, às portas. Na verdade vos digo que não passará esta geração, sem que se cumpram todas estas coisas”. Muitos concordam que isto quer dizer que a geração das pessoas que testemunharam a figueira brotando suas folhas (Israel tornando-se uma nação) não passará até que retorne o Filho do Homem.

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