Memorial da SOUST

09/11/2013

Memorial da SOUST

 memorial

Histórico dos pertences que o ALTÍSSIMO agregou à indumentária de INRI CRISTO desde a revelação de sua identidade em Santiago do Chile, em setembro de 1979, e a origem do símbolo da SOUST 


1ª TÚNICA DE INRI CRISTO

A 1ª túnica de INRI CRISTO, de linho puro doado pelo chileno Alamiro Tápia, foi costurada pela professora de Filosofia Berta Segura Sanchez, em Santiago do Chile. Com essa túnica INRI jejuou e teve a revelação de sua identidade em setembro de 1979. Posteriormente, INRI CRISTO continuou sua peregrinação pela América Latina. Em Lima – Peru, no Hotel Savoy, recebeu o forro de seda. No Equador, falou na TV no programa de Christian Johnson; na Colômbia falou no programa Desayuno (canal 7). A expulsão da Venezuela propiciou a vinda de INRI CRISTO a Brasília pela primeira vez, em fevereiro de 1980. Hospedado no Hotel das Américas, quando INRI abriu a janela do quarto pela manhã e avistou a Esplanada, seu PAI, SENHOR e DEUS disse-lhe:

“Eis a Nova Jerusalém*, onde futuramente irás estabelecer a sede do meu Reino…” (* Apocalipse c.21)

INRI CRISTO continuou sua peregrinação em direção à América Central. No Panamá, conheceu HELENA K. DE LIN, proprietária do Hotel Lux, que mais tarde, em San José de Costa Rica, doou-lhe o BOLDRIÉ oriundo de Cingapura, complementando a indumentária. Até então INRI andava de túnica, manto e sandálias, todavia sem o boldrié. Peregrinou por Guatemala, Nicarágua, Honduras, El Salvador, México… Banido dos EUA, seguiu em direção à Europa, onde passou pela Espanha, Portugal, Luxemburgo, Mônaco, sempre falando ao povo nas praças públicas. Expulso da Inglaterra, foi acolhido na França, onde permaneceu por nove meses. Declarado apátrida em Thionville, regressou ao Brasil em 1981.

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Com essa túnica, INRI CRISTO percorreu todas as capitais e principais cidades brasileiras, praticou o revolucionário Ato Libertário em Belém – PA, no histórico 28/02/1982, e esteve no Vaticano em 24/09/1983 a fim de proferir a SENTENÇA de extinção da proscrita igreja romana:

“Seque, árvore enferma, seque! Seque para que a boa árvore que eu plantei* viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutos que tu me negas”.

* (SOUST)

Quando a túnica estava suja, ele lavava à noite na pia do hotel a fim de usá-la no dia seguinte. Foi assim que INRI CRISTO peregrinou de país em país até instituir na Terra o Reino de DEUS, oficializado pela SOUST, no histórico 28/02/1982.

1º MANTO DE INRI CRISTO

Quinze anos antes de encontrar INRI CRISTO, Berta Segura Sanchez adquiriu esse manto de lã pura, na cor natural (cru), no interior do Chile. Quando INRI fez o jejum já vestido com sua inseparável túnica, estava frio e então Berta Sanchez trouxe-lhe esse manto dizendo: “Maestro, vuestra frazada”. A principio, INRI depreciou-o por conta da cor natural, que aparentava suja, mesmo assim agregou-o pressentindo ser parte do resgate de sua antiga indumentária.

Um ano mais tarde, em Montataire, na França, hospedado no hotel “Quatre Az”, INRI saiu do banheiro com uma toalha bordô nos ombros. Ao mirar-se no espelho, o SENHOR mostrou-lhe que aquela deveria ser a cor de seu manto, “rouge ecclesiastique” (vermelho eclesiástico). INRI então percorreu diversas cidades francesas: Paris, Amiens, Beauvais… na tentativa de tingi-lo naquela cor. Após ouvir diversos “nãos” alegando que a lã natural encolheria em contato com o calor, em Bergerac finalmente a dona de uma tinturaria, aparentando uns 70 anos, prontificou-se a tingir o manto de INRI CRISTO exatamente naquela cor indicada pelo SENHOR.

AS SANDÁLIAS DE INRI CRISTO

As primeiras sandálias de INRI CRISTO lhe foram doadas por uma mulher chamada Maria, que foi ao seu encontro no Instituto Villa Sana, onde INRI convalescia após o jejum em 1979. Esta mulher ungiu os pés de INRI com suas lágrimas ao calçar-lhe as primeiras sandálias; confidenciou-lhe que naquele momento sentia estar cumprindo a missão para a qual viera ao mundo. E assim, ao transitar nos aeroportos, estações de trem e praças públicas nos diversos países que visitara, quando muitos riam, debochavam e até ultrajavam INRI CRISTO por suas vestes antigas (“demodê”) e pés desnudos, a lembrança das lágrimas desta mulher dava-lhe segurança para seguir destemido seu inexorável destino.

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 Em 1980, quando INRI esteve em Brasília pela primeira vez, o líder de uma comunidade de essênios obsequiou-lhe um novo par de sandálias, mais singelas do que as chilenas. Como é possível observar, uma delas foi remendada, porque o ALTÍSSIMO determinara que INRI deveria subir no altar da catedral de Belém para a prática do Ato Libertário, no histórico 28/02/1982, com esta rústica sandália.

1º FORRO DE SEDA

Chegando a Lima – Peru, após falar ao povo na praça San Martín e no programa de TV de Linda Gusman, uma ouvinte peruana foi ao encontro de INRI CRISTO no Hotel Savoy com a missão de agraciar-lhe com este forro de seda, que mais tarde cobrira seu corpo quando o detiveram e lhe arrancaram a túnica à força por ocasião do Ato Libertário em Belém do Pará, no histórico 28/02/1982 (vide foto).

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 A SACOLA

Após receber a túnica, o manto e as sandálias, quando estava em Marselha, na França, INRI CRISTO teve a revelação do PAI de que era chegado o momento de possuir a sacola, na mesma medida da que Judas portara outrora. Um quitandeiro indicou-lhe uma sapataria bem antiga, onde um ancião se prontificou a confeccionar desde que INRI permanecesse próximo a ele durante o tempo da feitura.

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Enquanto INRI estava em solo francês em 1981, quem carregava esta sacola era Christian Obry, oficial do exército (vide foto). Quando INRI retornou para fundar a sucursal francesa da SOUST em 1983, Christian, convidado a participar da diretoria, ajoelhou-se diante de INRI CRISTO surpreendendo os demais presentes e confessou chorando convulsivamente: “Rabi, Rabi, pardon, jes ne suis pas digne de toi, je suis Judas Iscariotes”.

Finalmente de posse de seus antigos pertences: túnica, manto, sandálias, sacola, INRI CRISTO sentiu-se completo, apto a iniciar sua mística revolução.

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Cumpriu-se assim o que ele disse há dois mil anos prenunciando seu retorno:

“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. Ele me glorificará, porque RECEBERÁ DO QUE É MEU e vo-lo anunciará. Tudo que o PAI tem é meu. Por isso eu vos disse que ELE RECEBERÁ DO QUE É MEU e vo-lo anunciará. Um pouco e já não me vereis, e outra vez um pouco e ver-me-eis, porque vou para o PAI” (João c.16 v.7 a 16).

A COROA

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Em 1993, em Antonina – PR, INRI CRISTO recebeu ordem do ALTÍSSIMO de usar a coroa cravada de espinhos, simbolizando a reprovação de seus contemporâneos (“Mas primeiro é necessário que ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem” – Lucas c.17 v.25 – 35).

Um ato de deboche dos antagonistas que o crucificaram há dois mil anos (“Salve, ó Rei dos judeus” – João c.19 v.3) legitimou o status de Rei dos reis, o único Rei coroado pelos inimigos.

Mais tarde, por ordem do ALTÍSSIMO, a coroa de INRI CRISTO foi tingida de branco, simbolizando a paz e a Luz, e os espinhos removidos, como sinal de que está se exaurindo o período da reprovação do Filho do Homem.

O SÍMBOLO DA SOUST

Em Lima – Peru, no final de 1979, hospedado no Hotel Savoy, INRI CRISTO vivenciou um momento transcendental… Após falar na TV, no programa de Linda Gusman, um cardume de gente veio em sua direção e isso irritou o dono do hotel, um judeu que, com os olhos flamejantes de ódio, manifestou a intenção de expulsá-lo. Diante disso, o filho desse judeu, Rafael Varom, foi ao encontro de INRI para explicar-lhe o real motivo da cólera de seu genitor. Contou-lhe que, por haver se apaixonado por uma cristã, a família o internou numa clínica psiquiátrica para que ele desistisse de se juntar à Akum.

cruz

E então, emocionado, Rafael entregou a INRI esta cruz na qual fixou a estrela de David, dizendo-lhe:

“Assim haverá de ser, DEUS há de juntar os judeus e os cristãos como um só povo, uma só religião, porque somos todos filhos do mesmo DEUS, para que ninguém mais sofra o que já sofri e estou sofrendo”.

arca

Em junho de 1980, no México, INRI CRISTO recebeu instrução de seu PAI, SENHOR e DEUS de que a ESTRELA DE DAVID fixada à CRUZ, como se um mastro fora, juntamente com a ARCA, integrariam o enigmático símbolo-mor do Reino de DEUS, oficializado pela SOUST.

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

Fonte:

http://inricristo.org.br/index.php/pt/biografia/historia-da-soust/799-memorial-da-soust

 

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