Autocirurgia: médico brasileiro faz cirurgia plástica em si mesmo [vídeo]

Autocirurgia: médico brasileiro faz cirurgia plástica em si mesmo [vídeo]

06/10/2012

 Atenção: este artigo contém vídeo e descrições gráficas. Se você é sensível a este tipo de conteúdo, não prossiga.

Tem gente que quando corta o dedo, desmaia. Cortar a própria barriga de propósito, então? Com certeza muitos não conseguiriam mesmo que disso dependesse suas vidas.

Não é o caso do cirurgião plástico brasileiro Luiz Américo de Freitas Sobrinho, que recentemente realizou uma abominoplastia inferior, uma cirurgia plástica no abdome inferior, em si mesmo.

Por quê? Segundo ele, pela curiosidade, pelo desafio, pelo aprimoramento técnico e profissional e, claro, como todo bom cirurgião plástico, pela estética (a finalidade principal do tipo de cirurgia realizada por Freitas Sobrinho é estética: serve para reduzir a “dobra” do abdome que fica logo acima do púbis).

“Pesquisei por cerca de uns dois anos os prós e contras da autocirurgia. Alguns colegas me apoiaram, outros me aconselharam a iniciar uma terapia e, por sorte, o restante me desafiou. Estes últimos contribuíram para que eu tomasse tal decisão, tendo em vista que gosto muito de desafios”, contou o Dr. Freitas Sobrinho ao Hype.

Inclusive, Freitas Sobrinho disse que, ao ler a história do médico soviético Leonid Rogozov, que precisou retirar seu apêndice para salvar sua própria vida durante uma missão na Antártica [no artigo “As 10 mais incríveis autocirurgias do mundo” do Hype], recebeu o impulso que faltava para fazer o mesmo que o corajoso colega fez.

A cirurgia

A cirurgia durou cerca de duas horas. Na sala de operação estavam presentes, além do Dr. Freitas Sobrinho, outros dois médicos cirurgiões e uma clínica geral como equipe de apoio.

Freitas Sobrinho utilizou anestesia local para realizar a autocirurgia, como costuma fazer com a maioria dos procedimentos de pequeno e médio porte executados por ele em sua clínica. A anestesia local e sedação muscular são preferíveis à anestesia geral e sedação venosa, já que o sangramento nesses procedimentos é quase inexistente e os riscos da segunda são maiores.

Com o peso de 92 kg e altura de 1,70 m, o cirurgião realizou a operação acima de seu peso ideal. Segundo ele, é importante ressaltar que, se as pessoas são operadas dentro do peso ideal, futuras correções para retirada de sobras de tecidos em consequência de emagrecimentos posteriores às cirurgias podem ser evitadas.

O procedimento cirúrgico incluiu a extirpação da pele e do tecido gorduroso na forma de uma elipse, mas em pedaços (técnica usada normalmente por Freitas Sobrinho), retirando diversos segmentos de cerca de 10 centímetros cada, cauterizando e dando os pontos. “Esquecemos de pesar, mas acredito que não retirei mais do que um quilo em tecido gorduroso, já que ele pesa pouco”, explicou o médico, que está contente com o resultado.

Agora fica a pergunta que não quer calar: como foi que o Dr. Luiz Américo Freitas Sobrinho teve o sangue frio de cortar a si mesmo?

Ele disse que não ficou nervoso, nem sequer hesitou ou pensou em desistir, mas teve que lidar com a ansiedade. No fim, acabou se sentindo tão bem que por pouco não realizou pequenas lipoaspirações nas laterais do seu abdome. “Isso só não foi possível porque os colegas e demais funcionários tinham outros compromissos agendados, o que não invalida planos para próximas autocirurgias”, contou, rindo.

Claro que autocirurgias não são possíveis em todos os casos, porque há locais em que as nossas próprias mãos não conseguem chegar. Mas o Dr. Freitas Sobrinho não teve muitas dificuldades. “Por alguns momentos, precisei de um espelho que me foi posicionado logo abaixo do meu abdome, apenas para que eu pudesse visualizar a área cirúrgica, mas não para as incisões, porque os movimentos são ao contrário do que a gente pensa em fazer”, explica.

Biografia

Luiz Américo Freitas Sobrinho nasceu em 30 de novembro de 1946 no município de Planalto, em São Paulo. Formou-se em medicina na Universidade de Brasília em 1975, e concluiu a residência médica em cirurgia plástica no ano de 1978, no Hospital de Base do Distrito Federal.

Sua carreira foi iniciada na cidade de Campinas, em São Paulo, e alguns anos depois Freitas Sobrinho se mudou para Jundiaí-SP, onde passou a exercer sua especialidade na Plasticlínica Jundiaí, que atualmente leva seu nome.

Fonte:

http://hypescience.com/video-medico-brasileiro-faz-cirurgia-plastica-em-si-mesmo/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedburner%2Fxgpv+%28HypeScience%29

Vinagre de Arroz… Saúde

Vinagre de Arroz… Saúde

04/11/2012

vinagre_arroz

“É fato conhecido que o vinagre de arroz elimina a intoxicação por gás, e serve para curar desmaios. O vinagre é usado pelos orientais como tempero, desde remotas datas. Especialmente vinagre de arroz, conhecido como remédio por excelência, ainda hoje em dia cura muitas doenças e as previne.

Quando o sangue torna-se acido, ocorre a formação em excesso de acido láctico, o que provoca cansaço e câimbras, originando, também, muitas outras doenças.

No vinagre de arroz integral existem somente substancias que não prejudicam o organismo. Estas são os aminoácidos e ácidos orgânicos, que queimam as substancias nocivas do organismo. Os atletas alemães das Olimpíadas declararam em entrevista que comem verdura com vinagre de maçã para descansar o corpo e mantê-lo em forma.

Muitos usam o vinagre de maçã e de uva, mas poucos conhecem o vinagre de arroz integral, que possui eficiência muito superior aos demais. Neste vinagre, há mais de 70 tipos diferentes de ácidos orgânicos e substancias que evitam a arteriosclerose, recuperam a força física e causam fortalecimento energético, alem de serem facilmente absorvidos pelo tecido lesado por queimaduras, picadas de insetos, doenças dermatológicas e eczemas. Estudos indicam ainda que este vinagre ajuda a melhorar a circulação sanguínea.

Os japoneses que sofreram o feito posterior da bomba atômica também se alimentaram de vários sabores ácidos; limão, laranja, verdura fermentada, vinagre, etc., e sobreviveram ao terrível efeito atômico, o que se explica pela presença dos ácidos que ajudam a eliminar os efeitos da radioatividade.

Constata-se que, uma grande maioria de pacientes de câncer não gostam do sabor ácido. Desde a antiguidade, sabe-se que quem gosta de sabor acido não contrai câncer. Para eliminar intoxicação de gás, em túneis ou escavadeiras, usa-se uma toalha molhada com vinagre fechando a boca e o nariz.

Uma pessoa desmaiada pode voltar a si aspirando o vapor de vinagre quente. Aos náufragos dá-se um pouco de vinagre quente, o que provocará vômitos de água bebida à força. Obtém-se ótimos resultados com doenças dérmicas usando um pouco de vinagre fervido com água e fazendo compressas no local durante 20 minutos. Para eliminação do suor da palma das mãos, dos pés e das axilas, passa-se um pano umedecido com vinagre.

Hipocrates, que viveu na idade antiga, também usava ventosa e vinagre para fazer curas. Isto mostra que o misterioso poder curativo do vinagre já era conhecido há muito, vindo desde a origem da Medicina.

O vinagre de arroz pode ser substituído pelo vinagre de maçã, que é gostoso, saudável e bom, embora este vinagre não contenha todas as substancias presentes no vinagre de arroz; mas possui bastantes ácidos e boas substancias ao organismo.

Para prevenir doenças, tomar um copo de água misturada com uma colher de vinagre e outra de mel de abelha, toda manhã e á tarde o que ajuda a combater o cansaço.”

Texto retirado do livro: Doenças – Causas e tratamentos – Autor: Dr. Jong Suk Yum – Editora Convite do Brasil – 1982.

Fonte:

http://unibiotica.wordpress.com/2009/04/05/vinagre-de-arroz/

Vinagre branco – Especial para alérgicos…

Vinagre branco – Especial para alérgicos…

02/03/2012

Usar VINAGRE para limpeza de vasos sanitário, piso e principalmente para limpar xixi de cachorro, tira totalmente o mau cheiro. 

No vaso adicionar bicarbonato e o vaso fico super limpo, tira toda aquela sujeira amarelada que as vezes se acumula no fundo e dos lados do vaso.

SABIA QUE O VINAGRE ERA USADO NOS ASILOS E HOSPITAIS? 

Use esse poderoso ingrediente na faxina e livre-se de produtos perigosos. Incrível como gastamos dinheiro com produtos de limpeza, não é mesmo?

Mas saiba que isso pode ser diferente. Basta conhecer as utilidades de um ingrediente simples da cozinha: o vinagre branco. Ele pode ser aplicado na faxina da casa.

Reunimos algumas dicas de uso do vinagre na limpeza de paredes, armários e até de panelas. Além de ficar livre de produtos tóxicos, você irá eliminar odores, desinfetar e lustrar com facilidade. E por um custo bem menor do que o dos limpadores comuns.

PAREDES: 

faça uma solução de vinagre e água morna em partes iguais.

Aplique-a sobre riscos de lápis e marcas espalhadas pelas paredes.

Esfregue o local com um pano macio até que as manchas desapareçam.


ARMÁRIOS: 

para eliminar o odor de mofo, esvazie os compartimentos e deixe pernoitar, dentro do móvel, uma bacia ou assadeira com vinagre branco puro. Em seguida, passe um pano embebido nesse líquido.

ODORES DE ANIMAIS: 

Para eliminar o cheiro de urina e fezes dos bichos de estimação, remova a parte sólida dos resíduos. Em seguida, aplique uma solução de dois terços de água morna e um terço de vinagre branco.

Logo depois, aplique um pouco de vinagre puro sobre o local e deixe secar naturalmente.

BANHEIRO:

Remova o mofo do rejunte dos azulejos aplicando uma boa quantidade de vinagre branco puro com uma escova de dente velha. Deixe-o agir por duas horas e, depois, lave a superfície com água e sabão. Para esfregar registros e as peças de louça, use uma esponja macia embebida numa solução (meio a meio) de água e vinagre. 

LAVANDERIA:

Coloque num borrifador a mesma quantidade de água e vinagre branco.

Aplique sobre manchas nas roupas antes de colocá-las na máquina.

Para aumentar o poder de limpeza do seu sabão em pó, espere a máquina de lavar encher e adicione à água uma xícara de chá de vinagre puro. Depois, deixe lavar normalmente.

COZINHA:

esqueceu a panela no fogo? Para retirar resíduos queimados do fundo de panelas e frigideiras, encha-as de água e adicione 4 colheres (sopa) de vinagre branco.

Leve ao fogo e deixe ferver.

Espere esfriar e lave normalmente.

Mas há mais benefícios do vinagre na cozinha: 

.. para desinfetar a máquina de lavar louças, dê um ciclo de pré-lavar com uma xícara (chá) de vinagre.

.. para deixar os copos de vidro brilhantes, deixe-os de molho numa bacia com água e gotas de vinagre branco. Depois, lave-os com detergente.

.. para deixar o fogão novinho em folha após fazer frituras, deixe um pouco de vinagre sobre a gordura 15 minutos antes de começar a limpeza.

SUGESTÃO: AO LAVAR TOALHAS DE BANHO NA MÁQUINA, SUBSTITUA O AMACIANTE POR VINAGRE.

Lavar as mãos com vinagre para anular a ação da soda cáustica. É ensinado para quem trabalha com a substância.

Tenho um cliente médico, especialista em doenças respiratórias, que condena o uso de amaciante, desinfetante e alvejante; principalmente quando há bebês,

crianças ou adolescentes em casa. Recomenda sempre o uso do vinagre branco.

 

Veneno fatal: Reflitam antes de comer camarão…

Veneno fatal: Reflitam antes de comer camarão…

13/11/2013

PARA CONHECIMENTO E DIVULGAÇÃO – UTILIDADE PÚBLICA

Em Taiwan, uma mulher morreu de repente com sinais de hemorragia em seus ouvidos, nariz, boca e olhos. Depois de uma autópsia preliminar, foi diagnosticado como “causa mortis” envenenamento por arsênico. Mas qual foi a origem do arsênico?

A polícia, então, iniciou uma profunda e extensa investigação.

Um professor de medicina foi convidado para ajudar a resolver o caso. O professor cuidadosamente examinou os restos existentes no estômago da vítima, e, em menos de meia hora, o mistério foi elucidado.

O professor disse: “O óbito não se deu por suicídio nem por assassinato, a vítima morreu acidentalmente por ignorância! O arsênico foi produzido no estômago da vítima”.

A vítima tomava Vitamina C todos os dias, que por si só não é nenhum problema.

O problema é que ela comeu uma quantidade grande de camarão no jantar.

Entretanto, na mesma ocasião, a vítima também tomou Vitamina C; é aí onde reside o problema.

Pesquisadores da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, descobriram através de experiências, que alimentos, como camarão “casca mole” contem alta concentração de compostos de 5-potássio, arsênico.

Tais alimentos frescos, por si só, não são tóxicos para o corpo humano!

Entretanto, ao ingerir a Vitamina C, devido a uma reação química, o inicialmente não tóxico 5-potássio-arsênico (anidrido também conhecido como óxido arsênico, As2O5) se converte no tóxico 3-potássio- arsênico (ADB anidrido arsênico), também conhecido como trióxido de arsênio (As2O3), que é popularmente conhecido como arsênico !

Dessa forma, como medida de precaução, NÃO coma camarão quando ingerir Vitamina C.

VITAMINA C  +  CAMARÃO = VENENO FATAL

Depois de ler isto, por favor,  encaminhe este texto a tantos quanto puder.

 
Ana Lúcia da Silva Lages
Médica do Hospital São Luiz/SP – Repassando, pois acho bom que todos tomem conhecimento.

 

 

Vegetariana de 100 anos inspira velhinhos no interior de São Paulo

Vegetariana de 100 anos inspira velhinhos no interior de São Paulo

12/06/2013

vegetariana de 100 anos inspira velhinhos sao paulo

Manter-se jovem pode ser uma questão de escolha

A apenas 200 km de São Paulo, na pacata cidade de São Pedro, mora aquela que é provavelmente a vegetariana mais velha do Brasil. Dona Felizarda é uma das moradoras mais felizes da Casa dos Velhinhos de São Pedro. Completamente lúcida, ela atribui a longevidade à uma alimentação vegetariana, ao fato de não fumar e também à liberdade.


Em entrevista à EPTV, filiada à Rede Globo no interior paulista, dona Felizarda disse: “Fui casada com um homem vaidoso e ciumento por longos 20 anos. Se fosse escrever um livro, escreveria que vivi um romance trágico. Mas, graças a Deus, eu fiquei viúva e nunca mais casei. Isso também contribuiu para minha saúde, viver livre, sem ninguém para me prender e me impedir de fazer o que quero.”

Dona Felizarda resolveu se casar quando já tinha 50 anos e escolheu não ter filhos, provavelmente pelas características negativas de seu falecido marido.

Nascida em 1913, Felizarda é filha de fazendeiros e conta que é a única que está viva até hoje de uma família de nove irmãos: “Só sobrou eu para contar a história. Eu sempre digo que a saúde é tudo. Por isso eu não como carne, não gosto de doce, não fumo e também não gosto de fritura.”

Além da alimentação vegetariana, dona Felizarda chama a atenção por ler sem óculos, mesmo com a idade tão avançada. Os livros são os eternos companheiros da simpática senhora que, na última quarta-feira (4), para a comemoração de seu centenário, pediu bexigas coloridas e um bom vinho. Como não gosta de doces nem de frituras, por isso, dedicou o bolo aos amigos.

Apaixonada por bonecos do papai noel, dona Felizarda divide o espaço que tem na Casa dos Velhinhos entre livros e lembranças do bom velhinho. Por não ter filhos, dona Felizarda é sozinha no mundo e sua única família são os companheiros e companheiras da Casa dos Velhinhos. “Eu amo ganhar bonecos de papai noel. Desde criança, quando morava na fazenda com o papai, as crianças gostavam de palhaço e boneca, mas eu não, eu gostava mesmo do papai noel.” – diz.

Se você quiser mandar uma cartinha ou um boneco de papai noel para a dona Felizarda, a Casa dos Velhinhos de São Pedro fica na Rua Joaquim Teixeira de Toledo, 1026 – Centro – São Pedro-SP. O CEP é 13520-000 e o telefone é (19) 3481.1313. No site Submarino você pode comprar uma lembrancinha pelos 100 anos dela e mandar entregar lá por menos de R$ 10 (já incluso o frete – vejas as opções). O ViSta-se mandou um papai noel de pelúcia para a dona Felizarda, tomara que ela goste.

vegetariana de 100 anos inspira velhinhos sao paulo 02

Fonte: http://vista-se.com.br/redesocial/vegetariana-de-100-anos-inpira-velhinhos-no-interior-de-sao-paulo/

 

Um espanto: fotógrafa documenta diariamente um lanche do McDonald’s que, 2 anos depois de comprado, ainda não se deteriorou

Um espanto: fotógrafa documenta diariamente um lanche do McDonald’s que, 2 anos depois de comprado, ainda não se deteriorou

01/10/2012

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“Happy Meal Project”: as batatas fritas e o hambúrguer fotografados no primeiro dia.

Oito anos depois do documentário Super Size Me, que obrigou a rede de fast food McDonald’s a reformular seu cardápio no mundo inteiro, incluir alimentos saudáveis nos famosos combos, como frutas e saladas, e investir pesadamente numa campanha para melhorar sua imagem de disseminadora de alimentação prejudicial à saúde — o que o documentário sugeria fortemente –, a cadeia internacional está diante de um novo desafio.

Trata-se do Happy Meal Project, da artista plástica e fotógrafa novaiorquina Sally Davies que, em 2010 resolveu registrar em fotografias diárias o processo de decomposição de um McLanche Feliz, formado por um hambúrguer e uma porção de batatas fritas. O lanche não está em geladeira nem nada parecido: fica no ambiente natural de uma casa.

Com o passar do tempo, a fotógrafa ficou estupefata: o sanduíche e as batatinhas continuavam com a mesma aparência, não mostrando sinais de alteração. Como se fossem de borracha ou de isopor.

No dia 10 de abril, o projeto completou 2 anos e — pasmem! — estava tudo igualzinho ao primeiro dia. As fotos, todas as 756 delas, estão expostas em seu site, e em seu espaço no flickr, e mostram que a única variação se deu no pão do hambúrguer, que se partiu em alguns pedaços devido ao ressecamento.

“Eu demoro a acreditar que se passaram dois anos desde o dia em que o comprei”, disse a fotógrafa dà agência espanhola de notícias EFE. “Eu pareço dois anos mais velha, mas para o hambúrguer o tempo não passa”.

Dia 756: o pão secou e se partiu em alguns pedaços; a carne do hambúrguer encolheu um pouco e endureceu, e as batatas fritas têm quase o mesmo aspecto

As batatinhas e o hambúrguer, 756 dias depois: tudo o que aconteceu foi que o pão secou e se partiu em alguns pedaços; a carne do hambúrguer encolheu um pouco e endureceu, e as batatas fritas têm quase o mesmo aspecto.

“Continuarei fotografando o hambúrguer até que ele se desintegre, o que pode custar o resto da minha vida natural”, explicou a artista, que constatou como nos 751 dias em que se dedica a fotografar esse exemplo de fast-food muito pouco mudou nos componentes do lanche infantil.

Davies acha que o lanche que comprou há mais de dois anos sofreu algum tipo de desidratação mas não iniciou nenhum processo de putrefação. E se pergunta que qualidades nutricionais que pode ter “um alimento que não apodrece nem se corrompe com a passagem do tempo”.

Um mês só comendo no McDonald’s — e o cineasta ficou péssimo

Em 2004, o cineasta americano Morgan Spurlock passou 30 dias se alimentando exclusivamente no McDonald’s: café da manhã, almoço e jantar, sendo monitorado por exames clínicos e acompanhado por um médico, para realizar o Super Size Me.

Chegou a consumir em média 5000 kcal (o equivalente de 6,26 Big Macs) diáriamente durante o experimento.

Super-Size-Me

“Super Size Me”: em 30 dias, o cineasta Spurlock ganhou 11 quilos, problemas no fígado, disfunção erétil e depressão.

 Spurlock, antes do experimento, mantinha uma dieta variada, era saudável e magro, com 1,88 metro de altura e 84,1 quilos. No final dos 30 dias, havia engordado 11,1 quilos, seu índice de massa corporal se elevara de 23,2 para 27 (grande aumento de gordura), sofreu problemas como mudanças de humor (um começo de depressão) e disfunção sexual, além de danos ao fígado. O cineasta precisou de 14 meses para perder o peso que havia ganhado.

Fonte: 

http://veja.abril.com.br/blog/ricardo-setti/tema-livre/um-espanto-fotografa-documenta-que-um-lanche-do-mcdonalds-751-dias-depois-de-comprado-nao-se-deteriorou/

 

Troque arroz branco pelo integral!

Troque arroz branco pelo integral!

21/02/2013

Ele tem mais fibras e pode ajudar no processo de emagrecimento

 

Troque arroz branco pelo integral

Você sabia que o arroz integral pode ajudar você a eliminar aquelas gordurinhas indesejadas, aumentar seu poder de saciedade e ainda reduzir os riscos de diabetes? Pois é, muitos brasileiros não sabem disso e, pior, por ficarem preocupados apenas com a alta quantidade de carboidratos do arroz branco, mais conhecido do que o integral, vêm tirando esse cereal das refeições.

A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em dezembro de 2012, comprova essa redução.

Entre 2002/2003 o povo brasileiro consumia anualmente uma média de 24,5kg de arroz. Entre 2008/2009, a essa quantidade caiu para 14,6kg.

Mas, pensando bem, você não acha que é muito melhor trocar a versão branca pela integral, em vez de eliminar este cereal tão importante do prato? Um dos grandes motivos para essa mudança está na quantidade de fibras. Numa porção de 50g, o arroz branco apresenta cerca de 1,2mg de fibras, enquanto o integral apresenta quase o dobro, 2,1mg.


Para quem não sabe, as fibras ajudam o intestino a trabalhar melhor. Quando elas entram em contato com a água formam uma goma, fazendo com que a digestão e a absorção de açúcar pelo organismo sejam mais lentas. Esse processo deixa você saciada por mais tempo e evita o acúmulo de gordura abdominal. Clique aqui para saber quanto você precisa emagrecer e comece agora mesmo sua reeducação alimentar!

Este tipo de arroz também é amigo do seu coração. Uma vez que a absorção de glicose e lipídios pelo organismo é mais lenta as células de gordura começam a murchar. Dessa forma há menos risco de inflamação das artérias, melhor circulação do sangue e menos risco de desenvolver doenças cardiovasculares.

“Ser ‘integral’ é uma característica do grão, demonstrando que ele foi apenas descascado e não polido como é o mais comum. Hoje, boa parte dos tipos de arroz (Comum, Arbóreo, Cateto, Japonês, Jasmim etc.) já é encontrada no mercado em sua versão integral”, explica Marília Soares, nutricionista especialista em Nutrição Humana e Terapia Nutricional. “Cada tipo mantém sua característica, como maior ou menor quantidade de amido, textura ou sabor, mas, o maior diferencial do grão integral está em sua quantidade de fibras, vitaminas e minerais.”

A nutricionista lembra ainda que esse tipo de arroz necessita de um maior tempo de cozimento. E uma boa notícia: ele também pode virar ingrediente de uma receita doce! “No caso de arroz doce, por exemplo, o melhor é que ele seja cozido somente em água e somente depois se juntar aos demais ingredientes”, orienta.

Quem consome muitas fibras deve ter em mente que a ingestão de líquidos também precisa ser alta. Senão há o risco de apresentar sintomas como gases intestinais, distensão abdominal (barriga inchada) e até quadros de diarreia. “Nos casos de prisão de ventre, para que a fibra faça efeito é necessário também o aumento do consumo de água, o que faz com ela hidrate e ajude a expulsão do bolo fecal. Do contrário, elas podem ficar ressecadas e piorar o quadro”, alerta Marília.

Para evitar os sintomas acima, a mudança de arroz branco para o integral deve ser feita de maneira gradativa, principalmente se o consumidor não tem o hábito de incluir fontes de fibras na alimentação.

Por Juliana Falcão (MBPress)

Fonte: http://maisequilibrio.terra.com.br/troque-arroz-branco-pelo-integral-5-1-4-526.html

Todo tipo de queijo possui lactose?

Todo tipo de queijo possui lactose?

22/09/2012

Queijo sem lactose

Queijo sem lactose

O queijo é certamente uma das mais antigas e melhores invenções da culinária de todos os tempos. Usado em saladas, massas, molhos, pizzas, o queijo é adorado por todos seja em fatias, ralado ou derretido. Muitos leitores chegam até o site buscando informações sobre os diferentes tipos de queijo e quais possuem lactose em sua composição. Entenda melhor sobre este adorado alimento e o que os fabricantes dizem a respeito, especialmente para quem tem intolerância à lactose.

Existem mais de 1.000 tipos de queijos sendo fabricados em diversos países do mundo. Para fabricar o queijo é necessário, entre outros ingredientes, fermento lático e coalho. Entretanto, para a fabricação de alguns queijos, como o tipo suíço, o queijo roquefort, camembert, entre outros, utilizam-se microorganismos com o objetivo de produzir as características marcantes destes queijos. Entre as principais funções destas culturas bacterianas está um importante dado: estas culturas fazem o processo da glicólise – transformação da lactose em ácido lático. Em outras palavras, elas consomem a lactose reduzindo o teor de lactose de alguns queijos a quase zero. O produto da glicólise, o ácido lático, não possui lactose e portanto não causa nenhum tipo de efeito a intolerantes à lactose. Isso explica o fato de alguns tipos de queijo conterem um teor muito baixo de lactose e poderem ser consumidos sem sentirmos os sintomas da IL.

A fabricante de queijos Finlandia, com fábrica no país de mesmo nome, explica como os seus queijos são naturalmente sem lactose.

Queijo Suíço“Os queijos tipo suíço da Finlandia são elaborados com leite coagulado pelo calor e culturas microbianas. Após a coagulação, este queijo é fermentado pelas culturas de bactérias como lactobacilos, streptococcus termófilos e o fermento natural propiônico. Em 24 horas estas bactérias quebram a lactose em galactose e glucose, que são fermentadas e transformadas em ácido lático. O ácido lático é, por sua vez, transformado em ácido acético e ácido propiônico, fazendo com que o queijo tipo suíçoFinlandia não contenha lactose ou outro carboidrato.” Além do queijo tipo suíço, outros queijos da mesma fabricante que não contém lactose são os queijos Muenster, Havarti e Gouda.

Em geral, pode-se dizer que todos os queijos elaborados com leite de vaca, búfala, cabra e ovelha, têm alguma porcentagem de lactose. A tendência é que queijos maturados possuam um teor menor de lactose do que os queijos frescos. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, a mussarela de búfala, um queijo fresco, possui 4,9% de lactose, bem mais do que diversos queijos maturados como os que você verá na lista de queijos com baixo teor de lactose.

Pode-se concluir, portanto, que não somente os queijos da Finlandia são “naturalmente sem lactose”, mas qualquer outro queijo que seja produzido dentro dos mesmos padrões desta fabricante. Eles deram um passo à frente, auxiliando o consumidor a entender melhor o seu produto e a ter mais segurança na hora da compra.

Veja nesta lista as porcentagens de lactose possíveis de serem encontradas em queijos com baixo teor de lactose (em caso de dúvida, verifique com o fabricante antes de consumir o produto)

  • Gorgonzola: 0,0 – 2,5%
  • Brie: 0,0 – 2,0%
  • Camembert: 0,0 – 1,8%
  • Cheddar: 0,0 – 2,1%
  • Edam: 0,0 – 1,4%
  • Gouda: 0,0 – 2,2%
  • Muenster: 0,0 – 1,1%
  • Parmesão: 0,0 – 3,2%
  • Provolone: 0,0 – 2,1%

Referências:

Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos da UFSC
Queijos Finlandia
Queijos Tirolez
Lavera

Fonte: http://www.semlactose.com/index.php/2008/03/13/todo-tipo-de-queijo-contem-lactose/

Salmão com maquiagem?

Salmão com maquiagem?

22/10/2012

Quando eu era criança, no Rio, salmão era um peixe muito caro e relativamente difícil de ver nos menus dos restaurantes e nos supermercados da cidade. De uns anos para cá, seu preço reduziu consideravelmente e o peixe rosado passou a ser onipresente na cena gastronômica carioca. Hoje em dia, é facílimo encontrar salmão em restaurantes a la carte, em restaurantes a kilo e, obviamente, nos restaurantes japoneses que se multiplicaram pelos centros urbanos no Brasil. Vocês já pararam para pensar como isso aconteceu? Por que será que o salmão se transformou em um peixe muito mais acessível do que ele era até os anos 90? Sendo um peixe de águas frias, o salmão não é encontrado na costa brasileira. De onde vem, então, o peixe que deixou de ser exclusivo do prato dos mais privilegiados economicamente e virou peixe do dia-a-dia, amplamente recomendado por especialistas por seus supostos benefícios à saúde?

O habitat natural do salmão é o Atlântico Norte e o Pacífico Norte. Contudo, as reservas naturais do peixe rosado tornaram-se escassas há muitos anos, devido à intensa exploração da espécie para consumo humano, à construção de usinas hidrelétricas em rios que abrigam o peixe e à forte poluição de rios e mares dos quais o salmão depende (o peixe passa a maior parte da vida nos mares, mas se reproduz nos rios). Como, então, a disponibilidade do salmão para o consumidor (no Brasil e no resto do mundo, diga-se de passagem) continua aumentando de modo considerável se as reservas naturais do peixe encontram-se reduzidas? O aparente paradoxo explica-se pelo fato de quase todo o salmão encontrado hoje em dia nos mercados pelo mundo ser, na verdade, resultado da criação de peixes em cativeiro. O salmão consumido no Brasil, especificamente, é quase todo produzido em fazendas marinhas no Chile. Ou seja, o peixe consumido pelos brasileiros não é selvagem, apesar de nada em sua embalagem mencionar essa informação.

Imagino que muita gente no Brasil acredite que o peixe cor-de-rosa tenha ficado muito mais acessível em função da liberalização econômica pela qual o país passou na década de 90, quando produtos importados começaram a pipocar pelos centros urbanos do país. Sim, esse é um fator que deve ser levado em conta. O principal fator, no entanto, foi o aprimoramento das técnicas de criação de salmão em cativeiro, iniciadas na Noruega, e que permitiram que o Chile se transformasse no segundo maior produtor de salmão do planeta. A costa do Chile, apesar de conter águas frias, não é habitat natural do salmão. As águas quentes da linha do equador agem como uma barreira natural contra a passagem do salmão selvagem nativo vindo do norte.

Fazenda de salmão no Chile. Foto de Eduardo Sorensen.

A popularização do salmão tem aspectos positivos. Afinal, o peixe é delicioso e muito versátil do ponto de vista culinário. Supostamente, também é uma excelente fonte dos badalados ácidos graxos ômega 3. O que não é divulgado, contudo, é que as propriedades nutritivas do salmão selvagem e do salmão de cativeiro não são necessariamente as mesmas. Salmão selvagem e salmão de cativeiro têm, por exemplo, dietas distintas. Enquanto o primeiro se alimenta, principalmente, de camarão e outros pequenos crustáceos, a versão de cativeiro é alimentada de outros peixes e de ração comercial, feita principalmente de trigo e soja. É o consumo de crustáceos de cor rosa que dá ao salmão selvagem sua linda cor. A versão de cativeiro apresenta uma carne acinzentada. A aparente carne rosada é resultado da mistura de um pigmento à ração dada ao peixe. Ou seja, maquiagem. Além disso, enquanto o salmão selvagem exercita-se nadando longas distâncias para se reproduzir, o salmão de cativeiro leva uma vida sedentária, o que faz com que seu percentual de gordura seja mais alto. Apesar de ter mais gordura, o salmão de cativeiro contém menos ômega 3. Uma outra diferença entre os dois tipos de salmão que pode afetar o valor nutritivo dos peixes é o uso de antibióticos na criação de salmão de cativeiro. Sem eles, os peixes de cativeiro, confinados em tanques ou recintos com super-população, desenvolvem doenças.

À esquerda, salmão selvagem e, à direita, um pedaço de salmão criado em cativeiro. A diferença na cor, mesmo após a aplicação da “maquiagem”, e na textura é gritante, não? Foto de Joanna Sciarrino.

Além de a produção de salmão em cativeiro ser uma incógnita do ponto de vista dos benefícios para a saúde, ela ainda é altamente prejudicial ao meio-ambiente. A criação de salmão em fazendas marinhas libera, nos mares, subprodutos extremamente poluentes, consequência das necessidades naturais do salmão e dos resíduos da aplicação de antibióticos para controlar doenças. Para piorar, a produção de 1kg de salmão de cativeiro requer cerca de 3kg de outros peixes como alimento. Ou seja, é um processo de alto custo ambiental.

Será que, ao comprarmos salmão nos supermercados brasileiros ou pedirmos o peixe nos restaurantes, achando que estamos consumindo peixe selvagem das águas gélidas da Escandinávia ou do Alaska, não estamos comprando gato por lebre?

* a inspiração para este post veio da leitura do livro FOUR FISH The Future of the Last Wild Food, de Paul Greenberg, o qual recomendo sem restrições.

* Edição em 7 de setembro de 2012 *

O leitor Flávio Gonçalves deixou um comentário dizendo que a maior parte do que se come sob o rótulo de salmão no Brasil é, na verdade, truta. Já tinha ouvido falar sobre isso, mas fui tentar entender melhor a questão. Pelo que entendi, existe tanto o salmão de cativeiro quanto a truta salmonada, que é um híbrido resultante da mistura entre o salmão e a truta, ambos da família Salmonidae. Tanto o salmão quanto a truta salmonada que chegam ao Brasil são criados em cativeiro no Chile. À dieta de ambos os peixes, é adicionado um corante para que a carne fique rosada. Em outras palavras, ao comprar salmão no Brasil, em vez de comprar o peixe selvagem, compra-se salmão de cativeiro ou truta salmonada, também de cativeiro. Flávio, se você vier aqui novamente, por favor, corrija-me caso esteja falando algo incorreto.

Fonte:

http://abrindoadespensa.wordpress.com/2012/06/21/salmao-com-maquiagem/

 

Qual o segredo da água potável? Raios de Sol e um pingo de limão!

Qual o segredo da água potável? Raios de Sol e um pingo de limão!

22/10/2012

 

 
 
Com todos os benefícios da vida de primeiro mundo, às vezes é fácil esquecer que para milhões, talvez bilhões de pessoas, conseguir água limpa para beber é um grande problema diário.
 
Para essas pessoas que vivem em países paupérrimos, sua única fonte de água são rios contaminados com microrganismos que causam sérios danos à saúde.
 
Bem, agora parece existir uma nova esperança, através de uma equipe de cientistas que descobriram que a água pode ser mais segura para o consumo adicionando um toque de limão, deixando-a sob o sol em seguida.
 
Os cientistas descobriram que este método remove níveis detectáveis de bactérias prejudiciais como a Escherichia coli de modo muito mais rápido do que apenas deixar a água sob o Sol.
 
 
 
 
Em regiões de baixa renda, a desinfecção solar é um dos vários métodos usados no tratamento da água para uso doméstico, reduzindo os riscos da água suja. O método de usar o Sol como desinfetante é recomendado pela Unicef, processo chamado de SODIS – desinfecção solar da água.
 
O método aconselha encher 1 ou 2 litros de polietileno tereftalato (conhecido como plástico PET) com água e, em seguida, colocar sob a luz solar durante no mínimo 6 horas.
 
Em um tempo nublado, o tempo de exposição precisa ser de no mínimo 48 horas para a total desinfecção. Os cientistas da Johns Hopkins School of Medicine  testaram vários tipos de possibilidades para desinfetar a água.
Ficou provado que o limão acelera o processo de morte das principais bactérias que causam doença nas populações carentes. Mas os cientistas alertam que a desinfecção não é 100% eficaz. Segundo os estudos, os norovírus não foram reduzidos em níveis significativos.
 
Segundo o professor Kellogg Schwab, diretor da universidade, o tempo de redução da desinfecção solar utilizando pequenas gotas de limão cai de 6 horas para apenas 30 minutos. A proporção seria de 2 ml de suco de limão para cada 2 litros de água, uma quantidade tão pequena que não causa sabor desagradável.
 
Fonte: