INRI CRISTO x OLIMPÍADAS

“…Todo olho o verá.” Apoc. c.1 v.7

Parábola do TESOURO

Assim falou INRI CRISTO:

“Imaginai, meus filhos, um homem abastado cuja riqueza é tão imensa que necessita de diversos cofres a fim de neles depositar ouro, diamantes, joias, pedras preciosas, enfim, as incontáveis riquezas amealhadas durante toda a vida. À medida que acrescenta riquezas, mais ele fica de olhos atentos, mais ele tem zelo e amor pelos cofres, que são o depósito de seu tesouro, fruto de longos anos de suor e árduo trabalho.

Da mesma forma sucede convosco, meus filhos. Para mim e aos olhos de meu PAI, SENHOR e DEUS, cada um de vós que sois meus discípulos e na extensão meus seguidores se assemelha a um dos cofres onde deposito a riqueza celestial, que é diferente da riqueza dos homens.

Esta riqueza de que vos falo são os ensinamentos ministrados por mim da parte de meu PAI, transcritos nas parábolas e circulares estojadas no livro DESPERTADOR, fiel depositário da doutrina do Reino de DEUS, as experiências de vida que adquiri nos longos anos de peregrinação sobre a terra e que agora vos relato a fim de que também tenhais conhecimento e, sobretudo, segurança (“Entesourai para vós tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem a traça os consomem, e onde os ladrões não perfuram as paredes nem roubam. Porque onde está o teu tesouro, aí estará também o teu coração” – Mateus c.6 v.20 e 21).

Cada vez que deposito mais riquezas nos cofres, ou seja, quanto mais vos transmito os ensinamentos, a luminosa sabedoria emanada do ALTÍSSIMO, sendo fiéis guardiões do tesouro de meu PAI, mais eu vos amo, mais sereis fortes e felizes, dignos das bênçãos celestiais e de serdes chamados de filhos de DEUS. Vós, meus filhos, que sabeis quem sou e tendes consciência de minha identidade, sois o maior bem, a maior riqueza, a maior dádiva que meu SENHOR e meu DEUS concedeu-me desde o jejum em Santiago do Chile, quando me revelou que sou o Primogênito e vós sois meus descendentes (“Ó PAI, quero que, onde eu estou, estejam também comigo aqueles que me deste, para que contemplem a minha glória, a glória que me deste, porque me amaste antes da criação do mundo. PAI justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheci, e estes conheceram que tu me enviaste” – João c.17 v.24 e 25).

Portanto, quando guardais e zelais pelas riquezas celestiais, mais amor mereceis de minha parte e da parte de meu PAI, que me reenviou a este mundo. Dentro da lei da igualdade, que, convém uma vez mais ressaltar, consiste unicamente em distribuir-se desigualmente a desiguais na medida em que se desigualam, quanto mais vós sois fiéis depositários do tesouro celestial na condição de discípulo, seguidor, benemérito, ou seja qual for o vínculo com o Reino de DEUS, mais vossos olhos brilharão, mais estará registrado em vosso semblante que sois dignos de meu amor, de minha afeição, de meu carinho e da bênção de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim.”

 

EMANUEL

Cristo dos 13 aos 30 anos – Isaías c.7 v.14

Na Bíblia não há referências quanto à vida de Cristo dos 13 aos 30 anos, com quem esteve, onde esteve. Até ser batizado por João Batista, purificar-se no jejum e iniciar a vida pública assumindo o nome Jesus, Cristo usava o nome de Emanuel, cumprindo-se o que fora predito por Isaías (c.7 v.14): “Pois por isso o mesmo SENHOR vos dará este sinal: Uma virgem* conceberá e dará à luz um filho e o seu nome será Emanuel. Ele comerá manteiga* e mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem”. Não importa se ele preencheu esse vácuo de tempo peregrinando na Palestina, na Índia, na África, no Tibet ou onde quer que tenha estado. A realidade é que ele, com o nome de Emanuel, esteve experimentando os pecados do mundo. 

Emanuel significa “Deus conosco”. Ou seja, ainda que imerso na lama, nas imundícies do mundo, misturado aos pecadores, ele, impelido por Deus, estava assimilando que as maiores almas, enquanto não dominam o veículo cela (corpo) cedido pelo PAI Eterno e pela mãe natureza, estão à mercê dos maiores vícios, assim como são capazes das maiores virtudes. Pois para conhecer a virtude é mister conhecer o pecado, vencer o pecado e vencer o mundo; somente então se sabe o valor integral da virtude (“Haveis de ter aflições no mundo, mas tende confiança: eu venci o mundo” – João c.16 v.33).

Ora, se Cristo não tivesse estado, com o nome de Emanuel, experimentando os pecados do mundo, se estivesse sempre blindado, incólume, puro, protegido, não haveria sentido em dizer: “Animai-vos, eu venci o mundo“. Só pode dizer “Eu venci o mundo” quem esteve à mercê das trevas, vulnerável ao poder profano que rege o mundo. Eis a prova irrefutável de que Cristo, induzido pelo ALTÍSSIMO, experimentou sim, com o nome de Emanuel, os pecados do mundo, as misérias, as fraquezas da carne. Cristo teve que experimentar o doce e o azedo, as coisas boas e ruins, até alcançar o discernimento. Tornou-se puro, mas não ingênuo. Foi revestido do conhecimento empírico, que faculta a percepção clara e objetiva da realidade da vida, tornando-o apto a cumprir sua missão na Terra. Isso lhe faculta a vidência para constatar que mesmo as pessoas consideradas mais imundas, vulneráveis, desprezíveis, reprováveis aos olhos da “casta, imaculada” sociedade (vide Maria Madalena – João c.8 v.1 a 9) podem ser agraciadas pela descoberta de DEUS. E é nessa descoberta, ao vislumbrar o Eterno, que tudo muda na vida de um ser humano. 

Os fariseus jesuítas que se pensam cristãos podem se chocar, se escandalizar, ficar horrorizados ao imaginar que Cristo vivenciou na carne os pecados do mundo, mas duvidar disto é duvidar das Escrituras, negar isso é negar a verdade da vida, da Bíblia. Se os cristãos creem que Cristo era o Enviado de Deus, cumprindo a profecia de Isaías e outros profetas, logo eles são induzidos pela lógica coerência a se coadunar e reconhecer esta profecia (Mateus c.1 v.22). INRI CRISTO disse que aqueles que porventura duvidam do óbvio, ululante, estão seguindo um Cristo imaginário, folclórico; assumindo o status de evanjegue, cavalgadura do maligno, terão que suportar em seus dorsos o peso dos falsos profetas sucessores de Paulo, o primeiro falso profeta, mentiroso confesso da era cristã (“Se a verdade de DEUS, pela minha mentira, cresceu para a glória sua, por que sou eu assim julgado como pecador?” – Romanos c.3 v.7). DEUS não precisa, não carece que alguém minta para glorificá-lo (“Ficarão de fora do Reino de Deus os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira” – Apocalipse c.22 v.15). Por isso convém deixar essa questão bem clara, explícita, a fim de desvanecer as dúvidas, as lacunas que perduram há séculos no que concerne à vida e à vinda do Messias. A coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis. Os sensatos meditam e assimilam.

* Algumas versões da Bíblia traduzem o termo original hebraico “almah” por “jovem”, outras a traduzem por “virgem”, assim como manteiga ora é referida como coalhada ou leite coalhado, para aludir ao sabor azedo, contrapondo à doçura do mel.

 

Ninguém consegue explicar as imagens no Sudário de Turim

Tradução do artigo de Ray Rogers extraído do site http://www.shroudstory.com/

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Devo admitir, com algum embaraço, que até alguns anos atrás eu não sabia nada sobre o Sudário de Turim. E quando eu li sobre ele, enquanto em um vôo para Miami, eu ri alto, algo que raramente faço sozinho na companhia de estranhos.

“Que ridículo!”, eu me lembro de pensar. Como alguém pode pensar que o Sudário de Turim é real: a real mortalha de Jesus? O fato de que o Sudário de Turim tem uma imagem sobre ele, acreditada ser uma figura de Cristo, fez isso parecer mais do que absurdo.

Eu estava lendo O Desejo das Colinas Eternas, livro de Thomas Cahill sobre a era apostólica. Tendo desfrutado o best-seller anterior de Cahill, Os Presentes dos Judeus, pensei que eu iria gostar de seu mais novo livro. E eu estava gostando. De repente, sem nenhuma razão lógica que eu pudesse ver, Cahill introduziu o Sudário de Turim. Poderia ter sido um tesouro da igreja antiga, pensei. Foi então que eu ri – em voz alta.

Lembro que fiquei surpreso quando vi que sabia tão pouco sobre o Sudário de Turim. Eu, que estou na casa dos cinquenta anos, sempre fui um ávido leitor de história, particularmente a história da igreja antiga. Não conseguia me lembrar de ter lido nada sobre o Sudário de Turim. Estava longe de ser algo que eu gostava e nunca me chamou a menor atenção. Assim, quando em 1979, Walter McCrone, um microscopista forense de renome mundial, afirmou que encontrou pintura em algumas fibras do Sudário, eu não atentei à notícia. McCrone, tendo constatado que o Sudário de repente apareceu em 1356 nas mãos de um cavaleiro francês que não diria de onde veio e que um bispo local logo em seguida afirmou que um artista “pintou-o ardilosamente”, declarou ser uma pintura, uma farsa. Se eu tivesse notado essa notícia, em 1979, eu certamente teria aceitado sua conclusão. Ele teria feito sentido para mim.
Uma década depois, quando três laboratórios de datação por radiocarbono, usando datação do carbono 14, supostamente revelaram que o Sudário de Turim era medieval, eu não notei. Se eu tivesse, teria certamente aceitado a conclusão. Confio em ciência. Já confiava antes, e agora confio mais do que nunca.

Além disso, sou naturalmente cético sobre qualquer relíquia ligada à Europa medieval. O ano de 1356 foi uma época de superstição desenfreada em demônios, bruxas, magia e relíquias milagrosas. Foi uma época de fomes freqüentes e da praga da Peste Negra. Foi uma época de guerra e extrema turbulência política e econômica. Mesmo ano em que o Sudário foi exibido pela primeira vez publicamente, na pequena aldeia francesa de Lirey, perto da batalha de Poitiers, em que Edward, o Príncipe Negro da Inglaterra, derrotou os franceses e capturou o rei João II. Somando-se a agitação política, o Papa estava em Avignon, não em Roma. Indicativo do pensamento nesta época, alguns acreditavam que a praga era castigo de Deus sobre o mundo inteiro porque o Papa não estava na cidade eterna. Nesse clima de superstição, ingenuidade e desordem um mercado lucrativo de relíquias falsas floresceu. E embora o IV Concílio de Latrão, em 1215, tenha reconhecido problema, as autoridades da Igreja pouco fizeram para conter o mercado em si. Nosso conhecimento deste período da história nos condiciona a desconfiar de qualquer relíquia aparecida na Europa neste momento. Mas eu não tinha notado a sua história, também. Na linguagem metafórica, o Sudário de Turim nunca “piscou na tela do meu radar”. E provavelmente teria permanecido assim se não fosse por um único fato enigmático que Cahill mencionou: a imagem no Sudário de Turim era um negativo.

Eu sabia algo sobre o assunto dos negativos. Mas ao invés de me maravilhar com este fato, eu duvidava disso. Eu estava tão convencido de que o Sudário de Turim era uma farsa que duvidava que as imagens fossem um negativo. Eu tinha que ver por mim mesmo.

Estava certo de que nenhum artista, nenhum artesão, falsificador de relíquias, poderia pintar um negativo de um rosto humano. Fazê-lo seria como tentar escrever sua assinatura de cabeça para baixo e para trás para frente. Nossas mentes estão programadas da maneira como vemos as coisas no mundo, um mundo onde o preto é preto e branco é branco. É relativamente fácil, com talento e formação, pintar um retrato do que vemos no mundo. E um artista, se ele é imaginativo, como Picasso, pode alterar essa percepção de formas estilísticas. Mas a única coisa que ele não pode fazer facilmente perfeitamente é uma inversão preto e branco, com todos os tons claros e escuros de cinza, ao pintar um rosto.
Mas imagine, por um momento, que ele pudesse. Como saberia que tinha feito o negativo corretamente, sem tecnologia para testar seus resultados? A questão mais profunda é por quê? Em uma época tão exigente como a medieval, em que qualquer pedaço de madeira poderia passar como um pedaço da “verdadeira cruz” e qualquer espinheiro como um pedaço da “coroa de espinhos”, por que se preocupar?

O filme fotográfico, inventado menos de 200 anos atrás, cria boas imagens negativas. E assim finalmente descobriram que a imagem do Sudário era um negativo, quando foi fotografado pela primeira vez em 1898. Junto com as novas fotografias de qualidade científica, tiradas em 1978 e novamente em 2002, detalhes extraordinários foram notados: contusões e detalhes anatômicos que apenas um patologista moderno poderia entender. Nossas mentes vêem facilmente detalhes em negativos. É mais que um absurdo pensar que o Sudário de Turim foi pintado.

Porque a imagem é negativa, alguns têm especulado que o Sudário de Turim poderia ser uma proto-fotografia medieval; uma invenção, se você acreditar, que foi usada apenas somente uma vez para uma fraude de quatorze pés de comprimento, e que nunca teria sido usada novamente até ter sido reinventada em uma era de ciência. Tal especulação é discutível. Dados científicos são provas conclusivas de que não é uma fotografia.

Tão arraigado era o meu ceticismo, eu levaria um ano para mudar minha opinião sobre o Sudário de Turim. Entendi que a identificação de tinta por McCrone foi um julgamento subjetivo. Testes mais sensíveis, alguns realizados no Centro de Excelência de Espectometria de Massa da Fundação de Ciência National da Universidade de Nebraska, provaram, sem sombra de dúvida, que McCrone estava errado.

A partir de 2003, novas evidências começaram a aparecer em seculares, igualmente conceituadas, revistas científicas, que apoiaram a autenticidade do Sudário de Turim. A partir dessas revistas, aprendemos que as fibras ultraperiféricas do tecido são revestidas com uma camada de partículas de amido e vários sacarídeos. Em alguns lugares, o revestimento se transformou em uma substância caramelada, formando assim as imagens. Isto sugere que ocorreu uma reação química. Percebemos, também, uma segunda imagem, fraca, da face, na parte de trás do pano. A segunda face apoia a ideia de uma reação química e adiciona mais provas de que a imagem não é uma obra de arte ou uma fotografia. E em 2005, soubemos que a datação de carbono 14 foi falha. Na verdade nós aprendemos que o tecido poderia muito bem ser de 2000 anos atrás.

História e o Sudário de Turim

Com o avanço da ciência, novas informações históricas vieram à luz. De fato, há evidências de que o pano, agora chamado o Sudário de Turim, foi realmente um tesouro da igreja antiga, não da comunidade paulina com a qual estamos tão familiarizados, mas da Igreja do Oriente. Edessa, no Crescente Fértil da Mesopotâmia superior, entre o Tigre e o Eufrates, foi uma grande cidade na Rota da Seda e, sem dúvida, uma das primeiras comunidades cristãs. Se você viajasse de Jerusalém a Antioquia, você estaria a dois terços do caminho para Edessa. Viraria então à esquerda para ir a Tarso, ou viraria à direita para Edessa. Há alguma evidência e uma forte tradição de que Thomas e Tadeu Jude (Tadeu dos anos 70, Tadeu de Edessa) foi para Edessa, já no ano 33 DC. Há uma lenda de que levaram consigo um pano contendo uma imagem de Jesus. Em 544 DC um pano, com uma imagem considerada de Jesus, foi encontrado sobre um dos portões de Edessa nas paredes da cidade, um pano que Gregory Referendarius de Constantinopla descreveria mais tarde com uma imagem de corpo inteiro e manchas de sangue. Há fortes evidências de que o pano de Edessa é de fato o Sudário de Turim. Numerosos escritos, desenhos, ícones, pólen e esporos de pó de pedra calcária atestam isso.

Que curiosas estas palavras poéticas da literatura apócrifa de Thomasine de Edessa. Elas são do “Hino da Pérola”, um poema sem dúvida tão antigo quanto a primeira metade do primeiro século. Como uma figura de linguagem, Jesus, no poema, se apresenta em primeira pessoa:

But all in the moment I faced it / This robe seemed to me like a mirror,
And in it I saw my whole self / Moreover I faced myself facing into it.
For we were two together divided / Yet in one we stood in one likeness.

sudario 1

Mas no momento em que me deparei com ele/ esse tecido se parecia comigo como um espelho /
E nele vi o meu ser por inteiro / e mais, deparei-me comigo mesmo olhando dentro dele.
Pois éramos dois juntos divididos / ainda que parecêssemos ser apenas um.

Essas palavras ressoam como as duas imagens cabeça-a-cabeça que vemos igualmente refletidas no Sudário de Turim: como um espelho . . . meu ser por inteiro . . . deparei-me comigo mesmo olhando dentro dele . . . éramos dois juntos divididos… parecíamos ser apenas um.

O carbono 14 e o Sudário de Turim

A grande questão sempre foi a datação de carbono 14 que parecia mostrar que o Sudário de Turim era medieval. Pesquisadores, que não eram especialistas em datação por radiocarbono, mas mesmo assim convencidos de que o Sudário de Turim era autêntico, tentaram explicar por que a datação científica estava incorreta. Estas explicações – uma era que um incêndio em 1532 mudou a idade do Sudário, outra era de que um bioplástico-polímero em crescimento no Sudário contaminou a amostra – eliminaram a credibilidade científica. Cientistas peritos em datação por radiocarbono rejeitaram estas explicações.

Em janeiro de 2005 as coisas mudaram. Um artigo apareceu em uma prestigiada revista científica Acta Termochimica, que provou que a datação do carbono 14 do Sudário de Turim foi falha porque a amostra utilizada era inválida. Além disso, este artigo, por Raymond N. Rogers, um químico conceituado e membro do Los Alamos National Laboratory, explicou por que o Sudário de Turim era muito mais velho. O Sudário de Turim era pelo menos duas vezes tão antigo quanto a data do radiocarbono, e possivelmente tinha 2000 anos.

Revistas científicas são importantes. É o modo como os cientistas normalmente relatam descobertas e teorias científicas. Artigos submetidos a revistas são cuidadosamente revistos para a adesão a métodos científicos e ausência de especulações e polêmicas. Comentários são muitas vezes anônimos. Fatos são verificados e as fórmulas são examinadas. O procedimento de revisão, por vezes, leva meses para ser concluído, como aconteceu com Rogers.

Foi Nature, outra prestigiada revista, que em 1989 relatou que a datação do carbono 14 “provou” que o Sudário era uma farsa. Rogers não encontrou nenhuma falha com o artigo na Nature. Nem encontrou falha com a qualidade da datação por carbono 14. Ele até a defendeu. O que Rogers descobriu foi que a amostra do carbono 14 foi colhida de uma área remendada do Sudário que continha quantidades significativas de material mais novo. Isso não foi culpa dos laboratórios de radiocarbono. Mas mostrou que a datação por carbono era inválida.

Imediatamente após a publicação do trabalho de Rogers, a Nature publicou um comentário do cientista-jornalista Philip Ball. “As tentativas de datar o Sudário de Turim são um grande jogo”, escreveu ele, “mas não imagine que essas tentativas vão convencer alguém… O estudo científico do Sudário de Turim é como um microcosmo da busca científica por Deus: faz inflamar mais o debate do que resolvê-lo”. Mais tarde em seu comentário Ball acrescentou: “Ainda assim, o Sudário é um artefato notável, uma das poucas relíquias religiosas que justificadamente têm status mítico. É simplesmente desconhecido como a fantasmagórica imagem de um homem sereno e barbudo foi feita”.

sudario fibra2Tingimento amarelo pode ser visto de um fio entrelaçado.
Novo material foi tingido para igualar-se ao velho fio amarelado.
Ball, que entendeu a química das imagens do Sudário de Turim, rejeitou a idéia popularizada por teóricos da conspiração de que Leonardo da Vinci criou a imagem do Sudário usando a fotografia primitiva. Ele chamou a idéia de excêntrica. Também desmascarou a especulação segundo a qual a imagem foi “queimada no pano por algum tipo de liberação de energia nuclear” do corpo de Jesus. Isso, dizia ele, era selvagem.

Quase todos os pesquisadores sérios do Sudário de Turim concordam com Ball sobre esses pontos. Quando as idéias excêntricas e selvagens aparecem em artigos de jornal ou na televisão, como muitas vezes acontece, os cientistas encolhem-se. Rogers se refere aos que tinham tal reação como sendo parte da “orla dos lunáticos” da pesquisa do Sudário. Mas Rogers critica igualmente aqueles que, sem o benefício da ciência sólida, declaram o Sudário de Turim falso. Eles também faziam parte da orla lunática.

A idéia de que o Sudário de Turim tinha sido consertado na área a partir do qual tinham sido tomadas amostras para o teste do carbono 14 ventilou por algum tempo. Mas ninguém deu muita atenção. Em 1998, o conselheiro científico de Turim, Piero Savarino, sugeriu que “substâncias estranhas encontradas nas amostras e a presença de fios estranhos (remanescentes de um “remendo invisível” rotineiramente utilizados no passado em peças de tecido em reparações precárias)” podem ter sido os responsáveis por um erro na datação por carbono 14. Os pesquisadores de longa data do Sudário, Sue Benford e Joe Marino, desenvolveram independentemente a mesma idéia e exploraram-na com vários especialistas têxtis e com Hatfield Ronald, da empresa de datação de radiocarbono Beta Analytic. A arte do remendo invisível, descoberta por Benford e Marino, era comumente usada na Idade Média por tapeçarias de reparo. Por que não no Sudário?, pensavam. Eles acreditavam ter encontrado evidências de que sim.

Mas o cético Rogers não concordava. Ele, que já havia desmascarado todos os outros argumentos até agora, se ofereceu para explicar por que a datação do carbono 14 podia estar errada. De acordo com Ball, Rogers pensou que ele seria capaz de refutar a teoria do conserto em cinco minutos. Mas, ao contrário, ele encontrou provas claras de remendo discreto. Também mostrou, com a química, que o Sudário tinha pelo menos 1.300 anos de idade. E ele provou, além de qualquer dúvida, que a amostra utilizada em 1988 foi quimicamente oposta ao resto da mortalha. As amostras eram inválidas. Os testes de 1988 foram, portanto, sem sentido.

Em palavras que parecem estranhas em um periódico científico que certa vez alardeou direitos de propagar que o Sudário não era autêntico, Ball escreveu: “E é claro que a “autenticidade ” não é aqui de todo uma questão científica: mesmo que houvesse provas convincentes de que o sudário foi feito na Palestina do primeiro século, isso sequer chegaria perto de estabelecer que o tecido carrega a marca de Cristo”.

Ball, que estava familiarizado com as evidências, confirmou o que todos os pesquisadores da mortalha vinham dizendo há anos: as imagens não foram pintadas. Além disso, um artigo de 2003 publicado no jornal científico Melanoidins por Rogers e Anna Arnoldi, professora de química na Universidade de Milão, demonstrou que as imagens eram na verdade uma mancha de um produto químico caramelo-escuro de uma goma e uma camada de polissacarídeos em algumas das fibras do Sudário. Eles sugeriram que a causa podia ser um fenômeno natural. Se isso puder ser comprovado, as imagens poderiam ser explicadas em termos científicos, não milagrosos.

A segunda face do Sudário de Turim

As imagens no Sudário de Turim podem não ser o resultado direto de um milagre, pelo menos não no sentido tradicional da palavra. Mas elas também não são feitas pelo homem. Estas parecem ser conclusões contraditórias de um artigo no científico ‘Jornal da Ótica’ (14 de abril de 2004) do Instituto de Física, em Londres. Usando tecnologia de melhoramento de imagem matemática, Giulio Fanti e Roberto Maggiolo, pesquisadores da Universidade de Pádua, na Itália, descobriram uma imagem tênue de uma segunda face na parte de trás do Sudário de Turim. Isso já foi confirmado com outro software. As implicações são explosivas e emocionantes.

Isso apóia a hipótese de que a imagem no Sudário de Turim é o resultado de uma reação química complexa muito natural entre aminas (derivados de amônia) emergindo de um corpo e sacarídeos dentro de um resíduo de carboidratos que recobre as fibras do Sudário de Turim. O processo químico de produção da cor é chamado de reação de Maillard. Isso é totalmente discutido na revista científica Melanoidins, um periódico do escritório para publicações das comunidades européias (UE, Volume 4, 2003).

A proposta, pelo químico Raymond E. Rogers e Anna Arnoldi, da Universidade de Milão, é hipotética. Mas a natureza química e física das imagens do Sudário de Turim é fato científico puro.

sudario fibra4Fotomicrografia de uma fibra e sua imagem contendo o revestimento.
O revestimento é composto de frações de goma e sacarídeos.
Imagine cortar um cabelo humano longitudinalmente, de ponta a ponta, em 100 longas fatias finas; cada fatia de um décimo da largura de um único glóbulo vermelho. As imagens sobre o Sudário de Turim são no máximo dessa espessura. Em lugares seletivos, uma camada de outra forma clara de frações de amido e sacarídeos, de meros 200-600 nanômetros de espessura, tão fino quanto a parede de uma bolha de sabão, passou por uma mudança química em uma substância de cor caramelo. Análises espectrais e químicas revelam que os cromóforos das imagens do Sudário de Turim são complexos, com vínculos de carbono conjugados.

Seja o que for o Sudário de Turim, não é uma relíquia medieval falsa

Assim como o Cristianismo moderno é uma tapeçaria de diversas tradições esticada entre as polaridades de inabalável literalismo bíblico e desenfreado revisionismo moderno, as crenças e discussões modernas sobre o Sudário de Turim são aproximadas entre aqueles que buscam a partir dele uma prova da ressurreição e aqueles que são rigidamente céticos. Poderia ser que a resposta fosse uma via média, um meio-termo, um apanhado fundamentado dos fatos que implicam uma ressurreição, mas não a provam ou a definem. Para uma mortalha funerária sobreviver, a tumba teve que ser aberta. Há confusão suficiente para preservar a liberdade de acreditar apenas na certeza: uma questão de fé.

Se o Sudário de Turim é genuíno, ele nos presenteia com mais mistério e paradoxo do que clareza. E isso, no entanto, não é tão complicado quanto é emocionante em uma época de diversas crenças e tradições.

Ray Rogers, Sudário de Turim FAQ – 2004

Parábola do ANÃO

Assim falou INRI CRISTO:

“A maior façanha, o maior prodígio que o príncipe das trevas realizou até hoje foi esconder sua forma: se ele revelasse suas mil faces, seria obviamente desmascarado e identificado.

Imaginai, meus filhos, se a mídia denunciasse, com estardalhaço, a existência de um monstro, ladrão gigante – mais precisamente um latrocida perigosíssimo, de aproximadamente três metros de altura por um de espessura – que, mesmo depois de haver invadido várias casas para roubar, assassinando suas vítimas, continuava solto, espalhando terror, e um homem, tendo assistido ao noticiário policial na televisão, se posicionasse sentado à porta de sua casa, vigiando com um fuzil a fim de impedir a aproximação do monstro … De repente, chega um simpático, “inofensivo” e sorridente anão que, com voz macia, solicita-lhe um copo d’água. O vigilante, temendo a invasão do monstro, permanece estático com o fuzil direcionado a uma altura de uns dois metros, onde supunha ser o coração do invasor. Por causa desta preocupação, não pode ir buscar a água em atenção ao pedido do simpático anão e, abaixando a cabeça diante do pequenino, diz-lhe: “Entra, anãozinho, sê bem-vindo; lá na cozinha tu encontrarás um copo: toma água e fica à vontade.”

O anãozinho, passando por baixo do fuzil, lhe responde: “Muito agradecido; não abusando de vossa bondade, usarei também o sanitário.” E, silenciosamente, entra na casa, invade os aposentos e impregna com éter as narinas da mulher e das crianças adormecidas. Injeta uma dose letal de veneno para garantir a imobilidade das vítimas. Ato contínuo, vasculha todos os cômodos, abre o cofre diligentemente, rouba todos os valores, jóias, dinheiro, enfim, tudo o que sua sagaz e ambiciosa mente de ladrão considera valioso, inclusive as economias que estavam embaixo do colchão. E, colocando tudo em sua sacola, sai, simpático e sorridente assim como quando entrou. Despede-se satisfeito por haver enganado uma vez mais. O incauto ainda lhe responde: “Volta sempre que precisares, anãozinho, a minha casa está à tua disposição.”

Assim os lacaios do kajowo (Belzebu, príncipe das trevas) – sacerdotes da igreja proscrita, traidores da causa divina – inculcam na cabeça dos seres humanos, desde a mais tenra idade, que o demônio é um monstro com rabo e chifre; e todos pensam que esta é sua única forma de materialização. Enquanto isso, ele se manifesta de diferentes maneiras: incorporado nos parentes, num ancião, numa criança… e principalmente nos embustólogos, falcatruólogos e engodólogos que, disfarçados de teólogos, roubam, além dos recursos pecuniários (em vendendo falsos sacramentos e chantageando o dízimo do salário dos obreiros, vilipendiando os ensinamentos que ministrei antes da crucificação: “Dai de graça o que de graça recebestes” – Mateus c.10 v.8), a alegria, a paz, a harmonia, que são a maior riqueza dos seres humanos.

Assim como o zeloso sentinela desta parábola não pôde identificar o malfeitor por causa da desinformação organizada, os seres humanos são induzidos a crer nas inverdades proferidas por esses lobos com pele de ovelha, que se apresentam na mídia como paladinos das causas justas, a serviço de DEUS.

O demônio só consegue entrar na casa, no corpo daqueles que, desprevenidos, desatentos e descuidados, aceitam a sua visita. Quem não quiser ser vítima do abominável príncipe das trevas e dos seus emissários deve levar a sério o que eu ensinei antes de ser crucificado: “Orai e vigiai que ninguém vos engane, porque muitos virão em meu nome… falsos cristos, falsos profetas, farão prodígios e enganarão a muitos…” (Mateus c.24 v.5 e 24).

Não vos olvideis, meus filhos, que eu disse: “orai e vigiai que ninguém vos engane”. E, quando eu digo ninguém, estou advertindo para que estejam vigilantes em todos os sentidos, porque o espírito das trevas pode se manifestar de múltiplas formas, até da maneira mais insuspeita e inesperada possível.”

Parábola do BEM e do MAL

Assim falou INRI CRISTO, a bordo do veículo motor-home da SOUST, ao aspirante a discípulo que lhe disse: “Este mundo é muito mau, muito perverso”, referindo-se ao lado nefasto dos seres humanos que roubam, matam, enganam, trapaceiam, mentem, perseguem:

“Nada acontece na terra sem o consentimento de DEUS e, por este motivo, esse lado do mundo que tu consideras mau não será mau se não fores bobo, ingênuo, asino, tanso. Se não viveres alerta, com teus olhos bem abertos e teus sentidos bem aguçados, então esse lado mau do mundo será bom para despertar tua consciência adormecida. DEUS, o Supremo CRIADOR, permite a existência do lado negativo da espiritualidade (o demônio, espírito das trevas) no intuito de servir como instrumento de purgação e evolução para os seres humanos. O demônio é útil no contexto da criação divina, ao contrário o ALTÍSSIMO não lhe permitiria existir.

Estás vendo estes veículos que trafegam no sentido contrário ao nosso? Podes olhar em direção a eles e pensar: “Ah, como são maus, podem esbarrar em mim a qualquer momento”. Em verdade, meu filho, eles não são maus. São tão bons quanto este veículo no qual estamos trafegando. Tu é que necessitas vigiar a fim de não colidires. Eles só se tornarão maus se não souberes te posicionar devidamente, se não souberes te equilibrar neste lado da estrada sem esbarrar neles.

Assim é na vida. O demônio está sempre procurando nos seres humanos uma brecha, um meio através do qual possa atuar. Se não aprenderes a te desviar do maligno assim como te desvias desses veículos, colidirás inevitavelmente. Se não estiveres bem alerta, com o espírito atento, então ao deparar com o demônio ele se apossará de ti e irá fazer-te de cavalgadura, de instrumento de dominação, pois ele está sempre à espreita, à procura de um corpo.

Da mesma forma é o bem. O bem que há em ti pode tornar-se mal se não souberes usá-lo com discernimento. Se não fizeres bom uso do poder, da força que DEUS te concedeu, por exemplo, podes utilizar uma faca (a mesma que usas para descascar uma laranja) e te esfaquear. Neste caso, o bem transforma-se em mal. Tu podes contemplar a grandeza e a imensidão do mar, mergulhar teu corpo em suas benéficas águas e ao mesmo tempo, se não souberes estabelecer a barreira, serás devorado pela impiedosa correnteza das marés. Tu necessitas dos banhos de sol para dar saúde ao teu corpo, fortificar teus ossos. Não obstante, se excederes o limite de exposição aos raios solares, estarás sujeito a queimar tua pele e até mesmo a desenvolver um câncer. A comida que serve para nutrir teu corpo, dando-lhe condições de sobreviver, é capaz de levar-te a adoecer e até ao fenecimento se te alimentares desmesuradamente, excessivamente. A água, vital para tua sobrevivência, se não for ingerida convenientemente prejudicará teu organismo. E assim sucessivamente…

Abeverê, minha discípula mais antiga, disse muitas vezes: “Ah, se eu pudesse, estrangulava o demônio, acabava com ele”. Eu respondi-lhe que não era possível, o demônio não pode ser exterminado, ele é uma criatura divina. O demônio, ou o lado negativo da espiritualidade, deve ser disciplinado, amarrado, dominado, tudo depende do teu bom proceder, está vinculado ao despertar da tua consciência. Na verdade, o lado negativo não pode ser eliminado; ele deve, tão somente, ser sobrepujado pela luz.

A hora em que tu te adequares espiritualmente e aprenderes a usar a faculdade do discernimento, o lado mau de todas as coisas e as energias negativas serão transformadas em luz. Só será uma questão de como te posicionarás diante de DEUS e da lei divina ao fazer bom ou mau uso do livre arbítrio.”

Parábola da BANANA

Assim falou INRI CRISTO:

“Meus filhos, se desejais saber quais as propriedades e vitaminas que contém a banana, vós não podeis examinar um abacaxi, uma melancia ou mesmo uma pedra, pois se quereis saber sobre a banana tereis que examinar a banana.

Procurai imaginar como seria uma loucura, insano o cientista, o pesquisador que, ao invés de examinar a banana a fim de conhecer suas qualidades, suas riquezas, fosse analisar o abacate, o abacaxi, a laranja ou quiçá uma pedra para saber o valor nutritivo da banana. Ou ainda quão insano seria o cientista ou pesquisador que, no afã de desvendar os mistérios de uma enfermidade incurável, indagasse o agente emissor da enfermidade em busca de informações acerca da doença quando o correto seria investigar a vítima sobre a danosa moléstia. Ora, o agente malévolo jamais revelaria o segredo do antídoto!

Assim é também no caso do Unigênito de DEUS que vos fala: só investigando junto a meu PAI, SENHOR do Universo, que é em mim, observando os mistérios dEle que regem a Santíssima Trindade, podereis compreender e então assimilar o milagre que Ele, meu PAI, realizou, restituindo ao meu corpo o que Ele havia extraído para formar a Eva (quem tem olhos para ver veja, quem tem ouvidos para ouvir ouça!). Quando me chamava Jesus, já havia reencarnado como andrógino e quem me olha vê que sou o mesmo, ou seja, Adão e Eva unificados num só corpo, como eu era antes do mundo existir, antes da Eva existir, como está escrito no santo livro de Gênesis.

E todos aqueles que vêem o meu rosto e ouvem a minha voz e em seguida vão procurar os inimigos do reino de DEUS: sacerdotes da proscrita igreja (declarada proscrita pelo ALTÍSSIMO no dia 28/02/82) – vendilhões de falsos sacramentos, delinqüentes exploradores da fé -, os falsos profetas – impostores que se autonomearam pastores, chantagistas de dízimo -, que se servem de DEUS em vez de servi-lo, usando o meu nome antigo (Jesus), dizendo-se meus servos quando em verdade servem ao kajowo (belzebu), príncipe das trevas, a estes serão ministradas em suas orelhas as mais terríveis abominações e injúrias contra mim, porque, ao invés de questionar-me pessoalmente, preferem consultar os agentes do mal, transmissores de esquizofrenia, lobos com pele de ovelha, inimigos do reino de DEUS.

Sensato foi Nazareno Tourinho (escritor da Academia Paraense de Letras, pesquisador de religiões e fenômenos paranormais), que, questionado a respeito da minha identidade pelo apresentador Elói Santos da TV Guajará canal 4 (Belém do Pará), ao ser indagado: “INRI CRISTO é ou não é o CRISTO?”, respondeu dizendo: “INRI sofre toda sorte de perseguições como CRISTO; é caluniado, odiado, invejado e amado como CRISTO; fala com autoridade, veemência e ensina como CRISTO; sua fisionomia, seu rosto, seus cabelos são iguais aos de CRISTO; se veste com uma túnica branca igual a de CRISTO e uma sandália singela de couro igual a de CRISTO; cura os enfermos com as mãos igual a CRISTO. Agora, se ele é CRISTO ou não, só ele pode responder. Pergunte a ele, pois a minha opinião não conta.”

Qualquer ser humano sensato que tem consciência de que a coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis, antes de me julgar vem me questionar e facilmente perceberá que respondo qualquer pergunta sem dogmas, sem subterfúgios, sem superstição, sem fantasia, e conseqüentemente perceberá que voltei a este mundo sem livre arbítrio tão somente para executar a vontade de meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim.”

Parábola do VEÍCULO PARTICULAR

O ápice da evolução e ascensão espiritual passa necessariamente pelos estertores da carne

Assim falou INRI CRISTO:
“O veículo particular é aquele onde só entra, só monta quem o proprietário permite, diferente do táxi, cuja entrada está disponível a qualquer indivíduo. Se tendes um veículo pessoal, particular, então vos é facultado o direito de decidir quem irá entrar: se é um amigo, uma amiga, um amante, uma amante, um transeunte, um caroneiro, etc. Caberá também somente a cada um de vós decidir qual o sexo do passageiro que recebereis na vossa intimidade. Enfim, só entrará no vosso veículo quem permitirdes. Já o táxi é uma viatura de risco, onde pode embarcar até mesmo um passageiro inoportuno.
Não obstante, ai de vós se receberdes no vosso veículo um fumante mal-educado, ou um alcoólatra capaz até de vos esbofetear enquanto estais dirigindo, ou ainda se deixardes adentrar no vosso veículo um delinquente com intenções de agredir, roubar e apossar-se do vosso bem. Ao mesmo tempo em que tendes o direito de decidir quem entra no vosso veículo, tereis também que assumir as conseqüências de vossa decisão.
O veículo particular desta parábola é o vosso corpo. Só deixais adentrar o passageiro que vós convidais, ou seja, cada um de vós tem o direito inviolável de decidir, escolher quem toca em seu corpo. Isso significa que a opção sexual do ser humano é uma questão de foro íntimo; cabe a cada um, e somente a si, decidir com quem se relaciona. Tudo dependerá de fazer bom ou mau uso do livre-arbítrio. Vosso corpo vos foi concedido pelo PAI celeste como um veículo com o qual trafegais sobre a Terra; a ele só podem se juntar aqueles a quem vós consentis. Quanto ao táxi, ao qual acabei de me referir, é um veículo onde qualquer um pode entrar; corresponde então às prostitutas e aos prostitutos.
Eu voltei a este mundo como representante da lei do SENHOR, e nesta condição tenho o dever de interpretar a lei e ensinar os seres humanos como melhor se posicionar perante a lei divina. Uma vez que a humanidade, como nunca antes em sua história, está desprovida do elo, da intimidade com o CRIADOR, os seres humanos se desviaram da lei da natureza, os padrões de comportamento estão completamente desregrados e não há como corrigir a contento, então é necessário que se estabeleça um parâmetro de conduta razoável condizente com a realidade dos dias atuais. Quando me indagais acerca do homossexualismo no mundo contemporâneo, a resposta é invariavelmente a mesma em relação não só aos homossexuais, como também a todos os que praticam sexo: cada pessoa deve decidir com quem se relaciona; cada pessoa tem o direito de decidir com quem vai se acostar, com quem vai se juntar no leito de repouso. Melhor seria que ninguém necessitasse praticar sexo, que ninguém precisasse fornicar. Todavia, as purgações que acompanham o ato da fornicação fazem parte do processo da evolução, da marcha para a ascensão evolutiva do ser humano. O ápice da evolução espiritual passa necessariamente pelos estertores da carne; para alcançar o auge da elevação mística, o êxtase na senda da simbiose com o ALTÍSSIMO, é mister sobrepujar as fantasias, as ilusões e emoções concernentes à escravidão da carne. E eu vos digo em verdade: em função da hostilidade, do preconceito a que são submetidos, os homossexuais se obrigam a passar por uma metamorfose neuronial, a transcender as trivialidades do senso comum para se adaptar às circunstâncias e sobreviver no ambiente social; eles aguçam os sentidos e, ironicamente, tornam-se mais sagazes e perspicazes do que os heterossexuais.Eu e meus discípulos não praticamos sexo, posto que meu PAI me concedeu poder sobre a carne quando eu jejuava em Santiago do Chile em 1979 e desde então já não vivo como homem, consciente de que sou o Filho do Homem, e assim ensino meus discípulos a viver em simbiose com o SENHOR. Mas indagado sobre o homossexualismo, meu PAI inspirou-me a responder através desta parábola.
Mas se, ainda assim, insistis em me perguntar o que é pecado, respondo-vos nos seguintes termos: o juiz de plantão que está no tribunal de vossa consciência vos auxiliará na formação do juízo justo, propiciando-vos assimilar que pecado é tudo o que fizerdes que faz mal a vós ou a outrem; tudo o que fizerdes que não faz mal a vós nem aos outros não é pecado”.

Parábola da MINA

Assim falou INRI CRISTO:
“O reino de DEUS se assemelha a uma mina de ouro cujo proprietário é o único a saber o mapa da descoberta. Muitos garimpeiros ambiciosos, buscadores de ouro, tentam desenhar o mapa até mesmo ante as vistas do proprietário, que a todos observa com a serenidade peculiar a quem sabe e é senhor. Cada um pensa que pode desenhar aqui ou ali o mapa, outros tentam procurar aqui ou acolá, conjecturam entre si quiçá o legítimo mapa está aqui, ali ou acolá, ignorando que o mapa está desenhado dentro do cérebro do senhor da mina, desenho este realizado pelo pai do senhor da mina. Assim sendo, é inútil tentar desenhar um novo mapa ou procurar o único mapa legítimo. Só resta, aos que querem partilhar do gozo da posse da mina, uma única solução: inclinar-se diante do único senhor da mina. E só este decide, de acordo com a humildade dos solicitantes, se dá ou não acesso à mina.
Se vós não haveis compreendido o significado desta parábola, é mister que se reative a memória quanto ao que eu disse antes de ser crucificado: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao PAI senão por mim” (João cap.14 vers.6). E o valor de minhas palavras não desvanece jamais, porque o tempo passa e as minhas palavras não passarão.
Vede, meus filhos: cada vez que um impostor funda uma nova seita usando meu nome antigo (Jesus) e o nome de meu PAI, ele está tentando construir um novo mapa no intuito de enganar os incautos, transformando-os nos fariseus deste século, rotulados de crentes e evangélicos.
Cada vez que alguém seguir o falso profeta, o impostor que se diz pastor, rastejará atrás de um falso mapa da mina; ou ainda quando um incauto segue uma seita pseudo-esotérica que usa o meu nome antigo, está de novo seguindo a trilha de um falso mapa da mina. E o meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim, e em verdade é o senhor da mina porque eu e Ele somos uma só coisa, a tudo contempla, deixando livre cada ser humano para seguir o caminho que lhe aprouver, fazendo bom ou mau uso do livre arbítrio.
Os traidores da causa divina, herdeiros da minha antiga igreja – que, por haver se prostituído e se transformado num império de iniqüidades, foi declarada proscrita em 28/02/82 por meu PAI, SENHOR e DEUS -, se apresentam perante o povo como proprietários da mina, no intuito de enganar; todavia, eles mesmos não crêem na existência da mina e nem no senhor da mina. Agora, com a chegada do senhor da mina, haverá uma grande turbulência, posto que toda a humanidade saberá que a mina existe e que só o senhor da mina tem o mapa na cabeça. Mas, para o senhor da mina mostrar que sabe o desenho do mapa, ele precisa tão somente falar e desmascarar os inimigos, traidores da causa divina, que querem e necessitam continuar enganando por haverem sido treinados desde a infância no “ofício” da engodologia, falcatruologia e embustologia, disfarçadas de teologia.
E todos pensam que o senhor da mina tem de provar que sabe onde está a mina e se enganam, pois ele, porque sabe, não precisa provar nada a ninguém. Os interessados na mina, estes sim é que necessitam provar que são dignos do senhor da mina. Se alguém quiser desfrutar das delícias da mina, terá que se tornar amigo do senhor da mina; e a suprema demonstração dessa amizade é a obediência: “Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” (João cap.15 vers.14).”

Parábola dos DIAMANTES

Assim falou INRI CRISTO:

“O Reino de DEUS se assemelha a um grande celeiro repleto de feno e palhas onde estão ocultos, espalhados, inúmeros diamantes. Para localizá-los o perseverante catador tem que remover palha por palha, meticulosamente, porque entre uma palha e outra poderá encontrar um diamante; e só descobrindo todos os diamantes é que poderá formar a coroa da sabedoria. Assim é a busca das coisas de DEUS e da compreensão das leis de DEUS.

O pesquisador atento, que realmente tem intenção de compreender a Lei de DEUS, só poderá atingir seus elevados propósitos se ler, página por página, com a anuência do ALTÍSSIMO, os livros que compõem as sagradas escrituras. Ali encontrará histórias cansativas e enfadonhas, terá que suportar as resmungações, calúnias dos pseudo-amigos de Jó, latidos de cães e grunhidos de porcos…, inclusive asEpístolas de Paulo, que são espúrias doutrinas ministradas pelo primeiro anticristo, primeiro falso profeta, até chegar em 1º Coríntios c.15 v.9 e constatar que ele mesmo confessa sua condição de falso profeta e anticristo ao dizer taxativamente: “Efetivamente eu sou o mínimo dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a igreja de DEUS” e também em Gálatas c.1 v.7, onde ele – num furtivo momento de lucidez mesclado à crise de consciência – declara anátema qualquer evangelho, exceto o que eu (CRISTO) deixei, quando paradoxalmente em todas as suas escrituras nefastas, perniciosas, venenosas e ilegítimas insiste em ministrar um evangelho paralelo ao que eu ensinei antes da crucificação.

DEUS, meu PAI e SENHOR, que escreve direito mesmo que por linhas tortas, permitiu que Paulo inculcasse na cabeça dos incautos todas estas verborréias, facultando-me, em sua bondade infinita, identificar, antes do juízo final, quem são os fariseus deste século, que na verdade seguem os falsos profetas, impostores que se autonomearam pastores, lobos com pele de ovelha que, com um pedaço de Bíblia embaixo do braço, ululam nas esquinas e nos templos farisaicos: “o sangue de Jesus tem poder”; em verdade, são seguidores de Paulo, o primeiro anticristo, primeiro falso profeta. E, no dia de glória do SENHOR, eles estarão marcados, estigmatizados com o sinal que identifica os integrantes do principado das trevas, como eu mesmo avisei. Não podem reclamar o direito à herança junto aos herdeiros do Reino de DEUS, porque eu preveni antes da crucificação: “Acautelai-vos, que ninguém vos engane; porque muitos virão em meu nome dizendo: “Eu sou Cristo” e enganarão a muitos,… até os eleitos se possível fosse” (Mateus c.24 v.5 e 24). E, para facultar a distinção, meu PAI me reenviou com um nome novo, como está escrito em Apocalipse cap.3 vers.12. INRI é o meu novo nome, o nome que paguei com meu sangue na cruz.

É mister que o investigador diligente leia outrossim tudo que eu ensinei neste século, desde o meu reaparecimento, citado no livro: “O Furacão sobre o Vaticano”, escrito pelo jornalista e pesquisador Pedro Lusz, que contém em seu bojo parte da minha história concernente à minha realidade atual, o ato revolucionário perpetrado em Belém do Pará que culminou com o nascimento da Nova Ordem Católica, as parábolas, o livro da igreja (DESPERTADOR), enfim, todo conteúdo doutrinário que meu PAI ministrou através de mim, cumprindo-se o que eu prometi antes da crucificação: “Ainda tenho muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora” (João c.16 v.12).

Após a conclusão deste estudo profundo, chegareis à essência da doutrina que decifra os mistérios da lei divina, diamantes componentes desta parábola; então, estareis aptos a integrar o Reino de DEUS e sereis agraciados com as bênçãos divinas. “Buscai primeiro o reino de DEUS e sua justiça, e todas as outras coisas vos serão acrescentadas” (Mateus c.6 v.33).”