Mensagem de INRI CRISTO para 2017

Mensagem de INRI CRISTO para 2017

 

EMANUEL

Cristo dos 13 aos 30 anos – Isaías c.7 v.14

Na Bíblia não há referências quanto à vida de Cristo dos 13 aos 30 anos, com quem esteve, onde esteve. Até ser batizado por João Batista, purificar-se no jejum e iniciar a vida pública assumindo o nome Jesus, Cristo usava o nome de Emanuel, cumprindo-se o que fora predito por Isaías (c.7 v.14): “Pois por isso o mesmo SENHOR vos dará este sinal: Uma virgem* conceberá e dará à luz um filho e o seu nome será Emanuel. Ele comerá manteiga* e mel até que saiba rejeitar o mal e escolher o bem”. Não importa se ele preencheu esse vácuo de tempo peregrinando na Palestina, na Índia, na África, no Tibet ou onde quer que tenha estado. A realidade é que ele, com o nome de Emanuel, esteve experimentando os pecados do mundo. 

Emanuel significa “Deus conosco”. Ou seja, ainda que imerso na lama, nas imundícies do mundo, misturado aos pecadores, ele, impelido por Deus, estava assimilando que as maiores almas, enquanto não dominam o veículo cela (corpo) cedido pelo PAI Eterno e pela mãe natureza, estão à mercê dos maiores vícios, assim como são capazes das maiores virtudes. Pois para conhecer a virtude é mister conhecer o pecado, vencer o pecado e vencer o mundo; somente então se sabe o valor integral da virtude (“Haveis de ter aflições no mundo, mas tende confiança: eu venci o mundo” – João c.16 v.33).

Ora, se Cristo não tivesse estado, com o nome de Emanuel, experimentando os pecados do mundo, se estivesse sempre blindado, incólume, puro, protegido, não haveria sentido em dizer: “Animai-vos, eu venci o mundo“. Só pode dizer “Eu venci o mundo” quem esteve à mercê das trevas, vulnerável ao poder profano que rege o mundo. Eis a prova irrefutável de que Cristo, induzido pelo ALTÍSSIMO, experimentou sim, com o nome de Emanuel, os pecados do mundo, as misérias, as fraquezas da carne. Cristo teve que experimentar o doce e o azedo, as coisas boas e ruins, até alcançar o discernimento. Tornou-se puro, mas não ingênuo. Foi revestido do conhecimento empírico, que faculta a percepção clara e objetiva da realidade da vida, tornando-o apto a cumprir sua missão na Terra. Isso lhe faculta a vidência para constatar que mesmo as pessoas consideradas mais imundas, vulneráveis, desprezíveis, reprováveis aos olhos da “casta, imaculada” sociedade (vide Maria Madalena – João c.8 v.1 a 9) podem ser agraciadas pela descoberta de DEUS. E é nessa descoberta, ao vislumbrar o Eterno, que tudo muda na vida de um ser humano. 

Os fariseus jesuítas que se pensam cristãos podem se chocar, se escandalizar, ficar horrorizados ao imaginar que Cristo vivenciou na carne os pecados do mundo, mas duvidar disto é duvidar das Escrituras, negar isso é negar a verdade da vida, da Bíblia. Se os cristãos creem que Cristo era o Enviado de Deus, cumprindo a profecia de Isaías e outros profetas, logo eles são induzidos pela lógica coerência a se coadunar e reconhecer esta profecia (Mateus c.1 v.22). INRI CRISTO disse que aqueles que porventura duvidam do óbvio, ululante, estão seguindo um Cristo imaginário, folclórico; assumindo o status de evanjegue, cavalgadura do maligno, terão que suportar em seus dorsos o peso dos falsos profetas sucessores de Paulo, o primeiro falso profeta, mentiroso confesso da era cristã (“Se a verdade de DEUS, pela minha mentira, cresceu para a glória sua, por que sou eu assim julgado como pecador?” – Romanos c.3 v.7). DEUS não precisa, não carece que alguém minta para glorificá-lo (“Ficarão de fora do Reino de Deus os idólatras e todos os que amam e praticam a mentira” – Apocalipse c.22 v.15). Por isso convém deixar essa questão bem clara, explícita, a fim de desvanecer as dúvidas, as lacunas que perduram há séculos no que concerne à vida e à vinda do Messias. A coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis. Os sensatos meditam e assimilam.

* Algumas versões da Bíblia traduzem o termo original hebraico “almah” por “jovem”, outras a traduzem por “virgem”, assim como manteiga ora é referida como coalhada ou leite coalhado, para aludir ao sabor azedo, contrapondo à doçura do mel.

 

INRI CRISTO elucida a questão do aborto

O internauta William Magalhães fez a seguinte pergunta a INRI CRISTO:

Sr. Inri Cristo, estou lendo a sessão “Sem censura” de seu site e fiquei positivamente impressionado com a profundidade e clareza das respostas. Embora ainda não tenha lido todas as perguntas e respostas um dos temas chamou muito a minha atenção. Em uma das questões, questionado sobre o aborto, o Sr. explica que a vida propriamente dita (união da matéria com o espírito) só se dá quando o recém nascido aspira o ar pela primeira vez. Esta resposta me deixou em dúvida, pois sempre acreditei que a união do espírito reencarnante com a matéria se dá no momento da fecundação, quando passa a existir um ser diferente da mãe e do pai, com um novo DNA. Fiquei também pensativo pois, a prevalecer o entendimento do Sr., então o aborto, ainda que no final da gravidez, não seria tão culpável como imaginamos, pois apenas teríamos a expulsão de matéria orgânica “viva”, mas sem vida, já que ainda sem espírito. No entanto, Sr. Inri Cristo, a ciência nos demonstra que o feto humano é passível de emoções como alegria, medo e até mesmo “stress”. Experiências demonstram que com alguns meses de gestação, depois de formado o aparelho auditivo, o feto é capaz de reconhecer a voz da mãe, que lhe funciona como acalento. Por seu turno, em sessões de regressão é possível fazer as pessoas lembrarem-se de fatos que aconteceram enquanto ainda estavam na barriga de suas mães. Como justificar sua resposta (de que a vida só surge quando o recém nascido aspira o ar pela primeira vez) quando confrontados com estes dados, todos conseguidos com base em pesquisas científicas sérias? Uma massa orgânica, se não tiver um espírito, é incapaz de emoções e, menos ainda, de possuir recordações e reconhecer a voz de sua mãe…

Aguardo uma resposta do Sr.

Deus nos abençoe a todos,

William

Em resposta ao questionamento do internauta William Magalhães, eis o pronunciamento de INRI CRISTO:

Assim falou INRI CRISTO:

“É mister salientar que feto só pode ser considerado uma criança quando é passível de ser criado independente do corpo da gestante, ou seja, quando sobrevive desvinculado do cordão umbilical. Enquanto o feto depende do corpo da gestante, ele existe como mais um membro do corpo da mulher, é meramente um conjunto de células em multiplicação. A partir do momento em que o feto tem condições de ser criado independente do corpo da gestante, só então é possível lhe atribuir o status de criança, e neste caso, torna-se ilícito recorrer ao aborto. É preferível abortar do que jogar crianças em latas de lixo, em riachos, abandoná-las nas ruas, como tem sido noticiado sistematicamente nos meios de comunicação; mais um dos sinais do fim dos tempos.

Está comprovado cientificamente que o feto já tem todos os seus órgãos formados desde o segundo mês (incluindo as impressões digitais), seu cérebro já produz ondas desde as 6 semanas (um mês e meio), seu coração funciona desde os 21 dias (menos de um mês após a concepção). Mas ocorre que a vida do feto é somente a vida física, a vida que a gestante lhe dá, não é vida emanada do espírito, do sopro divino; se a genitora sente emoções de medo, alegria, stress, e libera hormônios na corrente sanguínea, ela automaticamente transmite essas emoções ao feto uma vez que ele está diretamente vinculado ao corpo dela, mas não é o espírito do feto que origina as sensações, posto que o espírito ainda não habita a corrente sanguínea (tendo em vista que o sangue é a morada do espírito e é no sangue que o espírito permanece acoplado durante a vida terrena). A partir do momento em que o feto tem nervos, e os nervos recebem estímulos, é natural, completamente normal que ele responda a esses estímulos e até registre as impressões exteriores na região do cérebro concernente à memória (assim é possível compreender por que os que se submetem ao processo de regressão adentram nas lembranças do período intra-uterino). Reitero uma vez mais que o espírito só é acoplado ao corpo físico quando o nascituro aspira o primeiro hausto de ar vivificante; após aguardar durante toda a gestação o momento de reencarnar, o espírito se apossa do corpo no preciso momento em que a criança enche de ar os pulmões. E ainda assim, o espírito só adquire a individualidade quando é cortado o cordão umbilical. Isso é o que o SENHOR, meu PAI, me mostrou e não se aprende nas academias dos homens. No afã de ilustrar o que vos acabo de afirmar, visito as catacumbas dos séculos e concedo uma homenagem póstuma ao René Descartes, um cientista inspirado por DEUS que se dedicou ao estudo das ciências independente das academias. Quando dissecava cadáveres em seus estudos, no século XVII, ele chegou à conclusão de que a vida do feto depende da gestante; o feto não tem vida própria uma vez que seus pulmões não funcionam, não aspiram o ar vital. Ele escreveu no seu Discurso do Método: “(…) Comprova-se isto nos animais sem pulmões, que têm apenas uma concavidade no coração, e nas crianças, que, não os podendo usar enquanto estão dentro do ventre materno, têm uma abertura por onde escoa sangue da veia cava para a concavidade esquerda do coração, e num conduto por onde o sangue vem da veia arteriosa para a grande artéria, sem passar pelos pulmões (…)”.

Enquanto o espírito não se apossou do corpo, o feto não tem status de criança. Aproximadamente a partir dos cinco meses de gestação, enfim, a partir do momento em que ele consiga sobreviver fora do ventre da gestante, seja na incubadora, não importa por que meio, ele adquire então o status de criança. Aí cabe aos cientistas determinar, calcular a partir de que momento o feto estará apto a sobreviver fora do ventre da gestante. Melhor não ter que abortar, mas na necessidade de recorrer ao aborto, então que se faça já nas primeiras semanas, de preferência até o terceiro mês de gestação.

O espírito que aguarda o momento de acoplar é apenas um candidato a reencarnar, mas ele ainda não está conectado ao corpo no ventre da mulher. Acontece que, se uma mulher consegue abortar, aquele espírito terá que esperar uma próxima oportunidade, e como meu PAI é o SENHOR da vida e o SENHOR do destino, se a mulher consegue abortar, significa que aquele corpo não estava destinado para aquele espírito; se estivesse, a mulher não conseguiria abortar, haveria um impedimento. Conheci o caso de uma mulher que saiu da mesa do ginecologista na última hora e não abortou.

Conforme eu já disse e repito, não sou a favor do aborto, mas, como enxergo a realidade crua e nua, sou racionalmente a favor da vida, todavia vida com dignidade. Já que a relação sexual é um hábito instituído e a explosão demográfica salta aos olhos, então é necessário, imperativo que se recorra ao controle da natalidade, primeiramente pelo incentivo de métodos contraceptivos (de preferência os menos agressivos à saúde) e, em última instância, ao aborto como paliativo nas situações socialmente extremas (entre os males, que prevaleça o menor). Antes recorrer ao aborto do que despejar (isso mesmo, meus filhos, despejar) no mundo milhares de crianças que dificilmente se escaparão da miséria, da fome e do descaso, tendo que pedir esmolas nas ruas, isso quando não se tornam menores delinqüentes, os futuros “bandidos” discriminados pela sociedade, mas que a própria sociedade hipócrita e falsamente moralista ajudou a formar. Já que todos estão à mercê das tentações, dos pecados da carne, da parte de meu PAI eu vos revelo que o aborto é um pecado menor (que a mulher já purga ao se submeter ao constrangimento, à tortura na ocasião da curetagem efetuada pelo ginecologista) comparado ao gravíssimo pecado de pôr no mundo mais um ser indefeso, impotente, sem as devidas condições de educá-lo e fazê-lo crescer com dignidade.

É necessário que a humanidade saiba disso para acabar de vez com essa abominável chantagem, essas ameaças, essa maldição imposta sobre as indefesas mulheres pelos pseudo-religiosos que vilipendiam, desprezam, atropelam por motivos sórdidos o que eu falei há dois mil anos: “Se algum membro de teu corpo for motivo para escândalo, arranca-o fora e atira-o para longe de ti” (Mateus c.5 v.29). Não existe nada mais escandaloso do que uma mulher carregar no ventre o feto produzido pelo estuprador e, depois de colocar mais um ser indesejado no mundo, ter que ficar odiando-o e culpando-o pelo resto da vida. Deixemos a hipocrisia de lado e sejamos realistas. A humanidade tem que se acordar, despertar deste torpor, deste sono letárgico; creiam ou não, eu estou aqui, voltei à Terra com a missão de esclarecer a lei de DEUS para que os meus filhos sejam verdadeiramente livres em suas consciências.

Convém lembrar uma vez mais: tudo o que fizeres que faz mal a ti ou a outrem é pecado; tudo que fizeres que não faz mal a ti nem aos outros não é pecado. A coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis da lei divina. Os sensatos meditam e conscientizam-se”.

Quem deveras é louco?

Assim falou INRI CRISTO:

“No mundo profano, muitos dos que se dizem religiosos, dos que se consideram intelectuais (mas na verdade são intelectualoides), vibram contra o Reino de DEUS dizendo que sou louco, ou que meus seguidores são simplórios, retardados, burros… não obstante vamos ver quem é quem. Há dois mil anos eu disse: “Bem-aventurados os pobres de espírito, o reino dos céus será deles” (Mateus c.5 v.3), posto que os pobres de espírito têm espaço para a verdadeira espiritualidade; eles têm espaço em seus interiores para acatar a luz divina e assimilar os ensinamentos que ministro da parte de meu PAI, SENHOR e DEUS.

Eu ensino meus filhos a ingerir o líquido mais precioso, que é a água, ao invés de contaminar o organismo com coca-cola e outras bebidas afins. Instruo-lhes a não se alimentar de cadáver (seja ele de vaca, de galinha, de peru ou qualquer outro, até porque hoje em dia, além da ansiedade, das energias negativas provenientes da agonia da morte, os animais estão contaminados por substâncias nocivas, drogas, hormônios etc. que lhes são injetados devido à ambição pelo lucro). Ensino-vos a não sucumbir aos vícios que se praticam no mundo profano (seja o vício do tabaco, do alcoolismo, das drogas, do vídeo-game etc.), a se distanciar da demasiada barulheira que polui os neurônios e afeta a capacidade de raciocínio, a se abster do consumismo desenfreado. Exorto-vos a praticar exercícios, a alimentar-se adequadamente, de forma equilibrada e, sobretudo, a viver em simbiose com o ALTÍSSIMO, cultivando a saúde mental e espiritual além da saúde física, pois todas as enfermidades físicas têm sempre início na enfermidade da alma. Enfim, eu vos instruo a viver harmoniosamente com vossos irmãos, da forma mais ortodoxa possível, em comunhão com o CRIADOR Supremo e com a mãe natureza.

Esses que qualificam meus seguidores de loucos, lunáticos, idiotas… ou seja lá qual for o adjetivo pejorativo, são justamente os obesos que carregam sebo neuronial, os hipocondríacos que vivem perambulando de médico em médico, os que sucumbem à preguiça de fazer exercícios, os consumistas que se esbanjam no fútil e no supérfluo, compram tudo o que veem sem real necessidade. São os que amam o excesso de conforto e por isso tornaram-se escravos do conforto e do luxo. Meu PAI disse que o excesso de conforto é desconforto, e quem é escravo do luxo e do conforto não consegue vivenciar o prazer das pequenas coisas, o deleite de cultivar a simplicidade, que é o último degrau da sabedoria. Se vos ensino a viver na simplicidade, na praticidade, na higiene, e levais em conta os meus ensinamentos, quem deveras são os loucos? Quem me qualifica de louco senão os orgulhosos escravos da rotina neurótica e barulhenta deste mundo caótico, os que praticam o desperdício com indiferença, os necrófagos, comedores de cadáver que não sabem sequer higienizar corretamente seus corpos após defecar, permanecem sujos por dentro e por fora; eis os que dizem que vos estou arrastando para a loucura. Sob a ótica dos amantes da esquizofrenia, sou louco porque ensino a verdade, a lucidez, o caminho do reto viver. Portanto, compete a cada ser raciocinante estabelecer um parâmetro racional para diferenciar a sanidade da loucura.

E além de vos ensinar a viver, ensino-vos a adorar ao DEUS vivo, ao DEUS verdadeiro, enquanto esses que nos qualificam de loucos rastejam atrás de estátuas, beijam as patas dos porcos e cães, pedófilos disfarçados de paladinos das causas justas, sucumbem ao fanatismo imposto pelos falsos profetas. Dizem que somos loucos porque vivemos para o SENHOR, porque amamos e adoramos o DEUS vivo, meu PAI, que é o SUPREMO CRIADOR, único Ser incriado, único eterno, único Ser digno de adoração e veneração, único SENHOR do Universo.

Faz-se mister que eu vos explique, meus filhos: por que o filósofo Confúcio disse que só os idiotas e os sábios não mudam de ideia? O idiota não muda de ideia porque pensa que é sábio e o sábio não muda de ideia porque obviamente não necessita mudar de ideia. Alguém chega para o sábio e lhe diz que dois mais dois são quatro; ele concorda, não carece mudar de ideia porque sabe que está certo. Ou seja, se o sábio ouve dizer que minha ressurreição física ao céu não passa de uma lenda, de um plágio mal disfarçado das crenças pagãs introduzidas no seio do Cristianismo, ele compreende e sabe que se trata meramente de uma lenda. Não obstante, se alguém chega ao idiota e lhe diz que dois mais dois são quatro, ele irá sustentar com todas as forças que não; para ele eu deveras subi ao céu de carne e osso, mesmo que contrarie as leis naturais estabelecidas por DEUS desde o princípio do mundo (“Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás” – Gênesis c.3 v.19).

Quer dizer, para ele dois mais dois são cinco porque o padre disse, porque o pastor disse, porque o papa disse, porque o líder espírita disse que são cinco… Enfim, ele não raciocina por conta própria e sim pelo que lhe impuseram com a inspiração dos espíritos das trevas. Por esse motivo convém salientar: dizem que somos loucos porque somos livres, porque vivemos dentro da racionalidade, porque amamos a verdade. Há dois mil anos eu já disse: “Conhecei a verdade e a verdade vos tornará livres” (João c.8 v.32). Então amar a verdade é uma loucura sim, porque DEUS é a verdade, e nós amamos a verdade, que é DEUS, e observamos suas eternas e imutáveis leis. Mas o importante é cultivarmos a certeza inabalável de que o SENHOR é o Infinito Todo-Poderoso e faz justiça na Terra.

Nós somos loucos também porque não nos ajoelhamos diante da mídia, que está programada para manipular as informações e manter o controle das massas em benefício próprio; ensino meus filhos a raciocinar e filtrar as notícias, enxergando as razões ocultas por detrás delas. Os que dizem que somos loucos são os que batem palma para qualquer estrangeiro que chega aqui no Brasil com uma guitarra debaixo do braço e outros instrumentos barulhentos só porque a mídia lhe põe um rótulo de cantor. Nós somos os loucos por não pagarmos ingressos a preços absurdos só para assistir a um palhaço sacudindo o corpo sem ter nada a dizer…

Nesse mesmo instante em que estou aqui com meus filhos, existem milhares de pessoas pelo mundo tomando banho em líquido de excremento, e nós somos loucos por não querermos tomar banho num lugar imundo, numa praia suja. Nós somos loucos porque não batemos palmas para os esquizofrênicos e formadores de esquizofrênicos, para os demagogos, para os hipócritas, para os manipuladores das massas; porque não vamos nos fanatizar nos templos farisaicos, porque não rastejamos atrás de estátuas, porque raciocinamos por conta própria e não participamos desses grandes movimentos massificadores, onde os seres massificáveis deixam de ter identidade própria e passam a assumir uma ideia que eles mesmos não compreendem.

Ensino-vos a raciocinar individualmente, isentos de qualquer fantasia, de qualquer engodo dogmático, de qualquer mentira; sois qualificados de loucos porque me seguis e andais dentro da realidade. A verdade é a mais perigosa de todas as feras e de todas as loucuras. A liberdade consciencial é a mais sublime de todas as dádivas da vida. Por isso reitero uma vez mais: conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres (João c.8 v.32)”.