Mensagem de INRI CRISTO para 2017

Mensagem de INRI CRISTO para 2017

 

A arte transcendental de distinguir os pensamentos

A arte transcendental de distinguir os pensamentos

A  prudência é a mestra dos bem-sucedidos

Assim falou INRI CRISTO:

‘Manifesta o teu pensamento, ainda que sob o rugir das procelas humanas (…)’. Vós podeis e deveis manifestar sim o pensamento, mas o vosso pensamento ou o inspirado pelo ALTÍSSIMO, não permitindo jamais que os miasmas externos interfiram. Antes de externar o pensamento, a princípio deveis distinguir, raciocinar se ele veio de vós, se fora inspirado pelo PAI ou emanado das trevas.

Como identificar a origem dos pensamentos? A resposta é simples: ‘Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora ao teu PAI em segredo. E teu PAI, que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa’ (Mateus c.6 v.5 e 6). Após um colóquio íntimo com o PAI, Ele vos dará a saber a origem do pensamento, vós logo sentireis. E qual a finalidade de saber a origem de vossos pensamentos? Identificando a origem, conscientes da lei divina, ireis externá-los ou não.

Ao aceitar uma interferência externa no neurometafísicosistema, e vos sentirdes impelidos a emitir um pensamento do maligno, estareis empreendendo uma viagem sem volta, uma vez que ele produzirá prejuízos irreversíveis no vosso ambiente, e não podereis recolher de volta as palavras proferidas. Na verdade, não era o vosso pensamento, e sim alguém de fora que vos induziu a pensar. Se decidirdes, consciente ou inconscientemente, emitir o pensamento negativo, traduzido em palavras, estareis obedecendo ao agente das trevas, consequentemente, gerar-se-ão danos irreparáveis em vosso ambiente, pois o pensamento emitido, transformado em som, produz efeitos maléficos… ‘Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que disto passa procede do maligno’ (Mateus c. 5 v. 37).

Lembrai-vos sempre: se não emitirdes o pensamento do maligno, a energia negativa não será gerada, logo, não será propagada. Por exemplo, declarar profanos sentimentos amorosos ao vosso semelhante, em estando comprometidos com o ALTÍSSIMO ou no exterior do Reino de DEUS, consorciado com quem quer que seja, outrossim, é emitir a vontade do maligno, uma vez que o amor verdadeiro não carece ser declarado, basta por si só, vibra de coração para coração, em harmonia com o SENHOR do Amor. Por outro lado, quando emitirdes pensamentos inspirados pelo ALTÍSSIMO, podereis vos beneficiar e a outrem resultando em boas obras, culminando com relações sociais amistosas…

Reitero uma vez mais: na dúvida, a única forma de saber a origem do pensamento é orar ao PAI, no quarto com a porta fechada (Mateus c.6 v.6). Quando perceberdes ou pressentirdes um pensamento fora do trivial, considerando um juízo de valor, então recolhei-vos no vosso aposento e buscai no SENHOR a resposta; só então sentireis se o pensamento é fruto de inspiração emanada dEle. Ao contrário, se externais um pensamento oriundo do maligno, após emitido pelos vossos corpos, sereis os responsáveis, tereis que arcar com as consequências das palavras que proferistes, pagareis o preço por terdes sido portadores, agentes do pensamento, cavalgaduras do maligno.

A voz do povo diz: ‘o peixe morre pela boca’. Por várias vezes vi pessoas caluniando outras, ofendendo, propagando pensamentos das trevas. Por isso, vós deveis sempre vigiar para não receberdes, não serdes portadores da energia maligna, que vos fará externar pensamentos que não são vossos. Podeis pensar o que quiserdes, mas não deveis externar o pensamento negativo. Não é hipocrisia evitar falar algo que vos ocorreu sem terdes convicção da origem, e sim, prudência. Obviamente, o melhor é sempre pensar positivamente, jamais permitindo interferências negativas.

É lícito externar os vossos pensamentos ou os emanados do PAI, com honestidade a fim de praticar boas obras. Todavia, lembrai-vos: ‘Quem diz o que quer, ouve o que não quer’. Neste caso, o principal é não emitir o pensamento, quando não tiverdes certeza absoluta da origem; buscai sempre distinguir se sois vós que estais a pensar. Reitero uma vez mais: ‘Seja o vosso falar: Sim, sim; não, não. Tudo o que disto passa procede do maligno (Mateus cap. 5 vers. 37).

Enfim, meus filhos, protegei-vos, mantei-vos unidos ao PAI, conscientes do perigo de emitir o pensamento de origem trevosa, uma vez que ao externá-lo, vos tornareis responsáveis pelas consequências.

Que a paz seja convosco!”

Amizade

Assim falou INRI CRISTO:

“Quando me chamava Jesus, eu disse que era amigo dos discípulos e dava a vida por eles, e que esta é a maior forma de amizade, o maior amor.

Meu PAI, SENHOR e DEUS me mostrou a única forma possível de amizade entre um rei e seus súditos, entre o Rei dos reis e os filhos dos homens. Meu PAI me falou que é muito mais fácil a amizade entre o rei e o súdito, entre o Rei dos reis e os filhos dos homens do que a amizade entre um homem no mesmo nível do outro. Todavia, é mister que se observe a regra fundamental para que esta amizade perdure e não seja ameaçada: a regra fundamental é a honestidade, que implica em fidelidade, realismo, etc.

Ele, meu PAI, SENHOR e DEUS, disse que se os filhos dos homens diante do pai da humanidade, o discípulo diante do mestre for realista e honesto interiormente, então ele, conhecendo as regras da relação, não sendo ignorante, saberá que não pode violar aquelas regras, porque sabe que o regente ou o rei está reinando com aquelas regras, que são insubstituíveis, imutáveis, intransferíveis; então, ele poderá ter uma relação amistosa, sublime com o seu rei e o rei com o seu súdito, ou o filho de DEUS com os filhos dos homens.

O súdito, sendo honesto intelectualmente e espiritualmente, não precisa nem tenta subir no pedestal do rei; por questão de realismo, nem  violará nenhuma das regras, porque implicaria na ruptura da amizade com o monarca.

No mesmo nível não é tão fácil a relação, disse o  SENHOR, meu PAI. A própria natureza humana, emanada da lei divina, que é eterna, obriga que quando duas pessoas têm saúde física e intelectual avancem; uma das duas estará sempre por natureza sobrepujando a outra. Isto meu PAI me disse que é eterno, não dá para mudar. Isto é a natureza criada por Ele e tem um significado profundo porque é imutável. Mesmo entre marido e mulher, um estará sobrepujando o outro; entre dois amigos mais íntimos, em que um dá a vida pelo outro, um estará sobrepujando o outro, disse o SENHOR, o CRIADOR Supremo, que é quem criou todas as leis e criou até as células que compõem os seres humanos.

Quando eu reclamava para o meu PAI que não posso ter amigos aqui na terra, Ele disse que não posso enquanto não encontrar alguém disposto por inteligência a obedecer à lei. Quando eu encontrar alguém assim, esse será meu amigo mesmo sem ser CRISTO igual a mim (uma vez que CRISTO na tradução do grego significa o ungido, no singular). É só uma questão de inteligência e conseqüente consciência de que a lei tem que ser cumprida. “Não há maior amor do que dar a própria vida pelos seus amigos. Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” (João c.15 v.14).

Pois aqui estou não por vontade própria e sim para realizar os desígnios do Ser infalível e perfeito, meu PAI, que me reenviou a este mundo.”

Parábola das PARÁBOLAS

Preâmbulo

            Os lobos uivam, os corvos se agitam… os ossos se decompõem, os vermes vorazmente devoram as carnes, os olhos dão as últimas miradas, piscando antes de exaurir; os cabelos diluídos fenecem pela ação do tempo; os corpos, desvanescendo, liberando um líquido odorento, deixam de formar o conjunto, a silhueta, o expectro que identifica os humanóides, mortos vivos  que vibram contra o reino de DEUS.  E INRI CRISTO, o Primogênito de DEUS, continua a inexorável marcha em direção a consolidação do Reino de DEUD sobre a Terra. A justiça divina resplandecerá.           

Assim falou INRI CRISTO:

“Meus filhos, por fazerdes parte do movimento pró-consolidação do meu reino de luz formalizado pela SOUST, tereis de lutar muito contra os militantes do principado das trevas. Pois vós, por haverdes sido convocados para cumprir tão importante missão, sois assediados pelos lacaios de belzebu, que tentam de todas as formas manipular-vos e inculcar em vossa cabeça toda sorte de verborréias e sandices contra o reino de DEUS, injuriando o Primogênito de DEUS que vos fala, para que, alcançando o nefasto propósito de vos envenenar contra mim, não possais cumprir a sublime missão para a qual retornastes a este mundo.

Por isto, meus filhos, vos ensino por parábolas no afã de que através delas vos seja facultado o dom da compreensão dos mistérios da lei divina.

Deveis usar estas parábolas como armas para derrotar os inimigos quando vierem vos assediar ou atormentar. Cada parábola, cada circular carrega em seu bojo antídotos contra o veneno dos inimigos. Todavia, só podereis vencer decifrando e identificando o precioso valor da munição, assimilando palavra por palavra os ensinamentos que meu PAI me revelou. A fim de que a assimilação se viabilize, é mister que sejam lidas e relidas muitas vezes cada parábola e cada circular, pois é na perseverante leitura, com o espírito alerta, que aprendereis a manusear estas armas.

Para cada caso existe uma parábola; para cada agressão, uma reação defensiva garantindo a integridade e o equilíbrio do sistema neuronial. Assim sendo, se o inimigo tentar fazer um mundinho de negatividade no vosso canal de pensamento, induzindo-vos a julgar e até a me odiar, lembrai-vos de que, há quase dois mil anos, foi através de calúnias, injúrias e blasfêmias que coagiram Pôncio Pilatos a decretar o veredicto da crucificação. Só por obediência a meu PAI e muito amor a vós, meus filhos, estou aqui uma vez mais enfrentando todas as vicissitudes, consequência destas calúnias, mentiras, injúrias e difamações, que nada mais são do que grunhidos de porcos e latidos de cães que, disfarçados de humanos, se dizem crentes, evangélicos e cristãos, quando em verdade são capachos do kajowo (satã). Porque vos amo vos tenho brindado da parte de meu PAI com este arsenal de parábolas e circulares que não se constituem num mero conjunto de palavras bonitas e sim em fragmentos da lei divina.

Toda vez que o kajowo (demônio) vem insinuar que eu sou muito autoritário, lembrai-vos:  o ALTÍSSIMO, meu PAI, que é vosso PAI, meu DEUS, que é vosso DEUS, único ser incriado, único ser digno de adoração e veneração, é autoritário. Obediente a Ele voltei sem livre arbítrio a este mundo para iluminar a humanidade e ensinar aos meus filhos, autênticos cristãos, a eterna lei divina.

As parábolas são ensinamentos vivos ministrados por Ele, meu PAI, para que possais caminhar com segurança na terra, levando em vosso interior, além da convicção de minha identidade, a sabedoria, tornando-vos dignos de serdes chamados de filhos de DEUS (João c.1 v.12).

Muitos só compreenderão tarde, tarde demais o significado destes ensinamentos, que objetivam tão somente instruir, proteger e iluminar, complementando o que eu adverti antes da crucificação: “Orai e vigiai que ninguém vos engane; falsos cristos, falsos profetas virão em meu nome, farão prodígios, enganarão a muitos, até os eleitos se possível fosse” (Mateus c.24 v.5 e 24). Ao contrário dos falsos profetas, que ululam nas esquinas e nos templos farisáicos o meu nome antigo (Jesus): “Aleluia! O sangue de Jesus tem poder!”, meu PAI reenviou-me com meu novo nome, INRI, cumprindo o que está escrito em Apocalipse c.3 v.12; INRI é o nome que paguei com meu sangue na cruz. E, além de me haver reenviado com a mesma face, a mesma silhueta e a mesma voz, meu PAI, SENHOR e DEUS, que é em mim, vos ensina por parábolas, propiciando a distinção: “Quando ouvirdes falar de guerras, rumores de guerras, reino contra reino, nação contra nação, terremotos, inundações, tempestades, pestilências, fomes, sabei que é apenas o princípio das dores”(Mateus c.24 v.6 a 8).

Hão de me perguntar novamente: “Sendo tão difícil de se coadunar com a lei divina e havendo tantos inimigos e obstáculos para se entrar no reino de DEUS, quem se salvará então, SENHOR?” E as circunstâncias me obrigarão a responder de novo: “…o que perseverar até o fim, esse será salvo…” (Mateus c.24 v.13). Faze a tua parte que eu te ajudarei…”

 

Parábola do MAR

Assim falou INRI CRISTO:

“Em verdade, em verdade vos digo: a Bíblia é um livro de letras mortas, repleta de fábulas, lendas, parábolas, metáforas e até charadas, e só pode ser interpretada cabalisticamente com a anuência do ALTÍSSIMO. A Bíblia é um livro enigmático e sagrado sim, todavia foi escrita por homens sujeitos à vaidade, a erros e exageros. Quem leva a Bíblia ao pé da letra fatalmente descerá a ladeira do fanatismo; sairá por aí assassinando mulheres e crianças, porque lá está escrito que DEUS mandou matar sem distinção todo o povo da terra de Canaã para que os israelitas conquistassem a Terra Prometida (Números c.33 v.50 a 56). 

Alguém dentre vós pode me questionar: ‘Se tu dizes que a Bíblia é um livro de letras mortas, então como podes ao mesmo tempo usar a Bíblia para confirmar que és Cristo, o ungido de DEUS? Afinal, a Bíblia é ou não é a palavra de DEUS? Quando podemos crer em ti?’ E eu, da parte de meu PAI, vos respondo: a Bíblia se assemelha ao mar, com suas ondas magníficas e abissal profundidade, onde habitam criaturas de inusitadas formas e inúmeros tamanhos… E ainda que eu me alimente dos frutos do mar, dos crustáceos, das algas, dos peixes com escamas e barbatanas, eu não me alimento da areia do mar, nem dos dejetos ou do lixo atômico que jogam no mar.

Assim também, da terra podeis extrair frutas, verduras, legumes, raízes para vossa nutrição cotidiana… enfim, tudo o que faz bem à saúde, todavia não careceis ingerir a argila nem o adubo onde foram plantados. Ou seja, em todo livro, incluindo a Bíblia, recomendo meus filhos a fazer a triagem e recolher tão somente o que é bom, conforme já ensinei na Parábola dos Diamantes. Deveis examinar a Bíblia diligentemente, atentamente, com espírito criterioso, investigativo, no afã de discernir o que veio de DEUS e interpretar cada passagem com a anuência divina. Quando os profetas foram inspirados a escrever os livros que compõem a Bíblia, muitas vezes usavam parábolas, fábulas e lendas como forma de ilustrar ao discurso sobre a lei de DEUS.

No Gênesis, por exemplo, constam os sete dias da criação divina, que correspondem aos sete dias da semana; seis que DEUS usou para criar o mundo e um dia para o descanso, o sábado. Então os fanáticos, os que interpretam a Bíblia inspirados pelos espíritos das trevas, levam esses dias ao pé da letra; eles acreditam literalmente que DEUS criou o universo em seis dias e descansou ao sétimo dia. Por isso os intelectuais tem dificuldade em adentrar na senda da lei de DEUS através da Bíblia, por que para um intelectual, uma pessoa que estudou, isso é inverossímil. Mas o relato do Gênesis é uma metáfora. DEUS inspirou os profetas a estabelecer seis dias da criação no intuito de facultar a assimilação às pessoas mais simples e para que aos homens fosse dado um dia de descanso, o sábado, dia em que Ele derrama as bênçãos mais do que nos outros dias. Não se pode usar um calendário terráqueo para mesurar quanto tempo demorou, porque no plano superior, ainda hoje, o tempo não conta; pode ter levado milhões, bilhões de anos para se formar o Cosmos, a Via-Láctea, as galáxias, as estrelas e os planetas, enfim, o conjunto harmonioso da criação divina. No plano superior não faz nem um segundo que DEUS criou tudo isso, assim como não faz nem um segundo que fui crucificado.  Então os intelectuais fazem os cálculos deles e constatam: “Ah, não pode ter sido em seis dias que se formou o Universo! Foram bilhões de anos…”

Da mesma forma os intelectuais tem dificuldade em admitir que houve um Primogênito de DEUS, ou seja, a primeira alma emanada da Grande Alma. O nome não importa; o que importa é que houve o primeiro filho de DEUS, Adão, o ancestral da humanidade, e o primogênito é esse que vos fala. Sou o mais antigo de todos. Quando se diz no Gênesis que DEUS formou Adão do barro da terra e inspirou nele um sopro de vida, tornando-o alma vivente, significa que o corpo de Adão, formado de partículas oriundas da Mãe Terra, foi vivificado pelo espírito emanado do PAI Celeste, porque no momento em que o espírito abandona o veículo, o sangue coagula e o corpo fenece, retornando ao aconchego da Mãe Terra. Por isso Ele disse: “Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás” (Gênesis c.3 v.19). Em verdade, em verdade vos digo: eu que vos falo fui a primeira ameba, o primeiro réptil rastejante que saiu da água buscando ar para sobreviver, o primeiro macaco que nasceu sem rabo, e o primeiro homem dotado de consciência que buscou a compreensão de si e do mundo que o cerca. Nessa condição é que sou o alfa e o ômega, o começo e o fim; fui o primeiro e o último, ao mesmo tempo fui o último para ser o primeiro. E justo por ser o mais antigo de todos é que o SENHOR me reenvia a este mundo de tempos em tempos a fim de reconduzir meus filhos ao caminho da Luz, ensinando-os a trilhar a senda da lei divina.

É por isto que os homens devem esforçar-se em empregar o lado divino da inteligência para escutar a palpitante natureza, porque unicamente assim poderão descobrir as sábias leis que regem o Cosmos em cada detalhe sutil da magnificente obra do Supremo CRIADOR. Só então o vosso PAI celeste vivificará as letras mortas da Bíblia e, inspirados, compreendereis o verdadeiro significado das Sagradas Escrituras”.

 

Parábola do REI

O Rei dos reis, INRI CRISTO, após haver sido coroado pelos soldados romanos com uma coroa de espinhos e crucificado a pedido dos filhos de Israel com a disfarçada aprovação de Pôncio Pilatos, reencarnou e, em sua volta à terra, após peregrinar por dezenas de países e centenas de cidades, ao chegar a Brasília, em 1981, reuniu-se ao povo na praça da torre da TV. E, quando estava no ápice de um sermão que proferia em cima de um caminhão, o proprietário do veículo veio pelas costas e o empurrou bruscamente. INRI caiu, sendo amparado pela multidão. Então, disse que iria embora e não falaria mais ali. Todavia, alguns policiais presentes disseram-lhe: “A partir de agora nós garantiremos a segurança, pois também queremos ouvir-te”. INRI, desabafando, falou assim:

 “Certa vez, um rei que amava muito seu povo teve que fazer uma viagem. Antes, porém, teve o cuidado de reunir seus servos, que eram também seus amigos, e lhes distribuiu responsabilidades, fazendo cada um saber seu dever durante sua ausência. Disse ainda o rei a seus servos, com veemente convicção, que voltaria e, em sua volta, julgaria cada um de acordo com sua obra. E, para que houvesse ordem e harmonia em seu reino durante sua ausência, nomeou, inspirado por DEUS, um de seus servos para presidir os demais.

Não obstante, este servo desencarnou, e seus sucessores naturais vilipendiaram os mandamentos deixados pelo rei e transformaram o reino num caos. Construíram uma estátua do rei e ensinaram seu povo que a dita estátua era o rei. E, obedientes ao príncipe das trevas, Belzebu, passaram a perseguir qualquer indivíduo que ousasse contrariar suas barbaridades. Ignorando os mandamentos deixados pelo rei, queimaram na fogueira as pessoas honestas que se manifestavam contra suas iniqüidades.

E o Rei voltou. Mas DEUS, que não dorme e que tudo vê das culminâncias de sua insofismável onipresença, onipotência e onisciência, advertiu o rei, que, por sua vez, visitou seu reino em oculto, como um ladrão. E ele, carregando um mistério em seu nome, entrava nas casas de seu povo e, nas poucas vezes em que era recebido, dormia junto a seu povo.

Porém, na maioria das vezes, era perseguido, prisioneiro e expulso de suas casas, de suas cidades, de seus países. E ele marchava sobre a terra, ocultando em seu interior e em seu nome seu grande mistério a fim de conhecer bem seu reino que se multiplicara em sua ausência. Quando a hostilidade chegava ao extremo, ele dormia nas florestas, nos cemitérios… sendo que muitas vezes, ao peregrinar sobre a terra, observava, ao passar pelos campos, qual árvore poderia servir de refúgio para reclinar sua cabeça. Todavia, até mesmo das florestas era expulso por aqueles que deveriam recebê-lo, pois se intitulavam – e se intitulam – príncipes de seu reino e se diziam seus servos, mas, por conveniência, preferiam – e preferem – um rei de metal, de gesso, de plástico… em forma de estátua, enfim, um rei sem autoridade e que serve aos inconfessáveis interesses ocultos daqueles usurpadores que rendem obediência e servilidade a Belzebu.

Eu que vos falo sou este Rei. Voltei como vos havia prometido.

Meu nome novo é INRI.

INRI é o nome que eu paguei com meu sangue na cruz: I.N.R.I.

INRI é o nome que Pilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam em meu rosto, quando me humilhavam, quando se cumpriam as escrituras.

E o servo que nomeei para presidir meu reino de luz foi Pedro. A nomeação aconteceu quando eu disse: “…tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja” (Mateus cap.16 vers.18).

Quando Pedro desencarnou, os usurpadores que se sucederam transformaram paulatinamente meu reino de luz num principado de iniqüidades e, na obediência a Belzebu – príncipe das trevas – e satisfação de seus instintos bestiais e imorais objetivos ocultos, ensinaram meu povo a se ajoelhar em frente a estátuas frias, geladas, inertes; e, despudoradamente, dizem aos quatro cantos do mundo que eu sou uma daquelas estátuas malditas construídas por perecíveis mãos humanas, menosprezando as sagradas escrituras, pois está escrito dezenas de vezes que meu PAI, meu SENHOR e meu DEUS amaldiçoa os que se prostram diante de estátuas (Levítico cap.26).  No livro da Sabedoria cap.14 vers.8, o SENHOR disse: “…o ídolo, obra das mãos humanas é maldito, ele e seu autor…” E eu mesmo disse a meu discípulo João que os adoradores de ídolos ficarão fora do reino dos céus (Apocalipse cap.21 vers.8 – cap.22 vers.15).

O atual impostor – que se diz sucessor de Pedro – e seus asseclas sentem um prazer mórbido em enganar meu povo, em humilhar-me, exibindo-me falsamente pregado na cruz. E o principal chefe dos anticristo, que tem sutilmente, indelevelmente em sua cabeça a marca da besta, ou seja, o nº 666 (Apocalipse cap.13 vers.18) – quem vive no pecado não pode ver, mas meu PAI, após o jejum, me mostrou – e atualmente se faz chamar pelo nome de João Paulo II, na continuidade evolutiva do pernicioso vício da idolatria e num paroxismo transcendental sem precedente na história da humanidade, se deleita, sorri e acena para meu povo, em exaltação de júbilo, quando mais uma vez exibe uma pequena e maldita estátua, nutrindo em seu interior o repugnante, abominável e inconfessável pensamento: “AAAHHH! Tu és minha galinha de ovos de ouro! Como é bom ver-te pequeno, indefeso, inerte, sem autoridade, pregado na cruz… e como tu és lucrativo! Como a humanidade é idiota! Como eu sou um gênio! Consigo enganar quase todas as ovelhas do rebanho do CRISTO! E o CRISTO, depois de quase dois mil anos, voltou e pretende destruir minha galinha de ovos de ouro? Ah não! Não permitirei! Usarei todas as forças satânicas para proteger minha galinha de ovos de ouro! Se necessário, hipocritamente, beijarei o solo imundo de cada cidade ou país onde chegar; assim a humanidade pensará que sou humilde e, cega na ilusão de que eu sou verdadeiramente representante de CRISTO, não perceberá que vivo na ostentação e luxúria, egoisticamente, enquanto INRI cultiva a simplicidade, possui uma única túnica e continua a andar de sandália, mesmo neste século. E eu, como uma marionete, manipulado por meus cúmplices, que – como eu – são gangsters despidos de qualquer senso de pudor, interfiro nas questões dos países, brincando de chefe de estado, ignorando que ele, CRISTO, aquele sonhador ingênuo, disse: “Dê a César o que é de César e a DEUS o que é de DEUS” (Mateus cap.22 vers.21). Não! Não posso permitir que a humanidade se desperte! Eu tenho que fazer alguma coisa para alimentar minha mentira! É muito perigoso para mim e para meu império enfermo: se descobrirem que o CRISTO voltou, me desmascararão! Ah! É perigosíssimo! Perceberão que esta pequena estátua é um embuste! Ah! O que será de mim? Ah! Se descobrirem que o CRISTO voltou, descobrirão também a falcatrua disso que eu e meus cúmplices chamamos de “eucaristia”, pois compreenderão que este pão que lhes dou para comer com minhas mãos imundas, contaminadas pelo pecado da idolatria, não passa de outra farsa, uma vez que CRISTO disse na última ceia que teve, reunido com seus verdadeiros servos, ao repartir o pão: “Comei, este é meu corpo; bebei, este é meu sangue; fazei isto em minha memória” (Lucas cap.22 vers.19). E, agora que ele voltou em carne e osso, todos compreenderão que este pão não tem mais nenhum valor místico, porque ele disse: “Fazei isto EM MINHA MEMÓRIA”. Logo, não é mais possível comer seu corpo simbolizado por um pão após ele haver reencarnado! Que destino trágico me espera? Herdei um império enfermo; que será de mim sem minha galinha de ovos de ouro?”

Assim, durante o dia, Karol Josef Wojtyla – que se faz chamar João Paulo II – e seus comparsas, traidores da causa divina, enganam o povo de DEUS e, de noite, eventualmente são visitados por um furtivo momento de lucidez que os coloca em pânico, em conseqüência da gritante, chocante e inexorável realidade materializada pelo impacto da volta do Filho do Homem em carne e osso no cumprimento das escrituras.

Disse-me ainda meu PAI que Ele e eu somos uma só coisa e que ninguém pode me deter nem me julgar, porque Ele me reenviou a este mundo como juiz, com a missão de instituir na terra o seu santo reino, no cumprimento da sua santa vontade.

Imaginai, meus filhos, como seria cômico e ridículo se um homem organizasse uma expedição com armas, munição e soldados, com a intenção de aprisionar o Sol, o mar, o vento ou um vulcão! Nas dezenas de vezes em que aprisionaram meu corpo físico, meu PAI me conscientizava de que assim o faziam porque a verdade é uma fera demasiadamente perigosa para andar solta; e eu sou a verdade, a vida  e a luz do mundo. Eu sou o caminho eterno:  ninguém vem a meu PAI senão por mim. E foi meu PAI que disse que tentar aprisionar a verdade, além de ser impossível, é tão cômico e ridículo como se alguém tentasse aprisionar o mar infinito com suas vibráteis e turbulentas ondas de beleza incomparável, o Sol com seus resplandecentes raios indispensáveis para a vida dos habitantes da Terra e ao mesmo tempo mortíferos, o vento capaz de destruir uma cidade e até mesmo um país, o vulcão avassalador…

Em verdade, em verdade, vos digo: eu sou o mar, o vento, o vulcão, a Via Láctea, as galáxias, as estrelas, os planetas, a tempestade e a bonança. Eu não existo: meu PAI é todas estas coisas e outras mais; Ele é o CRIADOR e único SENHOR do Universo, Ele me disse que eu e Ele somos uma só coisa e que somos incapturáveis, inextermináveis. Benditos são os olhos que me vêem,  porque quem me vê, vê meu PAI. Benditos são os ouvidos que me ouvem e me reconhecem pela minha voz. Bem-aventurados sois vós que me escutais, porque eu só vos falo o que escuto do meu PAI, que é em mim”.

Parábola dos ALPINISTAS

O alpinista místico e o alpinista social no Reino de DEUS  

Assim falou INRI CRISTO:

“Todos os seres humanos que, sob a égide da Divina Providência, conseguem atravessar o túnel trevoso repleto de aranhas, lacraias, escorpiões, serpentes, crocodilos, chacais, hienas etc. para enfim estar frente a frente com o Filho do Homem que vos fala, tornam-se alpinistas, sejam eles discípulos eclesiásticos, ecléticos, beneméritos ou seguidoresTodavia, considerando a busca de cada filho de DEUS na atual encarnação, existem distinções. Dessa forma, há os alpinistas místicos e os alpinistas sociais. 

Os alpinistas místicos são aqueles que tem na busca como único foco a evolução, a ascensão espiritual, a simbiose com o ALTÍSSIMO, conscientes de que o destino último do ser humano é transcender, escalar a montanha mística rumo ao Infinito. Eles se acercam do Filho do Homem e, dotados de um caráter firme, forte, não permitem que nada nem ninguém abale a certeza do ideal de vida que escolheram. Investidos da segurança divina, da convicção inquebrantável em servir o SENHOR, eles vêm ‘com tudo’. Quando conseguem ascender ao status de discípulo eclesiástico, tornam-se blindados, inabaláveis colunas do Reino de DEUS; ninguém do mundo profano consegue abduzi-loscooptá-los. Os alpinistas místicos dedicam-se de corpo e alma à causa de meu PAI, SENHOR e DEUS, sabem onde estão, porque vieram e para onde irão, por isso andam eretos, mirando o Infinito.

Já os alpinistas sociais, via de regra, são vulneráveis, estão à mercê de abdução por integrantes da sociedade iníqua, corrupta e moribunda deste mundo caótico, que podem, e não raro conseguem, lentamente plantar ideias de ascensão social em suas cabeças. Permanecem seduzidoshipnotizados pelas ofertas e possibilidades de ascensão social, desconhecendo que a ambição é um ‘saco sem fundo’, e o instinto para querer mais e mais os impede de vislumbrar que eram felizes quando viviam sob a égide da Divina Providência no Reino de DEUS.

Estes que se deixaram hipnotizar tinham predisposição para o mundo profano, nutriam ambição pessoal, almejavam obter um título, uma posição social elevada, distante da periferia onde viviam. Esse desejo pode ficar latente por anos até o alpinista encontrar um meio de concretizar suas aspirações profanas através de abdutores de diversas áreas, que por vezes adentram as cercanias da SOUST. Porém, aqui é o Reino de meu PAI, SENHOR e DEUS, onde todos que estão só podem permanecer por Ele, por amor a Ele. Eu já adverti há milênios: “Quem não junta comigo espalha” (Mateus c.12 v.30). Então, quando um profano consegue cooptar, abduzir alguém de volta para o mundo, pode de repente pensar, inspirado pelas trevas, que conseguiu uma vitória; ledo engano. Desconhecendo os desígnios de DEUS, ignora que só o SENHOR permite que alguém seja abduzido, posto que estava predestinado a ser integrante da Parábola do Filme, que há décadas meu PAI ordenou proferir e inserir na literatura da SOUST.

De minha parte, continuo sempre incluindo-os em minhas orações, pois continuam sendo meus filhos. Em que pese olvidando-se do SENHOR do destino, eles fizeram uso consciente ou inconsciente do livre-arbítrio. E porque tenho consciência de que nada acontece na Terra sem o consentimento de DEUS, compreendo que eles cumpriram a missão durante o tempo determinado pelo meu PAI. Olharei cada um deles sempre com muito amor considerando o período de suas vidas que dedicaram ao Reino de DEUS. Existem as exceções: aqueles que, mesmo retornando ao mundo, continuam conectados fervorosamente dedicando-se à Causa Divina, passando a integrar a Confraria dos Beneméritos

Vale lembrar de casos em que os alpinistas permaneceram longe de mim por algum tempo, e quando perceberam que foram abduzidosseduzidosinduzidos pelo maligno, retornaram arrependidos. Certa feita, houve um alpinista social que ficou aproximadamente um ano distante de mim; ele havia deixado de frequentar a SOUST e passou a visitar um templo farisaico. Quando voltou, indaguei-lhe ante os presentes na audiência: “Por que tu voltaste? Por que não ficaste lá?” Ao que ele respondeu: “Depois que a verdade entra, não cabe mais nada. Eles diziam ‘Jesus! Jesus! Aleluia!’ Eu olhava para um lado e para o outro e não te via. O Senhor não estava lá, eu não te senti lá; senti apenas o oco, o vácuo da tua ausência. Por isso voltei” (Vide Parábola do Barco Náufrago). Eis um exemplo de que é preciso manter-se vigilante a fim de permanecer na rota do PAI e não seguir o fantasioso e largo caminho da perdição (Mateus c.7 v.13).

Meus queridos e benditos filhos, alpinistas do meu coração, lembrai-vos sempre que o ALTÍSSIMO, das culminâncias do Infinito, a tudo e a todos contempla; Ele é o Supremo CRIADOR, único Ser incriado, único Eterno, único Ser digno de adoração e veneração, Onipresente, Onisciente, Onipotente, único SENHOR do Universo. Portanto, a união com o PAI Celeste será sempre a meta mais elevada, o objetivo mais sublime, o cume da realização humana, principalmente de quem foi destinado pelo SENHOR para ser príncipe de Seu Reino de Luz”.

 Brasília, 22 de março de 2015.

 

Parábola do BOM PESCADOR

Assim falou INRI CRISTO:

“Eu sou o bom pescador, pescador de homens. Meu PAI, SENHOR e DEUS me reenviou a este universo de aproximadamente 6 bilhões de pessoas para pescar, tão somente, 144.000, que são os eleitos assinalados (Apocalipse c.7 v.4). Na condição de bom pescador, posso arremessar linha aos peixes sem me preocupar com a extensão solicitada, dando-lhes a faculdade de circular livremente.

Eu atiro a linha. Quando algum neófito morde a isca (que nesta parábola são os ensinamentos que ministro da parte de meu PAI), ele pode, com o meu consentimento, andar à vontade, experimentar tudo que o mundo oferece, seus falsos prazeres, suas ilusões, suas fantasias, seus engodos, etc. Todavia, ao usufruir da liberdade (livre arbítrio) que meu PAI, SENHOR e DEUS lhe proporciona, ele corre o risco de se enroscar em algum obstáculo. Se for meu filho, digno de ser chamado filho de DEUS, jamais tentará penetrar em lugares obscuros, em cavernas tenebrosas, sujeitando-se a arrebentar a linha e a ficar impedido de voltar à minha presença. Os meus filhos, os eleitos, após percorrerem todos os locais que a extensão da linha lhes permite, retornam incólumes, sem se contaminar, e então recebem os galardões pela fidelidade, tornando-se confiáveis.

Não obstante, os maus peixes, que não possuem escamas nem barbatanas e sequer merecem ser pescados, quanto mais eu solto a linha, mais eles se afastam e, no caminho da volta, se perdem, se grudam, se enroscam em obstáculos (a exemplo das drogas, danceterias, prostituição, fornicação, enfim, toda sorte de vícios), isso quando não são engolidos por tubarões ou outros peixes maiores (sacerdotes da proscrita igreja e falsos profetas). Alguns sofrem um acidente e ficam impedidos de voltar à minha presença; outros caem no arpão de um malévolo pescador depredador (igreja dos falsos profetas). Quando o incauto descobre que caiu numa armadilha é tarde, tarde demais para voltar, pois o bom pescador já recolheu seus peixes e está pisando em terra firme. Os incautos permanecerão insatisfeitos boiando nas fantasias do alto-mar; buscarão, de gruta em gruta, de cratera em cratera, o gozo permanente, que jamais irão alcançar longe do bom pescador, ou seja, do Filho de DEUS que vos fala, pois só eu posso lhes ensinar o caminho do paraíso, onde se vive o gozo permanente.”

 

Parábola do MURO

Fortaleza intransponível

Assim falou INRI CRISTO:

“Alguns dentre vós já me indagastes se existe a possibilidade de bloquear definitivamente a ação do maligno em vossos corpos, tendo em vista que, embora sejais integrantes do Reino de DEUS e dediqueis vossas vidas à causa divina, sois seres humanos de carne e osso e não estais livres de sofrer interferências de energias negativas provenientes do contato com o mundo profano. Embora luteis acirradamente contra a invasão dos tenebrosos espíritos das trevas em vosso canal de pensamento, muitas vezes o maligno encontra uma brecha, uma fissura através da qual consegue acessar vosso foro íntimo e ministrar sua porção de energias negativas em vosso ser. Será mesmo possível encontrar um meio de conservar a paz interior e impedir qualquer chance de invasão? Onde encontrar a resposta?

Imaginai, meus filhos, um perigoso ladrão acompanhado de ardilosos comparsas – especialistas em driblar intrincados esquemas de segurança e cuja astúcia lhes rendeu renomada “notoriedade”, por assim dizer – que diariamente se enveredam na calada da noite em busca de uma mansão para assaltar. Dentre as inúmeras opções encontradas ao longo do caminho, deparam-se com uma fortaleza protegida por um muro de pedras intransponível, indevassável. O ladrão e os comparsas olham-se mutuamente, procedem a um rigoroso levantamento logístico do local. Não obstante, ao invés de encontrar um ponto vulnerável, uma brecha por onde adentrar e atacar, deparam-se repentinamente com um guardião em posição de ataque, a mirar-lhes com um fuzil. O que fariam os delinqüentes? Tentariam o assalto, mesmo sabendo ser uma tentativa impossível? Adentrariam a fortaleza? Olhariam para o sentinela com ódio, raiva, assombro ou medo, talvez? Permaneceriam ali estáticos, esperando o disparo do projétil? Ou simplesmente bateriam em retirada reconhecendo a inviabilidade de realizar seus sinistros propósitos? Conheceis a fábula da raposa que avistou uma videira carregada de uvas saborosas, apetitosas, todavia, após inúmeros esforços infrutíferos de alcançá-la, vociferou desapontada: “Ah! Na verdade essa uva está verde”. Assim também, meus filhos, da mesma forma que a raposa desta fábula, não iriam os mencionados delinqüentes reconhecer sua impotência, mesmo que tivessem que mentir a si mesmos: “Esta fortaleza é só uma fachada, não deve haver nada de precioso em seu interior”?

O ladrão desta parábola e os meliantes que o acompanham são o maligno e seus asseclas. A fortaleza é vosso corpo e o sentinela sois vós, espíritos que me ouvis, alma da minha alma, espírito de meu espírito, filhos de meu PAI. Estou a vos ensinar desta maneira no afã de vos proteger das insistentes tentativas de invasão dos espíritos das trevas que acirradamente querem apossar-se do vosso corpo, no intuito de rachar o muro da vossa consciência, destruindo o que existe de mais belo em vosso interior e transformar-vos em cavalgadura, instrumento do maligno.

Se almejais manter a segurança de vossa fortaleza, deveis construir um sólido e intransponível muro em vossa consciência através de vossos pensamentos, de vossas atitudes, de vossas palavras, que devem traduzir a integridade de vosso caráter e o amadurecimento de vosso espírito. E lembrai-vos sempre que qualquer sintoma de ansiedade, tristeza, melancolia, irritação, insatisfação, depressão, angústia… significa a presença do maligno, a invasão do muro de vossa consciência. Orai e vigiai, observai atentamente a perfeita e eterna lei divina, uma vez que, após a invasão, o maligno tentará de todas as formas transformar vosso cérebro numa sucursal do mundo das trevas, roubando vossa paz e vossa alegria de viver.”

Parábola do REBATE

Assim falou INRI CRISTO:

“Todos os seres humanos são agraciados pelo meu PAI, SENHOR e DEUS com um canal de pensamento, através do qual recebem mensagens positivas ou negativas. Este canal se assemelha a um cano d’água e sois vós que escolhereis que tipo de água recebereis em vosso cérebro, em vosso íntimo. Ou seja: se pensardes só positivamente, a água será limpa e cristalina. Ao contrário, se derdes atenção, sem rebater, aos pensamentos negativos, tereis vosso cérebro contaminado com a água suja e imunda que inundará todo o vosso corpo, e passareis então a emanar fluidos negativos que vos distanciarão da mais remota possibilidade de ascensão. Cada vez que vós deixais vir um pensamento negativo, estais dando lugar aos espíritos das trevas e mergulhando num imenso poço de águas escuras.

Este cano d’água de que vos falei anteriormente tem uma válvula muito eficaz, que é vosso livre arbítrio: se fechado o lado da água limpa, jorra água suja; se ao contrário, brota água limpa e cristalina.

Aos que ainda não compreenderam o significado desta parábola explico então:

Lembrai, meus filhos, que todos os pensamentos negativos são emanados do kajowo (príncipe das trevas, demônio), que, por não ter corpo físico, utiliza-se do vosso canal de pensamento para em vosso corpo realizar suas más obras. E para que ele não consiga concretizar seus objetivos é mister que vós presteis muita atenção em vossos pensamentos. Toda vez que sentirdes estar recebendo mensagens negativas, deveis rebater com uma positiva. Agindo assim, o lado positivo sobrepujará o negativo e atraireis para junto de vós os espíritos de luz, que vos ajudarão, tornando-vos cada vez mais fortalecidos a fim de serdes vitoriosos, posto que o ser humano que se deixa invadir por pensamentos e idéias negativas sem rebater vai se transformando, gradativamente, num depósito de negatividade, ou seja: numa catacumba, residência de espíritos negativos de baixas esferas.

Exemplo: se qualquer um de vós pensar que vai morrer num acidente, atrairá um espírito fatalista que o conduzirá inexoravelmente a um confronto acidental, seja andando de automóvel, de trem… ou até mesmo a pé. O pensamento negativo, ministrado pelo agente negativo, desgovernará um veículo, que o esmagará mesmo em cima da calçada.

Se qualquer um de vós pensar e acreditar que vai ser vítima, que vai desencarnar assassinado, mesmo que não tenha inimigos, sucumbirá alvejado por uma fulminante bala perdida. Se estiverdes descendo uma escada e o espírito negativo vos ministrar a idéia de cairdes da escada, se não rebaterdes incontinenti caireis fatalmente. E assim sucessivamente…

Todo e qualquer pensamento negativo deve ser rebatido, sem titubear, com a poderosa, sublime e invencível resposta: DEUS. Com o pensamento voltado para o ALTÍSSIMO, meu PAI e SENHOR, CRIADOR Supremo, formareis um campo magnético positivo de energias positivas, uma indumentária de luz em torno do vosso corpo que impedirá a aproximação de qualquer espírito negativo. Conseqüentemente, vosso canal de pensamento estará imunizado contra agressões e emanações satânicas, e gozareis, mesmo vivendo na terra, neste mundo caótico, das delícias do Éden.”