Frase do Fundador do PT

07/06/2013

Frase do Fundador do PT

REPASSANDO…

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Democracia ou Ditadura?

15/06/2012

Democracia ou Ditadura?

“Os súditos só se dão conta de que estão à mercê da ditadura na hora em que são obrigados a votar. Porque na verdadeira democracia o voto é facultativo!” INRI CRISTO

 democracia ou ditadura

 

 

Entrevista com o General Reinwald

13/06/2013

Entrevista com o General Reinwald

Entrevista com um General Fuzileiro Naval das Forças Armadas dos Estados Unidos da América

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Independente de como você se sente a respeito das leis sobre desarmamento, você vai gostar muito dessa rápida entrevista!!! Esta é uma das melhores respostas de todos os tempos. É uma parte de uma entrevista da Rádio Pública Nacional (NPR) cedida a uma radialista pelo General Reinwald, comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA (Marines), que estava prestes a receber uma tropa de escoteiros em visita à sua instalação militar.


ENTREVISTADORA: Gen. Reinwald, o que sua corporação irá ensinar a estes jovens meninos enquanto visitam sua base?

GEN. REINWALD: Nós vamos ensinar-lhes alpinismo, canoagem, arco-e-flecha e a atirar.

ENTREVISTADORA: Atirar! Isso me parece um tanto irresponsável, não é?

GEN. REINWALD: Eu não vejo porque; eles serão adequadamente supervisionados no estande de rifle.

ENTREVISTADORA: Você não admite que esta é uma atividade terrivelmente perigosa para ser ensinada a crianças?

GEN. REINWALD: Eu não vejo como. Nós daremos as aulas apropriadas de rifle antes mesmo que toquem uma arma de fogo.

ENTREVISTADORA: Mas você não estará capacitando-os para que se transformem em assassinos violentos?!

GEN. REINWALD: Bem, moça, você é plenamente equipada para ser uma prostituta, mas você não é uma, é?

Fez-se silêncio e a entrevista foi encerrada!

Esta é uma homenagem a todos que acham que a culpa é sempre da arma e não de quem puxa o gatilho!!!

“Meu interesse está no futuro porque é lá que vou passar o resto da minha vida.”

 

 

Documento encontrado na Antiguidade sobre Jesus Cristo

10/02/2013

Documento encontrado na Antiguidade sobre Jesus Cristo

Mensagem que relata como era Jesus fisicamente

 

Através de uma carta encontrada nos arquivos de Duque Cesari, de Roma – documento que faz parte da biblioteca da ordem dos Lazaristas de Roma. Trata-se de uma inscrição feita em folha de cobre, encontrada no interior de um vaso de mármore.

 

A carta foi escrita por Publius Lentulus, senador romano, governador da Judéia e predecessor de Pôncio Pilatus, endereçada ao imperador romano Tibério César. Nela Lentulus descreve Jesus, a pedido do imperador, que desejava saber de quem se tratava essa pessoa. A carta diz:

 


 

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“Sabendo que desejas conhecer quanto vou narrar, existe nos nossos tempos um homem, o qual vive atualmente de grandes virtudes, chamado Jesus, que pelo povo é nomeado o profeta da verdade, e seus discípulos dizem que é o filho de Deus, criador do céu e da terra e de todas as coisas que nela se acham e que nela tenham estado.

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Em verdade, ó César, cada dia se ouvem coisas maravilhosas à respeito desse Jesus: Ressuscita os mortos, cura os enfermos em uma só palavra.

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É um homem de justa estatura e de muito belo aspecto. Há tanta majestade em seu rosto que aqueles que o vêem são obrigados a amá-lo ou temê-lo. Tem os cabelos da cor de amêndoas bem maduras; são distendidos até as orelhas e das orelhas até as espáduas, são da cor da terra, porém mais reluzentes. Tem no meio de sua fronte uma linha separando os cabelos, na forma em uso pelos nazarenos.

 

Seu rosto é cheio, o aspecto é muito sereno. Nenhuma ruga ou mancha se vê em sua face, de uma cor moderada. O nariz e a boca são irrepreensíveis. A barba é espessa, mas semelhante ao cabelo, não muito longa, separada ao meio. Seu olhar é muito afetuoso e grave! Tem os olhos expressivos e claros. O que surpreende é que resplandecem em seu rosto como raios de sol, porém ninguém pode olhar fixamente em seu semblante, por que quando resplande, apavora; e quando ameniza faz chorar. Faz-se amar e é alegre com gravidade.

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Diz-se que nunca ninguém o viu rir, mas antes chorar. Tem os braços e as mãos muito belos. Na palestra contenta muito, mas o faz raramente e, quando dele se aproxima, verifica-se que é muito modesto na presença e na pessoa. É o mais belo homem que se possa imaginar, muito semelhante à sua mãe, a qual é de uma rara beleza, não se tendo jamais visto por estas partes uma mulher tão bela.

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Porém, se a Majestade Tua, ó César, deseja vê-lo, como no aviso passado escreveste, dá-me ordens, que não faltarei de mandá-lo o mais depressa possível.

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De letras, faz-se admirar de toda a cidade de Jerusalém; ele sabe todas as ciências e nunca estudou nada. Ele caminha descalço e sem coisa alguma na cabeça, muitos riem vendo-o assim, porém em sua presença tremem e o admiram. Dizem que o tal homem nunca fora ouvido por estas partes.

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Em verdade, segundo o que me dizem os hebreus não se ouviram, jamais, tais conselhos de grande doutrina como se ensina esse Jesus. Muitos judeus tem-o como divino e muitos me querelam, afirmando que é contra a lei de Tua Majestade. Eu sou fortemente molestado por esses malignos hebreus.

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Diz-se que este Jesus nunca fez mal a quem quer que seja, mas ao contrário, aqueles que o conhecem e com ele tem praticado, afirmam dele ter recebido vários benefícios e saúde, porém à tua obediência estou prontíssimo: Aquilo que sua Majestade ordenar será cumprido. Vale da majestade sua, fidelíssimo e obrigadíssimo!

 

Publius Lentulus, Presidente da Judéia.”

  

Ele ressuscitou…

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A verdade sobre a ressurreição

A ascensão física ao céu do Filho de DEUS é um engodo dogmático, a pedra de tropeço da humanidade

Assim falou INRI CRISTO

“Equivocadamente, durante séculos a humanidade foi ensinada que eu ressurgi de carne e osso e assim fui para o céu. Isso é um absurdo, um desvario pois, além de atropelar a lógica, é contra a eterna e natural lei de DEUS estabelecida no tempo de Adão (“Tu és pó, do pó tu foste tomado e ao pó retornarás” – Gênesis c.3 v.19). Na verdade, eu ressurgi em espírito e assim apareci às pessoas. Torna-se, portanto, necessário estabelecer a clara distinção entre ressurreição, ressuscitação e reencarnação. 

 

Ressuscitar significa retornar à vida física, reassumir o corpo que estava aparentemente morto, o que os doutores denominam ‘estado de catalepsia’. Uma pessoa que aparentava estar morta e torna a viver ressuscitou, a exemplo de Lázaro e da filha de Jairo, há quase dois mil anos. Eu havia dito que ambos estavam apenas dormindo (João c.11 v.11 e Marcos c.5 v.39). Lázaro já estava no sepulcro havia três dias,evidentemente expelindo um odor desagradável devido à falta de higiene, e quando o chamei ele veio ao meu encontro (João c.11 v.1 a 46). A filha de Jairo igualmente ressuscitou quando eu disse em alta voz:“Levanta-te!” (Marcos c.5 v.41). Em minha longa caminhada sobre a Terra, meu PAI, SENHOR e DEUS, através de minhas mãos e de minhas palavras, também operou notórios milagres. 

 

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Reencarnar é renascer fisicamente, recolher o corpo virgem vindo das entranhas de uma mulher. Dizem os ignorantes, órfãos da espiritualidade, que reencarnação é um termo exclusivo dos espíritas. Ora, reencarnação significa renascimento físico, retornar à carne, e espíritas são todos aqueles que crêem na existência do espírito, e não algum grupo de fanáticos isolados que porventura reivindiquem para si este termo. A reencarnação faz parte do contexto da lei divina e consta diversas vezes nas Sagradas Escrituras. Por exemplo: quando o anjo, falando do nascimento de João Batista, anuncia que o mesmo viria com o “espírito e a fortaleza de Elias”, ele está afirmando que João Batista era o profeta Elias reencarnado (Lucas c.1 v.13 a 17). Eu, quando me chamava Jesus, confirmei quando disse: “Se vós quereis dar crédito, João Batista é o Elias que vós esperais” (Mateus c.11 v.13 a 15, Mateus c.17 v.10 a 13, Marcos c.9 v.11 a 13), pois nas Escrituras foi predito que antes do Messias devia vir o Elias (Malaquias c.4 v.5). E ainda disse a Nicodemos que só nascendo de novo ele poderia ver o Reino de DEUS (João c.3 v.1 a 3), pois sua cabeça estava repleta de fantasias e só nascendo de novo ele teria a chance de compreender os mistérios da lei divina. Também falei aos discípulos, na última ceia, que não beberia mais do fruto da videira até aquele dia em que o beberia de novo com eles no Reino de DEUS (Mateus c.26 v.27 a 29, Marcos c.14 v.24 e 25). Uma vez que, obviamente, espírito sem corpo físico não bebe vinho, eu só poderia tornar a bebê-lo reencarnado, renascido fisicamente. Certa ocasião, tendo sido curado um cego de nascimento, perguntaram os discípulos:Mestre, quem pecou, este ou seus pais para que nascesse cego?” (João c.9 v.2). Ora, como seria viável imputar pecado a um cego de nascença se não houvesse a possibilidade de infringir a lei em anterior encarnação? No Antigo Testamento, no relato do martírio dos sete irmãos macabeus e de sua mãe, ao ser torturado, um deles disse: “Do céu recebi estes membros, mas agora os desprezo pela defesa de suas leis, esperando que DEUS me tornará a dá-los um dia” (II Macabeus c.7 v.11). Aí está clara a referência à reencarnação. Aliás, só à luz da reencarnação é possível compreender as desigualdades entre os seres humanos. 

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Eu retornei, voltei à terra, conforme havia prometido, através da perfeita, eterna e divina lei da reencarnação. Eu que vos falo sou o Primogênito de DEUS, Adão, que reencarnei como Noé, Abraão, Moisés, David, etc., depois como Jesus e agora como INRI. INRI é o meu novo nome, o nome que Pilatos escreveu acima de minha cabeça quando eu agonizava na cruz, quando cuspiam em meu rosto, quando me humilhavam, quando se cumpriam as Escrituras. INRI é o nome que custou o preço do sangue (“Ao que vencer… escreverei sobre ele o nome de meu DEUS… e também o meu novo nome” – Apocalipse c.3 v.12). A lei da reencarnação não só está explícita na Bíblia como também foi ensinada na doutrina cristã até o século VI, ocasião em que o imperador Justiniano, obediente à sua dominadora esposa Teodora (cortesã que se fez imperatriz), ordenou que a suprimissem da doutrina cristã, protagonizando um grotesco e lamentável erro histórico. 

 

A ressurreição é o reaparecimento, a manifestação do espírito de alguém que desencarnou. Às vezes, num mesmo recinto, um espírito que ressurgiu pode ser visto por uma ou mais pessoas, todavia raramente por todos; a silhueta que se apresenta geralmente corresponde à última imagem que a pessoa desencarnada deixou ao transcender para o plano cósmico, a última imagem impregnada no inconsciente coletivo. Quando apareci a Tomé, entrei no recinto estando as portas fechadas, como bem relatam as Escrituras. Ao mostrar-lhe as marcas da crucificação, disse: “Põe aqui teu dedo, vê as minhas mãos, Tomé… Tu creste, Tomé, porque me viste; bem-aventurados os que não viram e creram” (João c.20 v.26 a 29). Tomé não tocou as feridas, ele acreditou apenas ao ver. Se ele tivesse tentado tocar as feridas teria deparado com o vácuo, porque era só o meu espírito que se via e estava presente. Tomé não viu a imagem através de feixes luminosos que se refletiram e estimularam a retina de seus olhos. Antes, porém, ele contemplou meu espírito com o olho espiritual; a imagem formou-se diretamente em sua mente, no plano psíquico, como em uma visão. Outros que estavam presentes no mesmo recinto possivelmente não viram o mesmo que ele viu. Seria simplesmente inconcebível que um corpo constituído de células atropelasse as leis da Física e atravessasse de um lado a outro as paredes de um recinto só para agradar aos insanos que, delirando, baseiam suas vidas no engodo da fantasia e da mentira. 

 

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Os cristãos, há séculos enganados na fé, estão impedidos de contemplar minha presença na Terra por acreditarem numa lenda pagã que os sacerdotes traidores da causa divina transformaram em dogma. Raciocinai, meus filhos, removei essas abominações que vos impuseram, andai com vossos pés no chão, despertai para a realidade! Como eu poderia ter subido ao céu de carne e osso se lá não existe ar para respirar nem nutrição para sustentar um corpo físico e a temperatura confina zero absoluto, ou seja, 273ºC negativos? Além disso, teria subido nu, posto que os soldados romanos sortearam minhas vestes entre si (João c.19 v.23 e 24). Na verdade, enquanto os soldados romanos desguarneceram a vigília (Mateus c.28 v.13), o SENHOR mandou servos fiéis recolherem meu corpo (Mateus c.27 v.55-56; Marcos c.15 v.47; Lucas c.23 v.55), cobri-lo com novos lençóis e escondê-lo numa sepultura anônima, a fim de que cessasse a ultrajante sessão de escárnios e deboches que perdurava, mesmo depois da crucificação e conseqüente desencarnação. Após este evento, eu reapareci unicamente em espírito e por isto entrava nas casas estando as portas fechadas(João c.20 v.19 e 26), ou então incorporado no físico de outrem

 

A caminho de Emaús, dois discípulos falavam sobre minha crucificação com um forasteiro e não enxergavam que na realidade era eu quem estava caminhando com eles. Tendo declinado o dia, convidaram o homem para cear, e só na hora de partir o pão, pela minha forma peculiar é que me identificaram (Lucas c.24 v.13 a 35). Eu vos pergunto, meus filhos: tendo os discípulos convivido comigo durante tanto tempo, por acaso não teriam me reconhecido se eu estivesse usando o mesmo corpo que tinha antes da crucificação, até porque seriam notórias as feridas? É óbvio que me reconheceriam. Isso não aconteceu porque eu estava usando o corpo do forasteiro; só na hora de partir o pão é que me manifestei e, com meu gesto inconfundível, eles, então, conscientizaram-se de minha presença. O mesmo aconteceu à Maria Madalena quando foi ver o sepulcro no dia seguinte à minha crucificação. Pensando que eu fosse o jardineiro, só depois de perguntar sobre mim ela percebeu minha presença, pois eu estava incorporado no jardineiro, usando seu invólucro carnal para falar com ela; ao contrário, se fosse meu corpo, ela teria me reconhecido incontinenti, até porque minha silhueta, minha imagem não é comum nem desprovida de carisma (João c.20 v.14 e 16)

 

Agora podeis compreender, meus filhos, o que realmente aconteceu há dois mil anos. Eu ressurgi, reapareci espiritualmente às pessoas; o meu corpo foi devolvido à mãe Terra. E agora, cumprindo o prometido, voltei através da natural lei da reencarnação, recolhendo meu corpo físico das entranhas de uma mulher. Meu PAI me reenviou com a mesma forma, a mesma silhueta que tinha antes de ser crucificado, como podeis atestar através do Sudário. Antes, porém, do dia de glória do SENHOR cumpre-se a profecia expressa nas Sagradas Escrituras: “Mas primeiro (antes do seu dia de glória) é necessário que o Filho do Homem sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem” (Lucas c.17 v.25 a 35)

 

A coerência, a lógica e a verdade são indissociáveis. Os sensatos meditam…”

 

Documento Histórico: Hitler e a Segunda Guerra Mundial

09/02/2013

Documento Histórico: Hitler e a Segunda Guerra Mundial

Fotos raras do 3.º Reich, conservadas pela Revista Life.
Documentação que não se vê frequentemente…

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Reflexões sobre Paulo

05/02/2013

Reflexões sobre Paulo

Paulo: discurso de um(a) livre-pensador(a)

Circula na internet uma publicação muito coerente sobre Paulo de Tarso, que INRI CRISTO ratifica afirmando que ele foi o primeiro falso profeta da era cristã. Não conseguindo contato com o autor, consideramos relevante partilhar o conteúdo com os livres-pensadores que acessam nosso site, pois segundo INRI CRISTO nos diz, a verdade é uma só onde quer que esteja. Apesar de extenso, vale a pena ler atentamente. E se algo do que está escrito instigar os seus conceitos ou pré-conceitos, repasse aos amigos. Eles também podem ser beneficiados.

Boa leitura!

Discípula Adeí Schmidt

Obs.) Em meio a tantas inverdades proferidas por Paulo, pelo menos três de suas citações são dignas de crédito:

“Efetivamente, eu sou o mínimo dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, porque persegui a Igreja de DEUS” (I Coríntios c.15 v.9);

“Evidentemente que não há outro Evangelho, mas há alguns que vos perturbam e querem inverter o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie um Evangelho diferente… seja anátema” (Gálatas c.1 v.7 e 8);

“Com efeito, se a verdade de DEUS, pela minha mentira, cresceu para glória sua, por que sou eu assim julgado como pecador?” (Romanos c.3 v.7).

Se Paulo mesmo se reconhece mentiroso, logo tudo que ele disse não se pode levar a sério. A mentira escraviza, eis por que INRI CRISTO disse há dois mil anos: “Conhecereis a verdade e a verdade vos tornará livres” (João c.8 v.32).


Paulo, o Lobo com Pele de Ovelha

Jesus disse, “Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. Pelos seus frutos os conhecereis.” (Mateus 7, 15)

Paulo era um falso Apóstolo, mas um verdadeiro patife. Fazer passar-se por um dos Doze escolhidos não foi a sua primeira obra contra Jesus. Como se sabe, e como o próprio Paulo diz em várias das suas cartas, em tom de orgulho, por vezes, antes da sua “conversão”, Paulo, chamado Saulo na altura, era o maior perseguidor dos seguidores de Jesus. Esteve, inclusive, diretamente envolvido no primeiro martírio, de Estêvão.

Há um outro episódio de perseguição que não se encontra relatado na Bíblia, mas sim numa carta de Pedro que faz parte do Novo Testamento Essênio. Tiago, um dos Apóstolos mais importantes, a par de Pedro e João, encontrava-se no Templo a convite dos líderes judeus, para discursarem. Primeiro falou o sacerdote, e depois Tiago tomou a palavra e falou-lhes sobre Jesus e os seus ensinamentos. Tudo o que dizia surpreendia os que o ouviam, por ser uma doutrina tão inovadora. As palavras de Tiago foram convincentes e muitos se converteram. Menos um, que se encontrava no auditório. Paulo.

Quando Tiago se calou, foi a vez de Paulo falar e proferir palavras inteligentes, mas cheias de raiva. Paulo era uma fera, e conseguiu virá-los contra Tiago e os discípulos que ali estavam, gerando-se um motim em que dezenas foram assassinados. Paulo dirigiu os seus esforços pessoais a Tiago, atirando-o do cimo das escadas. Julgando-o morto, foi se embora e deixou-o ali.

Por sorte, Tiago não morreu. Mas Paulo não desistiu e continuou a sua perseguição, falando contra Jesus, os seus seguidores e a sua doutrina sempre que podia. Para ele, tudo aquilo era uma abominação.

Mas o que é certo é que os Apóstolos eram bem sucedidos, e o núcleo de seguidores aumentava de dia para dia. A clara oposição violenta de Paulo não estava a funcionar, por isso estava na altura de pôr em prática o plano B: se não os podes vencer, junta-te a eles… e destrói-os por dentro.

Aqui entra a fantástica “conversão” na Estrada para Damasco. Paulo diz ter tido uma visão de Jesus, que lhe perguntou, “porque me persegues?” E supostamente nesta altura, Paulo emendou os seus erros e tornou-se “apóstolo”. Mas como costumam dizer, mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo. Primeiro porque os mentirosos têm tendência a dizer “não estou a mentir”, o que Paulo faz constantemente (Gálatas 1, 20 por exemplo: “Ora, acerca do que vos escrevo, eis que diante de Deus testifico que não minto!”)

Outro sinal de uma mentira é que a história nunca se mantém. De cada vez que a conversão é relatada, os pormenores mudam (Atos 9, 3-19; Atos 22, 6-15; Atos 26, 2-19). Até mesmo o que se passou depois é incerto, já que é relatado de uma maneira num lado (Atos 9, 19-27) e doutra noutro (Gálatas 1 e 2).

Ao que parece, os Apóstolos tiveram algumas dificuldades com esta mudança de Paulo. Primeiro, duvidaram e tiveram medo da sua aproximação. Depois, aceitaram. E quando viram que Paulo não estava interessado em seguir o que Jesus disse, renegaram-no.

João falou indiretamente de Paulo, não só no Apocalipse, mas também nas suas cartas. João tinha o hábito de não referir certas pessoas pelo nome, mas sim por títulos ou por ações. Já no Evangelho, há um “discípulo que Jesus amava”, interpretado pela tradição mais ortodoxa como sendo o próprio João, ou segundo outras interpretações, Maria Madalena.

João avisa a respeito de “falsos profetas”, e enumera algumas das suas características: não seguem os Apóstolos (1 João 4, 6), ensinam doutrinas contrárias, nomeadamente que Jesus não tinha um corpo inteiramente humano (1 João 4, 2), fizeram parte do grupo (de discípulos) mas afastaram-se (2 João 2, 19), e não cumprem os ensinamentos de Jesus ( 2 João 1, 9).

Tudo isto se aplica a Paulo. Se Paulo se “converteu” e foi falar com os Apóstolos, é evidente que depois se separou deles. O próprio o diz, que se separou e foi sozinho pregar aos gentios (Gálatas 2, 9). Também sabemos que Paulo não achava que os Apóstolos fossem grande coisa, apenas “pareciam ser pilares”, mas a ele “não lhe acrescentavam nada”. Não só não os ouvia, como chegou a confrontar Pedro publicamente sobre as suas ações, condenando-as (Gálatas 2, 11).

Paulo ensinava coisas contrárias à doutrina ensinada pelos Apóstolos. No que toca à humanidade de Jesus, Paulo dizia que Jesus tinha sido enviado na “aparência de carne humana” (Romanos 8, 3). Os Apóstolos por seu lado diziam que Jesus era inteiramente humano. E quanto a seguir os ensinamentos de Jesus, isso era coisa que não interessava a Paulo. Aliás, se nos guiássemos por Paulo apenas, nunca saberíamos nada do que Jesus disse ou fez, porque Paulo nunca fala sobre isso. Apenas ensina as suas próprias ideias e considerações.

Pela segunda vez temos de João a confirmação que Paulo não vinha da parte de Jesus (Apocalipse e cartas). Mas apesar das advertências dos Apóstolos, Paulo conseguiu o que queria. O seu séquito cresceu, o que não é surpreendente, já que o seu “evangelho” é bem mais fácil e conveniente do que a Mensagem de Jesus. E assim, a verdadeira doutrina foi obscurecida. Quando o evangelho de Paulo chegou a Roma, Paulo atingiu o auge da sua carreira. Foi a sua melhor jogada. E até aos dias de hoje, Cristianismo é apenas o nome que se dá à religião que Paulo criou. Um nome mais apropriado seria Paulinismo, porque de Cristo há nela muito pouco.

Paulo e Pedro, a Questionável Amizade

Jesus disse, “Tu, segue-me!” (João 21, 22)

Segundo a tradição da igreja católica, Pedro e Paulo eram grandes amigos. São representados como sendo os melhores amigos em Cristo. Mas… não era bem assim.

A primeira prova que temos vem do próprio Paulo, que desprezava as palavras e ações de Pedro, falando contra ele em público (Gálatas 2, 11-14). Por raciocínio lógico deduzimos que Pedro não podia concordar com Paulo. Sendo um dos Doze, esteve com Jesus e sabia qual era a verdadeira doutrina dele (ou seja, diferente da de Paulo).

Quando confrontados com este argumento, cristãos conhecedores da Bíblia não perdem tempo a citar a segunda carta de Pedro, capítulo 3, versículos 15 e 16: “Escreveu-nos também o nosso caríssimo irmão Paulo, segundo a sabedoria que lhe foi concedida. E assim fala em todas as Cartas em que trata destes temas; há nelas alguns temas difíceis, que os ignorantes e pouco firmes deturpam – como fazem às restantes Escrituras – para a sua própria perdição.”

Ora, há algumas coisas que podemos dizer sobre esta passagem. Primeiro que Paulo tinha de facto, muitos inimigos que analisavam as suas cartas (“distorcem”) e que “Pedro” considerava as cartas de Paulo “Escritura”. E se assim era, então aqui está a prova que Paulo e os Apóstolos até se davam bem e que Paulo vinha da parte de Jesus. Se isto é verdade então andei aqui a perder tempo com tantos posts a desmascarar Paulo.
Claro que as coisas não são tão simples.

Douglas del Tondo no seu livro Jesus Words Only faz uma breve história do cânon bíblico. Um pormenor interessante que vemos nesta cronologia é que a segunda carta de Pedro teve bastantes problemas em ser aceite. Ao fim de várias décadas foi integrada no cânon, e novamente rejeitada alguns anos mais tarde, até que finalmente passou a fazer parta da Bíblia tal como a conhecemos hoje. Esta constante rejeição é suficiente para levantar algumas suspeitas. E de facto, muitos estudiosos concordam que 2 Pedro é uma pseudo-epístola, não escrita por Pedro, o Apóstolo.

Há também uma boa parte de estudiosos que pensa que estes versículos onde Paulo é referido são uma inserção (feita, nada mais nada menos que pelos fiéis discípulos de Paulo – nada de novo, é apenas mais uma táctica desonesta como todas as outras). E, efetivamente, lendo o texto em contexto, a menção a Paulo parece um pouco descabida. Mais, retirando os dois versículos, a carta continua a fazer perfeito sentido.

Na minha opinião, as duas coisas podem ser verdade. Talvez 2 Pedro seja uma fabricação, e se é, então não interessa se faz ou não referência a Paulo, ou se essa referência é uma inserção posterior ou não – é falsa e acabou. Mas se é de facto uma carta autêntica de Pedro, então os versículos são definitivamente uma inserção. Pedro jamais apoiaria Paulo.

Seja como for, é curioso olhar para um outro livro bíblico: o Evangelho de João. Os últimos capítulos, que falam dos episódios pós-ressureição, também levantam algumas suspeitas de inserção posterior. Se tal aconteceu, então não duvido que foi obra de João e os seus seguidores, eternos defensores de Jesus. Caso não sejam uma inserção, contêm, para quem acredita nestas coisas, uma profecia bastante relevante.

Pedro é sempre retratado como o discípulo com alguns problemas em manter-se fiel às suas convicções. Não foi ele que negou Jesus três vezes no momento mais difícil? Numa clara referência a este momento de fraqueza, Jesus ressuscitado pergunta a Pedro três vezes se o ama e se é seu amigo. Relembremos o que Jesus entende por amigo: “Vós sois meus amigos, se fizerdes o que Eu vos mando.” (João 15, 14)

Cada vez que Pedro diz que sim, que é muito seu amigo, Jesus pede-lhe que apascente as suas ovelhas, ou seja que espalhe a sua mensagem. E depois diz o seguinte:

“Em verdade te digo: quando eras mais novo, tu mesmo atavas o cinto e ias para onde querias; mas, quando fores velho, estenderás as mãos e outro te há de atar o cinto e levar para onde não queres.” (João 21, 18)

Interpreta-se normalmente este “estender as mãos” como sendo uma referência martírio de Pedro. Eu acho que pode ser uma maneira de dizer “pregar”. Mas quem é o “outro” que ata Pedro e o leva para onde ele não quer ir? Conhecendo o estilo de João, este é mais um puzzle, uma referência indireta a alguém… E quem? Paulo, who else? Paulo, o falso apóstolo que de modo nenhum era amigo de Jesus, pois não fazia o que ele tinha ensinado, e pregava uma outra doutrina. Se Pedro era amigo de Paulo então não podia ser amigo de Jesus também. Já dizia Jesus, nenhum homem pode servir dois senhores… (Mateus 6, 24) Então Pedro era amigo de quem? De Paulo, tal como está na carta que Pedro não escreveu? Ou de Jesus, tal como está escrito no Evangelho e como o próprio Pedro disse? Não me parece haver aqui grande dúvida, sinceramente.

Até aos dias de hoje, Pedro é o único Apóstolo que se diz ter tido alguma relação de proximidade com Paulo. Se a falsa carta de Pedro, com a inserção referente a Paulo, já estava em circulação na altura em que este bocado do Evangelho foi escrito, não me espanta nada encontrar esta referência feita por João: Paulo estava a tentar levar Pedro para o seu lado e João tinha que impedir a vitória do falso apóstolo. Não é nada que João não tenha feito noutros textos (Apocalipse e Cartas).

Ainda neste último capítulo do Evangelho de João há mais uma coisa interessante. Imediatamente depois de profetizar sobre o futuro de Pedro, Jesus diz-lhe: “Segue-me!” E mais adiante, torna a dizer: “Tu, segue-me!”

Jesus parecia preocupado com os caminhos de Pedro… Talvez estas sejam palavras importantes. Segue-me. Jesus disse-o mais que uma vez durante o Evangelho: “Segue-me.”

Trabalho de casa: comparar com Filipenses 3, 17, onde Paulo escreveu: “Sede todos meus imitadores.”

Paulo, o Anticristo – Parte I

Anticristo (s. m.): um oponente de Cristo um adversário de Cristo que governará o mundo até ao Retorno de Cristo o último perseguidor da doutrina de Cristo que aparecerá no fim do mundo para combater o cristianismo e trazer à humanidade os maiores sofrimentos.

Acho que o título deste post assusta/escandaliza/indigna muita gente. Pensem que “anticristo” significa apenas “contra Cristo”. Se Cristo é Jesus e Jesus é a sua Mensagem, então o anticristo é alguém que prega uma doutrina oposta à verdadeira doutrina de Jesus. Vejamos então se Paulo cabe nesta definição.

O ponto alto (ou um dos) do ministério de Jesus é o Sermão da Montanha. Jesus reuniu um número extraordinário de pessoas num monte e ensinou-lhes as Bem-Aventuranças (Mateus 5, 1-12), de onde retiramos os pilares para uma vida Perfeita: justiça, paz, humildade, misericórdia, pureza de coração. Jesus não fala sobre fé, nem sobre si próprio durante este sermão, mas sim sobre conduta “justa”.

De facto, a preocupação de Jesus com a conduta justa é o centro de todas as suas lições. Ele disse, “Os justos terão vida eterna.” (Mateus 25, 46) Quando ensinava, falava às pessoas sobre o Reino de Deus (que está “dentro de ti” [Lucas 17, 21]), e sobre como atingi-lo e ser perfeito (“Sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste” [Mateus 5, 48]).

A vida justa e a perfeição manifestam-se, segundo Jesus, pelos “frutos”. Árvores boas dão bons frutos, árvores más dão maus frutos. Tal como Jesus disse, “Pelos seus frutos os conhecerás.”(Mateus 7, 16-17) Quer isto dizer que podemos conhecer o interior de uma pessoa pela suas ações (frutos), e separar os bons dos maus consoante as suas ações são boas ou más. Jesus disse aos discípulos que é isto mesmo que acontecerá no Julgamento (João 5, 29).

Jesus queria dos seus discípulos bons frutos. Ele próprio o disse na sua despedida, durante a Última Ceia: “Por isto é que todos conhecerão que sois meus discípulos: se vos amardes uns aos outros.” (João 13, 35) Disse também: “Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando.” (João 15, 14-15)
Os bons frutos são não só a marca do discípulo mas também o requisito para a entrada no Reino de Deus: “Nem todos os que me dizem “Senhor, Senhor” entrarão no Reino do Céu; mas sim aqueles que
 cumprem a vontade do meu Pai que está no Céu.” (Mateus 7, 21) O objetivo da missão de Jesus era ensinar os mandamentos. E ele próprio disse: “Todo aquele que escuta estas minhas palavras e as põe em prática é como o homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha.” (Mateus 7, 24-27)

Todas estas coisas são evidentes na doutrina de Jesus. Basta ler o Evangelho – elas estão lá, em todas as coisas que Jesus disse e fez. No entanto, a versão de Paulo é drasticamente diferente. Segundo este, a Salvação, a entrada no Reino de Deus, consegue-se através da Fé, e não dos “frutos”. Ouvir e pôr em prática os ensinamentos de Jesus não é um requisito obrigatório para “acertar contas com Deus”, porque, de acordo com o “evangelho” de Paulo, apenas a verdadeira Fé pode salvar um homem. Isto o diz Paulo em diversas ocasiões:

  • “Pois estamos convencidos que é pela fé que o homem é justificado, independentemente das obras da lei.” (Romanos 3, 28)
  • “Porque é pela graça que estais salvos, por meio da fé. E isto […] não vem das obras. (Efésios 2, 8-9)
  • “Ele salvou-nos, não em virtude das obras de justiça que tivéssemos praticado, mas da sua misericórdia […] a fim de que pela graça, nos tornemos herdeiros da vida eterna.” (Tito 3, 5-7)

Paulo torna a reforçar esta ideia em Romanos 4, 6 e 2 Timóteo 1, 9. Porque era ele tão insistente neste assunto? Se toda a vida de Jesus foi ensinada a ensinar e a incentivar a cumprir os ensinamentos, será que não terão alguma importância? De acordo com Paulo, não, não têm. Aliás, Paulo nunca os cita – é essa a importância que lhes dá. Exaltando a Fé sem Obras, Paulo vira Jesus do avesso, obscurecendo o âmago da sua Mensagem – “sede perfeitos” – e substituindo-os com um novo lema: sede beatos. As duas doutrinas são radicalmente opostas. Cristo e Anticristo.

Evidentemente, os verdadeiros Apóstolos faziam o seu melhor e falavam publicamente contra Paulo. Foi o que fez Tiago, irmão, amigo e Apóstolo de Jesus, na sua epístola, respondendo diretamente aos devaneios hereges de Paulo.

Queres tu saber, ó homem insensato, como é que a fé sem obras é estéril? Vedes, pois, como o homem fica justificado pelas obras e não somente pela fé. Assim como o corpo sem alma está morto, assim também a fé sem obras está morta.

(Tiago 2, 20-26)

Apesar de Tiago nunca usar o nome de Paulo na sua carta, é evidente que esta é uma resposta à carta aos Romanos. Se tiverem por aí uma Bíblia comparem as passagens Romanos 3, 28 e Tiago 2, 24. Não só é a estrutura frásica idêntica como as palavras (no grego, apesar de diferirem em algumas traduções modernas) usadas por ambos são exatamente as mesmas. Tiago usa até o mesmo exemplo que Paulo, citando o mesmo versículo sobre a salvação de Abraão, mas dando uma explicação exatamente oposta à de Paulo.

É que, se Abraão foi justificado por causa das obras, tem motivo para se poder gloriar, mas não diante de Deus. […] Àquele, porém, que não realiza qualquer obra, mas acredita naquele que justifica o ímpio, a esse a sua fé é-lhe atribuída como justiça.

(Romanos 4, 1-5)

Não foi porventura pelas obras que Abraão, nosso pai, foi justificado?

(Tiago 2, 21-23)

É mais um caso em que temos de escolher confiar em Paulo ou num dos Apóstolos. Fé, como disse Paulo, ou Obras, como defendia Tiago (e Jesus)?

Nem todos os que me dizem “Senhor, Senhor” entrarão no Reino do Céu.

Jesus
(Mateus 7, 21)

Paulo, o Anticristo – Parte II

Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade.

Jesus
(Mateus 7, 22-23)

É evidente que a maioria dos esforços de Paulo eram empregues contra a Lei, fosse ela a Lei de Moisés, que os judeus seguiam, ou a Lei perfeita que Jesus ensinava. O falso apóstolo pregava uma doutrina de salvação através da fé em vez das obras, e com isso conseguiu inúmeros seguidores.

Mas há outros pontos fundamentais da doutrina de Jesus que Paulo também fez questão de mutilar.

Comecemos por um tema muito em voga hoje em dia: a homossexualidade. As passagens mais citadas contra a homossexualidade fazem parte das cartas de Paulo.

Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural no que é contrário à natureza; semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.
(Romanos 1, 26-27)

O que é que Jesus tinha a dizer sobre homossexuais? Na verdade, nada. Jesus falou aberta e insistentemente contra ladrões, contra hipócritas, contra pessoas de mau coração. Mas nunca contra homossexuais. Se a homossexualidade é algo tão aberrante, porque é que Jesus nunca o classificou como tal? Para mais, Jesus aceitava todas as pessoas. Não me é difícil imaginá-lo a comer à mesa com um casal gay. Já Paulo… (1 Cor 5, 11)

Notem que nesta passagem de Romanos, Paulo afirma que as mulheres têm um “uso natural”. Ou seja, servem para se deitarem com os seus maridos. Esta é uma afirmação simplesmente inaceitável. A mulher não foi feita para o homem se servir dela. Mas Paulo gostava de dizer o contrário. E dizia mais:

Vós, mulheres, estai sujeitas a vossos próprios maridos, como convém no Senhor. (Colossenses 3, 18 e também Efésios 5, 22-24)

As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas; porque não lhes é permitido falar; mas estejam sujeitas, como também ordena a lei. E, se querem aprender alguma coisa, interroguem em casa a seus próprios maridos; porque é vergonhoso que as mulheres falem na igreja. (1 Coríntios 14, 34-35)

Mas Jesus via as mulheres de uma outra forma. Eram alvo da sua atenção e compaixão inúmeras vezes. E, evidentemente, considerava-as dignas dos seus ensinamentos. Ao contrário do que era hábito na altura, Jesus gostava de ter mulheres na sua audiência (Maria e Marta).

A conversa mais longa que Jesus teve com alguém foi com uma mulher: a samaritana que encontrou junto do poço. E foi precisamente essa mulher que trouxe toda a sua aldeia à Mensagem de Jesus. Como se compara isto com os ensinamentos de Paulo que a mulher não é importante na igreja?

Temos outras provas de que Jesus considerava as mulheres iguais aos homens. Quando foi criticado por ajudar uma mulher inválida. Jesus defendeu-se, dizendo que ela era uma Filha de Abraão, ou seja da mesma proveniência e logo, igual. São várias vezes mencionadas nos Evangelhos as mulheres que seguiam Jesus com os Apóstolos. Elas ajudavam o grupo financeiramente, e renunciavam às mesmas coisas a que todos os outros discípulos. Os discípulos eram, portanto, iguais, homens e mulheres.

Paulo refletia esta posição nas suas cartas? Não.

Paulo era também adepto da escravatura. As suas palavras foram muitas vezes evocadas para justificar a escravatura e contra-argumentar a abolição.

Exorta os servos a que se sujeitem a seus senhores, e em tudo agradem, não contradizendo.
(Tito 2, 9-10; e também Efésios 6, 5)

Jesus, porém, dizia “trata os outros como queres ser tratado”. E há que ter em conta também que Jesus era Nazareno (Essênio), e que este povo foi o primeiro de que se tem registro a condenar e abolir a escravatura.
Há outras diferenças evidentes entre as palavras de Jesus e de Paulo. Três exemplos:

Se nós vos semeamos as coisas espirituais, será muito que de vós recolhamos as materiais? Se outros participam deste poder sobre vós, por que não, e mais justamente, nós?
Paulo (1 Cor 9, 11-12)
E, indo, pregai, dizendo: É chegado o reino dos céus. De graça recebestes, de graça dai.
Jesus (Mateus 10, 7-8)

Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.
Paulo (Romanos 10, 4)

Não cuideis que vim destruir a lei.
Jesus (Mateus 5, 17-18)

Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a remissão das ofensas.
Paulo (Efésios 1, 7)
Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.
Jesus (Mateus 6, 14-15)

E tantas outras, que se as fosse enumerar todas escrevia um livro não um post. Os livros já estão escritos, e estiveram escritos 2000 anos. Leiam-nos e tirem as vossas próprias conclusões. Quem era Paulo? Apóstolo ou Anticristo?

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Paulo, o Primeiro Falso Profeta: 

http://www.inricristo.org.br/index.php/pt/doutrina/enigmas-teologicos/105-paulo-primeiro-falso-profeta

 

São Paulo: Capital dos Negócios, da Cultura e da Gastronomia

01/01/2013

São Paulo: Capital dos Negócios, da Cultura e da Gastronomia

 Fontes: www.prefeitura.sp.org.br

www.webluxo.com.br

www.ibge.gov.br

www.timesonline.co.uk

www.nytimes.com

Fonte:

http://www.slideshare.net/amadeuw/so-paulo-uma-das-maiores-cidade-do-mundo

Imóvel intocado por 70 anos é reaberto em Paris

30/11/2012

Imóvel intocado por 70 anos é reaberto em Paris

Durante sete décadas um imóvel localizado na cidade de Paris manteve-se completamente fechado para o mundo. A dona que o abandonara pagava seu aluguel fielmente, mas não contou para ninguém sobre esse esconderijo. Após seu recente falecimento, a família descobriu esse incrível tesouro que abro para vocês agora.

Do lado de fora de qualquer janela de Paris vê-se hoje a Paris do século XXI, com suas vestimentas modernas, seus políticos eleitos de forma democrática, e dentre todas as coisas, enxerga-se principalmente, a crise econômica de todo um continente que viveu nos últimos 70 anos o ápice do capitalismo. Mas, surpreendentemente, por detrás de uma das cortinas de um modesto apartamento na cidade da Luz encontra-se uma cápsula do tempo: Um imóvel que foi abandonado um pouco antes de eclodir a segunda guerra mundial e até a poucos dias nunca fora aberto.

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O imóvel pertencia a Sra. Marthe de Florian, uma bela atriz e socialite francesa da Belle Époque, que se mudou para o sul da França em meados de 1944, alegando fugir da guerra e nunca mais retornou a capital. Após seu recente falecimento aos 91 anos de idade, seus herdeiros iniciaram a busca por um inventário para que seus bens pudessem ser divididos e então, o apartamento fosse reaberto.

Após 70 anos dessa cápsula do tempo fechada, a primeira equipe finalmente adentrou esse espaço surpreendente e comparou a sensação da primeira vista a entrada no castelo da Bela Adormecida onde o tempo havia parado, desde 1900. A quantidade de poeira e teias de aranhas eram incontáveis. E o silêncio esmagador.

E quando vejo as fotos, parece-me que a estaticidade das coisas encenam a história de uma década que jamais poderá ser palpada novamente de maneira tão autêntica como essa experiência pôde proporcionar.

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Os primeiros itens notados por Olivier Choppin-Janvry, o homem que fez a descoberta, foi um avestruz empalhado, uma penteadeira e um Mickey mouse que datam antes da guerra.

Todos os três itens são realmente provocantes e guardam em si um toque atemporal. A penteadeira guarda histórias de amor e vaidade vividos por sua dona que atravessaram todos esses anos, assim como o avestruz empalhado querendo enganar a morte resistiu a passagem do tempo. Mas o único que realmente mantém-se vivo em essência até hoje é o eterno contemporâneo Mickey mouse.

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Quando a equipe achou ter visto de tudo no meio desse baú de tesouros, percebeu que nesse incrível imóvel havia algo mais. Atrás da porta principal havia um quadro de uma bela mulher vestida de rosa. E junto do quadro havia cartas de amor amarradas com fita colorida. Um dos membros da equipe de inventário suspeitou que essa peça fosse um membro muito importante do tesouro.

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Após a análise com minúcia do quadro, chegou-se a conclusão de que era um quadro de Giovanni Boldini, um dos pintores impressionistas mais importantes de Paris da Belle Époque. E que a mulher retratada era a própria Sra. De Florian, dona do imóvel, aos seus 24 anos de idade. Em suas cartas havia declarações de amor para Boldine, que era casado, mas mesmo assim a tinha como amante e musa. Após essa descoberta o quadro foi a leilão e arrematou o valor de US $ 3 milhões, um recorde mundial para o artista.

Esse imóvel guarda muitos segredos, como o coração de Sra. De Florian. Viveu ali uma linda mulher que se envolveu com um magnífico pintor que deixou como fruto para a sociedade um belíssimo quadro. Só não sabemos o porquê da senhora De Florian ter abandonado o imóvel por tantos anos, mas ter feito questão de pagar o aluguel do mesmo regularmente.

Há muitas especulações sobre sua partida. Pode ter sido para fugir dos nazistas ou para manter o amor impossível que sentia por Boldini vivo e intocado para todo o sempre. [Telegraph]

Fonte:

http://lounge.obviousmag.org/entre_ocio_e_sonhos/2012/07/imovel-intocado-por-70-anos-e-reaberto.html#ixzz22FRal4B2

O Monte das Oliveiras

28/11/2012

O Monte das Oliveiras

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O Monte das Oliveiras é uma colina que está associada em todo o mundo com as religiões judaica e cristã. Desde os tempos bíblicos até hoje, os judeus (150 mil sepulturas) foram enterrados aqui. De acordo com sua crença, o Messias ressuscitará os mortos, e ressuscitarão primeiro as pessoas enterradas na montanha. O Monte é mencionado pela primeira vez nas Escrituras, quando o perdão concedido por David a Absalão (II Samuel 15-20), e é citado freqüentemente no Novo Testamento, já que está no caminho de Jerusalém a Betânia. É o lugar onde Jesus chorou sobre Jerusalém, instruiu seus discípulos e deu o “Sermão da Montanha” sobre o fim dos tempos e o apocalipse, também onde foi a noite da traição.

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Monte visto do vale de Josafá.

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A igreja de “todas as nações” ou a basílica da “agonia”.

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Durante a construção, entre 1919 e 1924, os mosaicos bizantinos. Encontrados durante as escavações, foram incorporados ao edifício.

 

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O túmulo de Absalão, o filho rebelde do Rei David.

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O jardim do Getsêmani (óleo de imprensa em hebraico) é um olival. Jesus foi lá muitas vezes, Judas sabia disso e traiu Jesus ao delatar o local para aqueles que o levaram preso.

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Uma oliveira com seu tronco, talvez tenha mais de dois mil anos.

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A igreja de Sta. Maria Madalena.

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Construído em 1886 por ordem do czar Alexandre III da Rússia. Tem sete cúpulas douradas, em forma de cebola.

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É também um cemitério, foram enterrados: Grã-Duquesa Elizabeth, sua empregada Varvara e Alice de Battenberg – mãe do duque de Edimburgo.

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A igreja das Lágrimas de Cristo.

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Sua construção foi concluída em 1955 com a ideia franciscana, tem a forma de uma lágrima.

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Vista da igreja das Lágrimas:  Antiga Jerusalém.

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A igreja do Pai Nosso.

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Ergue-se a gruta onde Jesus ensinou a oração do Senhor.

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Os painéis contêm orações nos azulejos em mais de 60 línguas em todo o mundo.

 

Montagem da Torre Eiffel

22/11/2012

Montagem da Torre Eiffel

Por Jean Bernard

Os seus pés assentam sobre fundações de concreto, construídos a alguns metros abaixo do nível do solo em um compacto de cascalho. Cada extremidade metálica tem a sua própria sapata, unida às demais por paredes, na qual exerce uma pressão de 3 a 4 kg por centímetro quadrado. No lado do Sena foram utilizadas gavetas metálicas estanques, onde a injeção de ar comprimido permitia aos operários trabalhar sob o nível da água. 

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Construção de fundações para os pilares.

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Visita às obras.

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O primeiro pilar é erguido, Julho 1887.

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Dezembro, 1887. 

 A montagem dos pilares começou em 1º de Julho de 1887 e terminou 21 meses mais tarde. Todos os elementos foram preparados na fábrica de Levallois-Perret, perto de Paris, a sede da empresa Eiffel. Cada uma das 18.000 peças da torre foi projetada e calculada à décima de milímetro antes de ser fabricada e montada nos elementos de 5 metros. No terreno, entre 150 e 300 operários, dirigidos por uma equipe de veteranos em grandes viadutos metálicos, ocuparam-se da montagem deste gigantesco conjunto.

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Montagem da primeira plataforma, Março, 1888.

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Maio, 1888.

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Montagem dos pilares. Maio, 1888.

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Andaimes para a plataforma.

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Montagem da segunda plataforma em Junho, 1888.

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Intervalo para o almoço.

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Setembro, 1888.

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Montagem do 3º andar, Dezembro, 1888.

Todas as partes metálicas da torre foram fixadas por meio de rebites, um método de construção utilizado na época em que a torre foi construída. As fixações foram feitas provisoriamente com pinos, e substituídos posteriormente por 2,5 milhões de rebites postos a quente. Ao arrefecerem, os rebites contraem-se, assegurando o aperto entre as peças.

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Implementação do elevador. 

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Pintor em ação.

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Engenheiros da equipe Eiffel, 1889.

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Torre finalizada em 23 de Março de 1889.

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Inauguração, 1889.

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Decoração do primeiro andar, em 1900.

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 O canhão da Torre Eiffel anunciando o meio-dia.

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Exposição Universal em 1889.

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 Entrada para o elevador.

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 O Trocadero.

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 Demorou apenas cinco meses para construir as fundações e 21 para completar a montagem da parte metálica da torre. Este é um recorde de velocidade, se considerarmos os meios rudimentares da época. A montagem da torre foi uma maravilha de precisão, como reconheceram todos os cronistas da época. Iniciada em Janeiro de 1887, a obra foi concluída em 31 de Março de 1889. Gustave Eiffel foi condecorado com a Legião de Honra na estreita plataforma da cúpula.

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