Feliz 2016!

31/12/2015

Feliz 2016!

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A humanidade vive achando…

29/12/2015

A humanidade vive achando…

Os achismos, em sua maior parte, integram pensamentos inconsequentes, devaneios, pois achar é algo aleatório, transitório, e por isso, inviável principalmente em situações que requerem decisão.

Semelhante ao acreditar, o achar pode levar o ser humano a um caminho equivocado, por outro lado, pode-se encontrar a rota verdadeira. É bom lembrar que às vezes o achismo pode ser confundido com a intuição, mecanismo metafísico que possibilita vislumbrar a realidade em diversas dimensões.

Cabe aqui a conhecida expressão: ‘Fulano está se achando…’, e analisando bem, ela pode ser interpretada de vários modos. Quem ouve a princípio, compreende que o fulano está se achando o último dos mortais; orgulhoso e soberbamente, durante seus ‘estudos astrofísicos’, considera-se o centro do universo. E segundo uma interpretação evolutiva, o ser humano pode se achar metafisicamente, se achando ali, se achando acolá, pois encontrar-se-á sempre em aprendizado e autoconhecimento. E como dizia Sócrates aos seus discípulos: ‘Conhece-te a ti mesmo’. Dessa maneira, o ser humano estará numa busca contínua e transcendental, jamais se sentirá perdido, nem mesmo ao encontrar com aqueles que o julgam às suas maneiras, às suas percepções, considerando os diversos ambientes e as mais adversas situações.

O achar, outrossim, tem a ver profundamente com a visão de cada ser humano diante do espelho da vida. Na maioria das vezes, quando essa visão é refletida, as imagens produzidas independem de serem verdadeiras, pois elas resultam dos próprios reflexos humanos. 

Achar ou não achar, eis a questão? Na verdade, o ser humano que se acha através do autoconhecimento, irá conviver em paz com seus semelhantes, e se assim sucedesse com a humanidade, a harmonia terrenal deixaria de ser uma lenda, o planeta estaria plenamente em equilíbrio, e como ensina INRI CRISTO, os seres humanos viveriam sob o olhar dúlcido e aprovador de nosso PAI.

No porvir, quando todos os seres humanos tiverem a certeza da onipresença do CRIADOR, o achar perderá o sentido, pois haverá um sentido maior na eternidade, no Infinito.

Ádri Alves

 

 

Conviver com a rivalidade…

01/10/2015

Conviver com a rivalidade…

Eis uma história que nem todos conhecem, mas que nos leva a pensar se precisamos realmente conviver com a rivalidade.
Refere-se a dois dos três tenores que encantaram o mundo, cantando juntos…

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Mesmo quem nunca visitou a Espanha, conhece a rivalidade existente entre catalães e madrilenos… dado que os catalães lutam pela autonomia, numa Espanha dominada por Madrid. Pois bem, Plácido Domingo é madrileno, José Carreras é catalão. Devido a questões políticas, em 1984, Carreras e Domingo, tornaram-se inimigos. Sempre muito solicitados em todo o mundo, ambos faziam questão de exigir nos seus contratos, que só atuariam em determinado espetáculo se o adversário não fosse convidado.
Em 1987, apareceu a Carreras um inimigo muito mais implacável que o seu rival, Plácido Domingo. Ele foi surpreendido por um diagnóstico terrível: leucemia. A sua luta contra o câncer foi muito difícil, tendo-se submetido a diversos tratamentos, a um transplante de medula óssea, além de uma mudança de sangue, que o obrigava a viajar mensalmente até aos Estados Unidos.
Nestas circunstâncias, não podia trabalhar e apesar de ser dono de uma fortuna razoável, os elevadíssimos custos das viagens e dos tratamentos, dilapidaram as suas finanças. Quando não tinha mais condições financeiras, teve conhecimento da existência de uma fundação em Madrid, cuja finalidade era apoiar o tratamento de doentes com leucemia.
 

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Graças ao apoio da fundação “Formosa”, Carreras venceu a doença e voltou a cantar. Voltou a receber os altos cachês que merecia, e resolveu associar-se à fundação.
Foi ao ler os seus estatutos, que descobriu que o seu fundador, maior colaborador e presidente da fundação, era Plácido Domingo. Depressa soube que Domingo tinha criado a fundação para ajudá-lo e que se tinha mantido no anonimato para que ele não se sentisse humilhado ao aceitar o auxílio do seu “inimigo”. Mas, o mais comovente foi o encontro de ambos. Surpreendendo Plácido Domingo num dos seus concertos em Madrid, Carreras interrompeu a atuação deste, subindo ao palco e humildemente, pediu-lhe desculpas e agradeceu-lhe publicamente. Plácido e Carreras, com um forte abraço, selaram o início de uma grande e bela amizade.
 

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Mais tarde, uma jornalista perguntou a Plácido Domingo, porque criara a fundação “Formosa”, num gesto que além de ajudar um “inimigo”, ajudava também o único artista que poderia fazer-lhe concorrência.
A sua resposta foi curta e definitiva:

“- Porque uma voz como aquela não poderia perder-se.”

Esta é uma história real da nobreza humana e deveria servir-nos de inspiração e exemplo.

Fonte:

http://www.inricristo.org.br/index.php/pt/curiosidades/slides-reflexao/64-slides-reflexao/53-conviver-rivalidade

Ser Mineiro

17/04/2015

Ser Mineiro

Carlos Drummond de Andrade

Ser Mineiro é não dizer o que faz, nem o que vai fazer,
é fingir que não sabe aquilo que sabe,
é falar pouco e escutar muito,
é passar por bobo e ser inteligente,
é vender queijos e possuir bancos.

Um bom Mineiro não laça boi com imbira,
não dá rasteira no vento,
não pisa no escuro,
não anda no molhado,
não estica conversa com estranho,
só acredita na fumaça quando vê o fogo,
só arrisca quando tem certeza,
não troca um pássaro na mão por dois voando.

Ser Mineiro é dizer “uai”, é ser diferente,
é ter marca registrada,
é ter história.
Ser Mineiro é ter simplicidade e pureza,
humildade e modéstia,
coragem e bravura,
fidalguia e elegância.

Ser Mineiro é ver o nascer do Sol
e o brilhar da Lua,
é ouvir o canto dos pássaros
e o mugir do gado,
é sentir o despertar do tempo
e o amanhecer da vida.

Ser Mineiro é ser religioso e conservador,
é cultivar as letras e artes,
é ser poeta e literato,
é gostar de política e amar a liberdade,
é viver nas montanhas,
é ter vida interior,
é ser gente.

 

Espelho da vida

17/06/2014

Espelho da vida

Repassando… 

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 O mundo ao seu  redor é um reflexo, um espelho que mostra quem você é.

O  que você acha de bom nos outros, está também em você.

    Os defeitos que você encontra nos outros são os seus defeitos também.

Afinal, para reconhecer algo, você tem  que conhecê-lo.

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 As potencialidades que você vê nos outros, são possíveis também para você.

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 A beleza que você vê ao seu redor, é a sua beleza.

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 O que você vê  nos outros lhe mostra você mesmo.

Veja o melhor nos outros, e você será uma  pessoa melhor.

Doe aos outros e estará doando a si mesmo.

Aprecie a beleza, e você será belo.

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  Admire a criatividade, e você será criativo.

Ame, e você será  amado.

Procure compreender, e será compreendido.

Ouça, e sua voz será ouvida.

Ensine, e você aprenderá.

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   Mostre ao espelho sua melhor face, e você  ficará feliz com o que ele vai lhe mostrar. 

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Heráclito de Efeso – Pensamento

26/04/2014

Heráclito de Efeso – Pensamento

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Sincronicidade

 

17/08/2014

Sincronicidade

sincronicidade

Termo cunhado por Carl Gustav Jung para sua teoria de que tudo no universo estava interligado por um tipo de vibração, e que duas dimensões (física e não física) estavam em algum tipo de sincronia, que fazia certos eventos isolados parecerem repetidos, em perspectivas diferentes. Tal idéia desenvolveu-se primeiramente em conversas com Albert Einstein, quando ele estava começando a desenvolver a Teoria da Relatividade. Einstein levou a idéia adiante no campo físico, e Jung, no psíquico.

A sincronicidade é definida como uma coincidência significativa entre eventos psíquicos e físicos. Um sonho de um avião despencando das alturas reflete-se na manhã seguinte numa notícia dada pelo rádio. Não existe qualquer conexão causal conhecida entre o sonho e a queda do avião. Jung postula que tais coincidências apóiam-se em organizadores que geram, por um lado, imagens psíquicas e, por outro lado, eventos físicos. As duas coisas ocorrem aproximadamente ao mesmo tempo, e a ligação entre elas não é causal.

Antecipando-se aos críticos, Jung escreve: “O ceticismo… deveria ter por objeto unicamente as teorias incorretas, e não assestar suas baterias contra fatos comprovadamente certos. Só um observador preconceituoso seria capaz de negá-lo. A resistência contra o reconhecimento de tais fatos provém principalmente da repugnância que as pessoas sentem em admitir uma suposta capacidade sobrenatural inerente à psique”.

Os fenômenos sincronícos manifestam-se com muito maior freqüência quando a psique está funcionando num nível menos consciente (estado de ondas alfa), como em sonhos, meditações ou devaneios. Assim que a pessoa se aperceba do evento sincroníco e se concentre nele, o perde, pois a idéia de tempo e espaço volta a reinar na consciência. Jung sublinha que a sincronicidade parece depender consideravelmente da presença de afetividade, ou seja, sensibilidade a estímulos emocionais.

A grande sacada de Jung foi colocar a sincronicidade como algo abrangente do TODO, e não de um mero evento. Ele pergunta: Como pode um acontecimento remoto no espaço e no tempo produzir uma correspondente imagem psíquica, quando a transmissão de energia necessária para isso não é sequer concebível? Por mais incompreensível que isso possa parecer, somos compelidos, em última instância, a admitir a existência no inconsciente de algo como um conhecimento ‘a priori’ ou uma relação imediata de eventos que carecem de qualquer base causal. Ou seja: a pessoa que acessou o avião caindo sempre soube, só que não sabia que sabia, porque na verdade não existe espaço nem tempo para o self! É o nível búdico!

Segundo ele, os pensamentos vêm-nos à consciência; as intuições e pensamentos que surgem do inconsciente não são produtos de esforços deliberados para pensar, mas objetos internos, parcelas do inconsciente que pousam ocasionalmente na superfície do ego. Jung gostava de dizer, por vezes, que os pensamentos são como pássaros: eles chegam e fazem ninho nas árvores da consciência por algum tempo, e depois alçam vôo de novo. São esquecidos e desaparecem.

A matemática é um produto puro da mente, e não se mostra em parte alguma do mundo natural; no entanto, pessoas podem sentar-se em seus gabinetes e gerar equações que rigorosamente predizem e captam objetos e eventos físicos. A Jung impressionava que um produto puramente psíquico (uma fórmula matemática) pudesse ter um relacionamento tão extraordinário com o mundo físico. Por outro lado, Jung propõe que os arquétipos também servem como ligações diretas entre a psique e o mundo físico, mas não são as causas destes. Parece sim, ligá-lo a operadores” que organizam a sincronicidade.

Os junguianos comentam que no inconsciente não há segredos. Todo o mundo sabe tudo. Pode-se comparar esse conhecimento com o “Olho de Deus”, o “Olho que tudo vê” ou o “Grande Irmão”. Não é apenas o que fazemos, mas até o que pensamos – que É o que somos! – que pode ser acessado.

Jung vai ainda mais longe em sua definição de Sincronicidade, que recebe o nome de Cosmologia na sua forma mais abrangente, onde relaciona a organização ‘acausal’ no mundo, sem referência à psique humana. Antes de nós existirmos, existia a organização, a sincronicidade; então, quem geria isso? Ele diz: “Nessa categoria se incluem todos os “atos de Criação”, fatores a priori, tais como, por exemplo, as propriedades dos números primos, as descontinuidades da física moderna, etc.”

Nós, seres humanos – ensina ele – temos um papel especial a desempenhar no universo. O nosso inconsciente é capaz de refletir o Cosmos e de introduzi-lo no espelho da consciência. Cada pessoa pode testemunhar o Criador e as obras Criativas desde dentro, prestando atenção à imagem e à sincronicidade. Pois o arquétipo não é só o modelo da psique, mas também reflete a real estrutura básica do universo. “Como em cima, assim em baixo” falou o Mestre Hermes Trismegisto. “Como dentro, assim fora” responde o moderno explorador da alma, Carl Gustav Jung.

Extraído e adaptado do livro Jung, o mapa da alma, de Murray Stein. Agradecimentos a Klash pela introdução.

“Não posso provar a você que Deus existe, mas meu trabalho provou empiricamente que o “padrão de Deus” existe em cada homem, e que esse padrão (pattern) é a maior energia transformadora de que a vida é capaz de dispor ao indivíduo. Encontre esse padrão em você mesmo e a vida será transformada.” (C.G. Jung)

Fonte: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/c.asp?id=3425 

Pensamento de Mahatma Gandhi

08/01/2013

Pensamento de Mahatma Gandhi

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A Flor de Lótus – Alma e Espírito

27/12/2013

A Flor de Lótus – Alma e Espírito

Repassando…

O lótus é um dos fenômenos mais milagrosos da vida; por isso, no oriente, ele é considerado o símbolo da transformação espiritual.

 

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Buda está sentado sobre um lótus, Vishnu está de pé sobre um lótus, por que um lótus?

 

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Porque o lótus tem um significado muito simbólico. Ele cresce no lodo.

 

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Ele é um símbolo da transformação, é uma metamorfose.

 

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O lodo é imundo, pode cheirar mal: o lótus é perfumado e nasce do lodo fedorento.

 

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Exatamente da mesma forma, a vida comum é assim como o lodo fedorento.

 

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Mas a possibilidade de se tornar um lótus está escondido ali.

 

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O lodo pode ser transformado, você pode se tornar um lótus.

 

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O sexo pode ser transformado e pode se tornar samadhi.

 

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A raiva pode ser transformada e pode se tornar compaixão.

 

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O ódio pode ser transformado e pode se tornar amor.

Tudo o que você tem agora que parece negativo, assim como o lodo, pode ser transformado.

 

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A sua mente ruidosa pode se esvaziar e ser transformada, e pode se tornar uma música celestial.

 

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“Quem procura , não cesse de procurar até achar; e, quando achar, será estupefato; e, quando estupefato, ficará maravilhado e, então terá domínio sobre o Universo.”

Fonte: Trecho do livro Emoções de Osho 

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Alma e Espírito

Assim falou INRI CRISTO:

“(…) À semelhança da energia elétrica, todos os seres humanos têm o lado positivo e o negativo. Nos tempos atuais, na maioria dos habitantes da Terra predomina o lado negativo, que se traduz em vícios, maldade, ódio, egoísmo, fornicação, assassínios, pestilências, etc. Alguns conseguem atingir o equilíbrio, em que o lado positivo iguala-se ao negativo. São as pessoas honestas, de nobres sentimentos, empenhadas em fazer o bem e ajudar seus semelhantes. Finalmente, existem raríssimos casos em que a pessoa desumanizou-se a ponto de despojar-se de todos os sentimentos mesquinhos, triviais nos seres humanos e, no caminho da transcendência espiritual, conseguiu a vitória sobre a carne, deixando prevalecer unicamente o lado positivo.

Não obstante, a parte negativa de cada ser humano pode se tornar positiva quando se cultivam pensamentos positivos e ao fazer bom uso do livre arbítrio, vivendo em simbiose com o CRIADOR Supremo na constante prática do bem. Assim, a alma se junta ao espírito e ambos transformam-se em divindade, fazendo com que apenas o positivo, a luz divina reine naquele corpo. (…)”

Fonte: http://www.inricristo.org.br/index.php/pt/ensinamentos/enigmas-teologicos/101-alma-espirito 

 

Memorial da SOUST

09/11/2013

Memorial da SOUST

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Histórico dos pertences que o ALTÍSSIMO agregou à indumentária de INRI CRISTO desde a revelação de sua identidade em Santiago do Chile, em setembro de 1979, e a origem do símbolo da SOUST 


1ª TÚNICA DE INRI CRISTO

A 1ª túnica de INRI CRISTO, de linho puro doado pelo chileno Alamiro Tápia, foi costurada pela professora de Filosofia Berta Segura Sanchez, em Santiago do Chile. Com essa túnica INRI jejuou e teve a revelação de sua identidade em setembro de 1979. Posteriormente, INRI CRISTO continuou sua peregrinação pela América Latina. Em Lima – Peru, no Hotel Savoy, recebeu o forro de seda. No Equador, falou na TV no programa de Christian Johnson; na Colômbia falou no programa Desayuno (canal 7). A expulsão da Venezuela propiciou a vinda de INRI CRISTO a Brasília pela primeira vez, em fevereiro de 1980. Hospedado no Hotel das Américas, quando INRI abriu a janela do quarto pela manhã e avistou a Esplanada, seu PAI, SENHOR e DEUS disse-lhe:

“Eis a Nova Jerusalém*, onde futuramente irás estabelecer a sede do meu Reino…” (* Apocalipse c.21)

INRI CRISTO continuou sua peregrinação em direção à América Central. No Panamá, conheceu HELENA K. DE LIN, proprietária do Hotel Lux, que mais tarde, em San José de Costa Rica, doou-lhe o BOLDRIÉ oriundo de Cingapura, complementando a indumentária. Até então INRI andava de túnica, manto e sandálias, todavia sem o boldrié. Peregrinou por Guatemala, Nicarágua, Honduras, El Salvador, México… Banido dos EUA, seguiu em direção à Europa, onde passou pela Espanha, Portugal, Luxemburgo, Mônaco, sempre falando ao povo nas praças públicas. Expulso da Inglaterra, foi acolhido na França, onde permaneceu por nove meses. Declarado apátrida em Thionville, regressou ao Brasil em 1981.

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Com essa túnica, INRI CRISTO percorreu todas as capitais e principais cidades brasileiras, praticou o revolucionário Ato Libertário em Belém – PA, no histórico 28/02/1982, e esteve no Vaticano em 24/09/1983 a fim de proferir a SENTENÇA de extinção da proscrita igreja romana:

“Seque, árvore enferma, seque! Seque para que a boa árvore que eu plantei* viceje e me dê, e aos meus filhos, os frutos que tu me negas”.

* (SOUST)

Quando a túnica estava suja, ele lavava à noite na pia do hotel a fim de usá-la no dia seguinte. Foi assim que INRI CRISTO peregrinou de país em país até instituir na Terra o Reino de DEUS, oficializado pela SOUST, no histórico 28/02/1982.

1º MANTO DE INRI CRISTO

Quinze anos antes de encontrar INRI CRISTO, Berta Segura Sanchez adquiriu esse manto de lã pura, na cor natural (cru), no interior do Chile. Quando INRI fez o jejum já vestido com sua inseparável túnica, estava frio e então Berta Sanchez trouxe-lhe esse manto dizendo: “Maestro, vuestra frazada”. A principio, INRI depreciou-o por conta da cor natural, que aparentava suja, mesmo assim agregou-o pressentindo ser parte do resgate de sua antiga indumentária.

Um ano mais tarde, em Montataire, na França, hospedado no hotel “Quatre Az”, INRI saiu do banheiro com uma toalha bordô nos ombros. Ao mirar-se no espelho, o SENHOR mostrou-lhe que aquela deveria ser a cor de seu manto, “rouge ecclesiastique” (vermelho eclesiástico). INRI então percorreu diversas cidades francesas: Paris, Amiens, Beauvais… na tentativa de tingi-lo naquela cor. Após ouvir diversos “nãos” alegando que a lã natural encolheria em contato com o calor, em Bergerac finalmente a dona de uma tinturaria, aparentando uns 70 anos, prontificou-se a tingir o manto de INRI CRISTO exatamente naquela cor indicada pelo SENHOR.

AS SANDÁLIAS DE INRI CRISTO

As primeiras sandálias de INRI CRISTO lhe foram doadas por uma mulher chamada Maria, que foi ao seu encontro no Instituto Villa Sana, onde INRI convalescia após o jejum em 1979. Esta mulher ungiu os pés de INRI com suas lágrimas ao calçar-lhe as primeiras sandálias; confidenciou-lhe que naquele momento sentia estar cumprindo a missão para a qual viera ao mundo. E assim, ao transitar nos aeroportos, estações de trem e praças públicas nos diversos países que visitara, quando muitos riam, debochavam e até ultrajavam INRI CRISTO por suas vestes antigas (“demodê”) e pés desnudos, a lembrança das lágrimas desta mulher dava-lhe segurança para seguir destemido seu inexorável destino.

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 Em 1980, quando INRI esteve em Brasília pela primeira vez, o líder de uma comunidade de essênios obsequiou-lhe um novo par de sandálias, mais singelas do que as chilenas. Como é possível observar, uma delas foi remendada, porque o ALTÍSSIMO determinara que INRI deveria subir no altar da catedral de Belém para a prática do Ato Libertário, no histórico 28/02/1982, com esta rústica sandália.

1º FORRO DE SEDA

Chegando a Lima – Peru, após falar ao povo na praça San Martín e no programa de TV de Linda Gusman, uma ouvinte peruana foi ao encontro de INRI CRISTO no Hotel Savoy com a missão de agraciar-lhe com este forro de seda, que mais tarde cobrira seu corpo quando o detiveram e lhe arrancaram a túnica à força por ocasião do Ato Libertário em Belém do Pará, no histórico 28/02/1982 (vide foto).

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 A SACOLA

Após receber a túnica, o manto e as sandálias, quando estava em Marselha, na França, INRI CRISTO teve a revelação do PAI de que era chegado o momento de possuir a sacola, na mesma medida da que Judas portara outrora. Um quitandeiro indicou-lhe uma sapataria bem antiga, onde um ancião se prontificou a confeccionar desde que INRI permanecesse próximo a ele durante o tempo da feitura.

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Enquanto INRI estava em solo francês em 1981, quem carregava esta sacola era Christian Obry, oficial do exército (vide foto). Quando INRI retornou para fundar a sucursal francesa da SOUST em 1983, Christian, convidado a participar da diretoria, ajoelhou-se diante de INRI CRISTO surpreendendo os demais presentes e confessou chorando convulsivamente: “Rabi, Rabi, pardon, jes ne suis pas digne de toi, je suis Judas Iscariotes”.

Finalmente de posse de seus antigos pertences: túnica, manto, sandálias, sacola, INRI CRISTO sentiu-se completo, apto a iniciar sua mística revolução.

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Cumpriu-se assim o que ele disse há dois mil anos prenunciando seu retorno:

“Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas vós não as podeis compreender agora. Quando vier, porém, o Espírito de verdade, ele vos guiará no caminho da verdade integral, porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. Ele me glorificará, porque RECEBERÁ DO QUE É MEU e vo-lo anunciará. Tudo que o PAI tem é meu. Por isso eu vos disse que ELE RECEBERÁ DO QUE É MEU e vo-lo anunciará. Um pouco e já não me vereis, e outra vez um pouco e ver-me-eis, porque vou para o PAI” (João c.16 v.7 a 16).

A COROA

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Em 1993, em Antonina – PR, INRI CRISTO recebeu ordem do ALTÍSSIMO de usar a coroa cravada de espinhos, simbolizando a reprovação de seus contemporâneos (“Mas primeiro é necessário que ele sofra muito e seja rejeitado por esta geração. Assim como foi nos tempos de Noé, assim será também quando vier o Filho do Homem” – Lucas c.17 v.25 – 35).

Um ato de deboche dos antagonistas que o crucificaram há dois mil anos (“Salve, ó Rei dos judeus” – João c.19 v.3) legitimou o status de Rei dos reis, o único Rei coroado pelos inimigos.

Mais tarde, por ordem do ALTÍSSIMO, a coroa de INRI CRISTO foi tingida de branco, simbolizando a paz e a Luz, e os espinhos removidos, como sinal de que está se exaurindo o período da reprovação do Filho do Homem.

O SÍMBOLO DA SOUST

Em Lima – Peru, no final de 1979, hospedado no Hotel Savoy, INRI CRISTO vivenciou um momento transcendental… Após falar na TV, no programa de Linda Gusman, um cardume de gente veio em sua direção e isso irritou o dono do hotel, um judeu que, com os olhos flamejantes de ódio, manifestou a intenção de expulsá-lo. Diante disso, o filho desse judeu, Rafael Varom, foi ao encontro de INRI para explicar-lhe o real motivo da cólera de seu genitor. Contou-lhe que, por haver se apaixonado por uma cristã, a família o internou numa clínica psiquiátrica para que ele desistisse de se juntar à Akum.

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E então, emocionado, Rafael entregou a INRI esta cruz na qual fixou a estrela de David, dizendo-lhe:

“Assim haverá de ser, DEUS há de juntar os judeus e os cristãos como um só povo, uma só religião, porque somos todos filhos do mesmo DEUS, para que ninguém mais sofra o que já sofri e estou sofrendo”.

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Em junho de 1980, no México, INRI CRISTO recebeu instrução de seu PAI, SENHOR e DEUS de que a ESTRELA DE DAVID fixada à CRUZ, como se um mastro fora, juntamente com a ARCA, integrariam o enigmático símbolo-mor do Reino de DEUS, oficializado pela SOUST.

Quem divulgar esta mensagem será agraciado com bênçãos do céu.

Fonte:

http://inricristo.org.br/index.php/pt/biografia/historia-da-soust/799-memorial-da-soust